Olá, leitores! Bem-vindos a mais um post da coluna Quotes de Quarta, onde compartilhamos com vocês os melhores trechos dos livros que lemos. Espero que curtam os quotes de hoje:



"Mal consigo ficar quieta no banco, de tão ansiosa e nervosa. Quando fui levada, Shade tinha acabado de morrer... por minha causa. Eu não culparia ninguém, muito menos Farley, se me odiassem por isso. O tempo nem sempre cura as feridas. De vez em quando, faz com que fiquem piores".

— A Prisão do Rei (Victoria Aveyard)


"Jack tinha razão: ela sentia medo havia tanto tempo que se esquecera de como era não sentir — medo de que a mãe um dia sumisse de novo, de que o pai desabasse, de que a família inteira entrasse em crise mais uma vez. Desde aquele verão sem a mãe, a família havia parecido instável, como se cambaleasse à beira de um penhasco. Antes disso, ela não tinha se dado conta de como a felicidade era frágil, como a qualquer momento, se não fosse cuidadosa, ela poderia cair e quebrar".
— Tudo O Que Nunca Contei (Celeste NG)



"— Criei minha raposa desde que ela era filhote. Minha raposa confiava em mim. Ela não sabe sobreviver lá fora. Não importa se é “só uma raposa”... É assim que meu pai diz, “só uma raposa”, como se não fosse um animal tão bom quanto um cachorro, por exemplo".
— Pax (Sara Pennypacker)


Olá, leitores! Bem-vindos a mais um post da coluna Quotes de Quarta, onde compartilhamos com vocês os melhores trechos dos livros que lemos. Espero que curtam os quotes de hoje:

"Sei que não posso sentir seu toque, mas sinto seu amor, Nora. Lá no fundo. Isso significa tudo para mim. Eu queria poder sentir você da mesma forma que você me sente, mas tenho seu amor. Nada nunca será mais forte que isso. Algumas pessoas passam a vida inteira sem experimentar os sentimentos que você despertou em mim. Não posso reclamar".
— Finale (Becca Fitzpatrick)


"Ela nunca parecia totalmente feliz; parecia apenas estar deixando o tempo passar enquanto esperava por outra coisa. Estava cansada de apenas existir, queria viver. Mas para quê viver se não existia vida na existência?".
— P.S. Eu te amo (Cecelia Ahern)


"Você é mais forte do que pensa, mas só se quiser. Você ainda vai chorar, você ainda vai ter momentos que vai achar que não consegue continuar. Mas você tem que agir como se fosse conseguir".
— Noites de tormenta (Nicholas Sparks)


"Há pessoas que dizem que o tempo cura tudo. Que dizem também que o amor não sobrevive a distância. Que isso é uma coisa que precisa estar perto para sentir. Mas eu digo que se o amor for realmente verdadeiro, ele sobrevive a qualquer distância. Mesmo que milhares de quilômetros separem as pessoas que se amam, se for verdadeiro, esse amor nunca morre".
— Uma mancha em meu diário (Carol Dias Moreira)


Olá, leitores! Bem-vindos a mais um post da coluna Quotes de Quarta, onde compartilhamos com vocês os melhores trechos dos livros que lemos. Espero que curtam os quotes de hoje:


"A verdade é assustadora, mas a ignorância é paralisante".
— Silêncio (Becca Fitzpatrick)


"Acho que isso acontece com todo mundo quando cresce. Você descobre quem você é e o que você quer, e então percebe que as pessoas que conheceu a vida inteira não veem as coisas da mesma maneira. E aí você preserva as lembranças maravilhosas, mas se dá conta de que precisa seguir em frente. É perfeitamente normal".
— O Milagre (Nicholas Sparks)


"Quando estou com ele, há alguém comigo em minha casa de tristeza, alguém que conhece sua arquitetura como eu, que pode caminhar comigo, pesaroso, de cômodo em cômodo, fazendo com que toda a estrutura sinuosa de vento e de vazio não seja tão assustadora, tão solitária como antes".
— O Céu Está em Todo Lugar (Jandy Nelson)


"Os deuses nos moldaram para o amor. Esta é a nossa grande glória e a nossa grande tragédia".
A Guerra dos Tronos (George R.R. Martin)


Uma novidade mais do que especial para os fãs de Simon vs. a agenda Homo Sapiens, de Becky Albertalli: a Editora Intrínseca vai lançar o novo livro da norte-americana. Confiram abaixo a capa e a sinopse de Os 26 Crushes de Molly.


Sinopse: Molly já viveu muitas paixões, mas só dentro de sua cabeça. E foi assim que, aos dezessete anos, a menina acumulou vinte e seis crushes. Embora sua irmã gêmea, Cassie, viva dizendo que ela precisa ser mais corajosa, Molly não consegue suportar a possibilidade de levar um fora. Então age com muito cuidado. Como ela diz, garotas gordas sempre têm que ser cautelosas. Tudo muda quando Cassie começa a namorar Mina, e Molly pela primeira vez tem que lidar com uma solidão implacável e sentimentos muito conflitantes. Por sorte, um dos melhores amigos de Mina é um garoto hipster, fofo e lindo, o vigésimo sétimo crush perfeito e talvez até um futuro namorado. Se Molly finalmente se arriscar e se envolver com ele, pode dar seu primeiro beijo e ainda se reaproximar da irmã. Só tem um problema, que atende pelo nome de Reid Wertheim, o garoto com quem Molly trabalha. Ele é meio esquisito. Ele gosta de Tolkien. Ele vai a feiras medievais. Ele usa tênis brancos ridículos. Molly jamais, em hipótese alguma, se apaixonaria por ele. Certo? Em Os 27 crushes de Molly, a perspicácia, a delicadeza e o senso de humor de Becky Albertalli nos conquistam mais uma vez, em uma história sobre amizade, amadurecimento e, claro, aquele friozinho na barriga que só um crush pode provocar.

O lançamento do livro está previsto para o dia 14 de Agosto, mas vocês já podem garantir seus exemplares através da pré-venda em um dos links abaixo:


Olá, leitores! Na coluna Ao Redor do Globo de hoje trarei as diversas capas que foram publicadas em vários lugares do mundo da obra A Poção Secreta (confiram a resenha aqui!), da escritora Amy Alward.

"Não posso continuar reprimindo esses sonhos, sem, pelo menos, tentar torná-los realidade".

Estas são as capas publicadas no Reino Unido pela editora WH Smith. A da esquerda foi o mesmo estilo que o Brasil manteve quando o livro foi publicado pela Editora Jangada. O da direita foi a versão com a poção rosa disponibilizada para o Kindle. É uma capa muito fofa em comparação com as demais. A melhor versão, em minha opinião – e como a versão brasileira é no mesmo estilo, é uma das capas mais bonitas que tenho em minha estante hoje.

Esta foi a capa publicada nos Estados Unidos e no Canadá. O legal dela é que remete à tecnologia e a modernização que é tão presente no livro, além de ter uma estética atrativa e jovial.

Já esta é a versão alemã, publicada pela editora Cbj Verlag. Apesar de bonita, acredito que tem uma aparência antiquada demais para a história, principalmente porque é voltado para um público mais jovem.

Esta é a capa publicada na Espanha pela editora Nocturna. Ela tem um aspecto mais sombrio, o que não combina totalmente com o clima mais aventureiro e jovial que a história carrega. Mas ainda assim tem um senso estético simples e sofisticado.

Por fim, esta é capa tcheca, publicada pela editora Talpress. Ela tem ilustrações muito mais detalhadas e com elementos que condizem com a história (a sereia, a pérola, a flor, os instrumentos de trabalho dos alquimistas, etc.), mas assim como a espanhola, tem um ar sombrio e formal por conta das cores frias e escuras. De toda forma, a capa ficou muito bonita e bem trabalhada.


A Poção Secreta é um ótimo Young-Adult. Ele proporcionou uma leitura prazerosa e leve. Através de uma história cheia de magia, um cenário rústico e com pitadas de modernidade aqui e ali, A poção secreta consegue prender o leitor e fazer com que ele queira devorar o livro em poucas horas — e não é difícil! Além do mais, como podemos ver, as capas são incríveis, e apesar de ter minha preferência, gostei muito de todas!

E você, já leu o livro A Poção secreta? Já conferiu a resenha dele aqui no blog? O que achou das capas? Deixe sua opinião!


Olá, leitores! Bem-vindos a mais um post da coluna Quotes de Quarta, onde compartilhamos com vocês os melhores trechos dos livros que lemos. Espero que curtam os quotes de hoje:


"Não quero mais um amor, quero alguém que me entenda até quando eu mesma já não consiga fazer isso. Não quero frases prontas, aliança e rosas vermelhas. Quero um abraço em silêncio com falta de ar. Não quero ter que mostrar o caminho sozinha, quero aprender a não se importar tanto com a direção".
— Depois dos Quinze (Bruna Vieira)


"Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso, você precisa ver o que não está visível".
— Procura-se Um Marido (Carina Rissi)


"Queria desesperadamente me aninhar em seus braços, sentir o ar deslocado pelo bater das asas enquanto ele levantava voo, levando-me para além dos portões e para longe daquele lugar".
— Silêncio (Becca Fitzpatrick)


"– Está roubando livros? Por que?
– Às vezes, quando a vida te rouba, você precisa roubar de volta".

— A Menina que Roubava Livros (Markus Zuzak)


Livro: O Fantástico Universo do Ser Humano
Autor: Carlos Holthausen
Editora: Autografia
Páginas: 170
ISBN: 978-85-518-0195-6
Sinopse: Neste livro, Carlos Holthausen analisa a vida de modo geral e especialmente a nossa vida aqui na Terra. Abre um formidável espaço entre a energia do corpo e o pensamento, que afirma ser alienado da realidade. Demonstra claramente que a realidade se representa por uma ficção, dominada pelas emoções, as quais contêm mais ódio do que amor. Mais ainda, o autor diz que o ser humano, por precisar de energia constante para viver, usa e abusa das outras vidas e até da vida de seus semelhantes, sugando-lhes a qualquer custo a energia neles disponível.

Carlos Holthausen é ensaísta e psicanalista, escritor arrojado e criativo. Já falou sobre o meio ambiente e da Agenda 21 com muita empolgação. Outros de seus títulos são Agenda 21 – O Caminho da Dignidade Humana, Desenvolvimento Sustentável, A Casa de Rendes-Vous, Platafgorma, Era uma vez no Brasil e Pare de se culpar! A decisão não foi sua. Publicou seus romances tendo sempre como pano de fundo o tema da liberdade, mas, desta vez, ele aprofunda seus conhecimentos sobre os limites da emoção humana com O Fantástico Universo do Ser Humano.

    O ser humano foi o responsável pelos grandes avanços do planeta, nos diferenciando das demais espécies. Desde a formação da civilização até o uso dado às diversas tecnologias, os humanos são movidos pelos seus próprios impulsos e racionalidades. Alguns dizem que o cérebro humano é mais complexo que o próprio universo. Mas talvez nossa mente seja um universo. É desse universo que se trata o livro de Holthausen. Nele, o autor mostra o quanto nossa mente pode se dividir em diversos setores, tal qual seções de uma loja, e como uma influencia a outra. Ele mostra que desde que encaramos o mundo ao sairmos do ventre de nossas mães, nossa mente já começa a funcionar da forma peculiar e única, própria do homo sapiens. Ele leva esse debate até nossa evolução à vida adulta.
    Quando crescemos e passamos a dar significado a cada coisa à nossa volta, um mundo novo se abre para nós, e nossa mente responde à ele. Holthausen, como psicanalista, antes de analisar a psique humana, considera o ambiente. O ser humano é dotado de capacidade de adaptação, sendo possível se adequar nos mais diversos meios em que seja inserido. O tipo de pessoa que ele se torna é resultado de uma série de fatores socioculturais. Dessa forma, cada ser humano tem suas verdades, seus anseios, seus conhecimentos e as formas com que os interpretam. Tudo isso fazemos baseado no outro, aquele que nos serve como referência, em quem procuramos eco para a manutenção do nosso "eu".
   A partir do momento em que começamos a estudar o Universo e a compreendê-lo em toda sua totalidade (planetas, astros, satélites, galáxias, fenômenos espaciais, etc.), nos sentimos pequenos diante de tanta grandiosidade. Mas Holthausen mostra que não é bem assim. Não somos inferiores a nenhuma dessas coisas – fazemos parte dela e nosso pequeno mundo particular é sempre um ótimo objeto de estudo, sobre o qual o mesmo se debruça com todo o fervor.

   Nunca tive uma relação estreita com a psicanálise nem um interesse muito profundo sobre os assuntos que essa área estuda. Quando escolhi receber o livro, confesso que imaginei algo diferenciado, ligado a compreensão do esotérico nas mentes humanas. Ao iniciar a leitura logo pude perceber que não era nada disso, e sim uma compreensão muito mais científica; dessa forma pude ver que o uso de termos como "energia", "simbolismo", e "pulsão" não são apenas utilizados em livros de esoterismo – se estende para a ciência psicanalítica.
   A escrita de Holthausen é bastante acadêmica. É um livro que pede calma enquanto é lido, pois há termos complicados de se compreender para quem não está acostumado com a área de psicanálise – inclusive, pode exigir pesquisas externas a respeito de alguns assuntos abordados – e não é o tipo de escrita que posso dizer que tem "fôlego". É um termo que gosto de utilizar para descrever uma boa fluidez, um bom encaminhamento do assunto (o que sempre facilita a compreensão de quem lê, principalmente quando se trata de um tema complexo). Infelizmente, senti falta disso no livro, pois poderia tornar a leitura muito mais prazerosa, pois, posto em outros parâmetros – que fuja um pouco desse academicismo – é um tema interessantíssimo.

"Estamos definitivamente constituídos pelo outro, prisioneiros da sua existência, simplesmente por que sem o seu olhar, sem a sua função de espelho, emocionalmente, não existimos" (p. 42).


Olha só a novidade: a editora Intrínseca lança neste mês o mais novo livro de Josh Malerman, o autor de Caixa de Pássaros. Confiram abaixo a capa e a sinopse: 


Sinopse: Ex-ícones da cena musical de Detroit, os Danes estão mergulhados no ostracismo. Sem emplacar nenhum novo hit, eles trabalham trancados em estúdio produzindo outras bandas, enchendo a cara e se dedicando com reverência à criação - ou, no caso, à ausência dela. Uma rotina interrompida pela visita de um funcionário misterioso do governo dos Estados Unidos, com um convite mais misterioso ainda: uma viagem a um deserto na África para investigar a origem de um som desconhecido que carrega em suas ondas um enorme poder de destruição. Liderados pelo pianista Philip Tonka, os Danes se juntam a um pelotão insólito em uma jornada pelas entranhas mortais do deserto. A viagem, assustadora e cheia de enigmas, leva Tonka para o centro de uma intrincada conspiração. Seis meses depois, em um hospital, a enfermeira Ellen cuida de um paciente que se recupera de um acidente quase fatal. Sobreviver depois de tantas lesões parecia impossível, mas o homem resistiu. As circunstâncias do ocorrido ainda não foram esclarecidas e organismo dele está se curando em uma velocidade inexplicável. O paciente é Philip Tonka, e os meses que o separam do deserto e tudo o que lá aconteceu de nada serviram para dissipar seu medo e sua agonia. Onde foram parar seus companheiros? O que é verdade e o que é mentira? Ele precisa escapar para descobrir. Com uma narrativa tensa e surpreendente, Josh Malerman combina em Piano Vermelho o comum e o inusitado numa escalada de acontecimentos que se desdobra nas mais improváveis direções sem jamais deixar de proporcionar aquilo pelo qual o leitor mais espera: o medo.

O lançamento acontece no dia 05 de Julho e o livro já se encontra em pré-venda. Você pode comprar o seu em um dos links abaixo:


Olá, leitores! A coluna Memória Musical de hoje vai tratar do livro A Melodia Feroz, o primeiro da duologia Monstros da Violência, da escritora Victoria Schwab (se você ainda não viu a resenha, confira aqui e conheça mais a história e minhas impressões sobre ela). Antes de mais nada, gostaria de pedir desculpas a quem sentir que minha seleção foi limitada. Acontece que as músicas da banda Of Monster and Men se encaixam perfeitamente no contexto em que o livro se insere (além de tudo, o próprio nome da banda já tem tudo a ver com a duologia — em tradução literal, Of Monsters and Men: De Monstros e Homens).



1 - HUMAN - OF MONSTERS AND MEN
Essa é inteiramente dedicada à August Flynn, um dos protagonistas. Ele é um monstro em forma de humano e nunca aceitou sua verdadeira natureza. É um fardo que ele carrega por todo o livro, já que como todo monstro da Cidade V, ele se alimenta de humanos e, retirando suas almas, os mata. Ele rejeita essa crueldade e passa o máximo de tempo possível sem se alimentar, acreditando que pode ser forte para superar esse instinto. Para ilustrar, comparo esses trechos: 
MúsicaIf I lose control/ I feed the beast within/Cage me like an animal [...]/Breath in, breathe out/Let the human in (Se eu perder o controle/ Eu alimento a besta interior/Enjaule-me como um animal/ Inspire, expire/Deixe o humano entrar)
Livro: — Não quero ser um monstro [...]. Dói.
— O quê?
— Ser. Não ser. Me entregar. Me conter. Não importa o que eu faça, tudo dói.


Livro: A Poção Secreta
Título original: The Potion Diaries
Autor(a): Amy Alward
Editora: Jangada
Páginas: 368
ISBN: 978-85-5539-082-1
Sinopse: Quando a Princesa do Reino de Nova toma acidentalmente uma poção do amor e vê o seu próprio reflexo no espelho, ela se apaixona por si mesma! Imediatamente, o Reino todo se mobiliza para realizar uma Caçada Selvagem, uma expedição para encontrar um antídoto que possa curar a Princesa. Competidores do mundo todo saem em busca dos mais raros ingredientes em florestas mágicas e montanhas geladas, enfrentando todo tipo de perigo e encarando a morte para encontrar a fórmula da poção secreta. Samantha Kemi é uma garota comum, não tem os poderes mágicos da irmã, mas herdou dos ancestrais alquimistas um extraordinário talento para preparar poções. Ela vê na Caçada Selvagem uma oportunidade de ouro para reerguer a decadente loja de poções da família. Mas será que Sam vai conseguir vencer a grande concorrente da sua família? E poderá resistir ao charme do seu rival Zain Aster, o filho do proprietário da Zoroaster? Só para aumentar a pressão, a Caçada Selvagem estará em todas as mídias sociais e o mundo todo vai acompanhar de perto a competição para ver quem descobrirá a cura e salvará a Princesa.

TRILOGIA "DIÁRIO DE UMA GAROTA ALQUIMISTA"
    1.  A Poção Secreta
    2.  Royal Tour (Turnê Real, em tradução livre | Lançado em agosto de 2016 no Reino Unido)
    3.  Going Viral (Se Tornando Viral, em tradução livre| Lançado em agosto de 2017 no Reino Unido).

Amy Alward é uma autora inglesa que se mudou para o Canadá os 11 anos, e descobriu seu talento para escrever ao se tornar diretora editorial de uma grande editora de livros infantis. Em 2013, foi apontada pela revista Bookseller como uma estrela em ascensão na cena literária. Seu romance de estreia, intitulado The Oathbreaker's Shadow, foi indicado em 2014 para o Prêmio Branford Boase na categoria melhor livro de estreia de literatura jovem no Reino Unido.

    Nova é um reino monárquico, onde os membros família real são celebridades e cada passo deles é retratado pela mídia como algo grandioso. Foi nesse mundo que Samantha Kemi cresceu. Ela é uma jovem que acabou de terminar o ensino médio e tem grande talento para alquimia. Vem de uma linhagem de alquimistas poderosos e que um dia já foi muito reconhecida por toda Nova e além, mas depois do fracasso de sua bisavó, que se tornou um escândalo durante a última Caçada Selvagem, os Kemi caíram em descrédito e a loja de poções naturais que antes fazia tanto sucesso entre os ditos "comuns" (pessoas sem qualquer tipo de magia) de Nova, deixou de ser procurada. 
   Em parte, a decadência dos negócios dos Kemi se deu pela chegada dos produtos sintéticos, que se sobressaíam em muitos fatores aos produtos naturais que os Kemi produziam. A maior e mais respeitada fábrica é a Zoroaster, ou simplesmente ZA, comandada pela família Aster. Enquanto a fama da fábrica de sintéticos crescia cada vez mais, a loja simples dos Kemi caía no esquecimento e eles estavam próximos da falência. Até que um dia, um desastre aconteceu. Pressionada por todos a se casar logo, a Princesa Evelyn, filha do Rei de Nova, decide fazer uma poção do amor para que seu melhor amigo se apaixone por ela e eles possam casar – para Evelyn, seu amigo, que era ninguém menos que Zain Aster, filho do dono da Zoroaster, era o rapaz perfeito para ficar ao seu lado quando ela herdasse a coroa do pai. Mas uma grande confusão aconteceu e foi ela quem acabou tomando a poção. Ao olhar no espelho, a Princesa apaixonou-se por si mesma.
    O fato de a Princesa de Nova estar sob efeito de uma poderosa poção do amor deixou todos os súditos perturbados, e, temendo uma destruição, a família real convoca, depois de muitos anos, uma Caçada Selvagem. Basicamente, a Caçada serve para reunir os maiores alquimistas de Nova (mestres junto com seus aprendizes) e fazê-los entrar numa competição para formular uma poção capaz de tirar o reino de apuros – recebendo, claro, uma boa recompensa em dinheiro e poderes.
   Quando Sam é convocada junto com seu avô (seu mestre) para a Caçada, vê ali uma boa oportunidade para restaurar a reputação dos Kemi e tirar a loja da decadência. Porém, não será nada fácil ter que enfrentar os Aster – em especial o atraente Zain, seu ex-colega de escola. Mas o pior de tudo: os competidores terão que lidar com a tia de Evelyn, Emília, que quer ver sua sobrinha sem condições de herdar o trono para que ela possa herdar em seu lugar, por isso, fará de tudo para impedir os alquimistas de encontrarem a poção que curará a Princesa.

"As Selvas são para os aventureiros, como Kirsty. Elas não são para pessoas que preferem viver suas aventuras através de personagens de livros. Eu gosto de ficar em casa, muito obrigada, onde sei que posso sempre encontrar uma tomada para o meu laptop, nunca estou a mais de dez passos de uma chaleira para ferver água para o chá e posso dormir embrulhada no conforto do meu edredom" (p. 70).


Olá, leitores! Bem-vindos a mais um post da coluna Quotes de Quarta, onde compartilhamos com vocês os melhores trechos dos livros que lemos. Espero que curtam os quotes de hoje:


"As mulheres famosas a entediaram. Suas histórias eram todas iguais: ouviram que não eram capazes; decidiram fazer mesmo assim. Ela se perguntava se porque realmente queriam ou se porque lhes disseram que não podiam fazê-lo".
— Tudo O Que Nunca Contei (Celeste Ng).


"Isso era muito sentimental para Caroline Brockenhurst .
— Mas o que podemos fazer? Nenhuma caridade parece provocar qualquer diferença? — Elas precisam de mais do que nossa caridade — disse Maria. — Precisam que as coisas sejam diferentes."
—  Belgravia  (Julian Fellowes)


"A vida é muito curta para julgar. Não é a sua função dizer aos outros o que sentem ou quem são. Por que não dedicar todo esse tempo a si mesma? Não sei quem você é, mas posso garantir que tem algumas questões que poderia trabalhar. (...) Quanto aos outros, lembrem-se: alguém gosta de você. Grande, pequeno, alto, baixo, bonito, comum, simpático, tímido. Não deixei ninguém dizer o contrário, nem você mesmo. Principalmente você mesmo."
—  Juntando Os Pedaços  (Jennifer Niven)


Olá, leitores! Bem-vindos a mais um post da coluna Li Até a Página 100 E... ,onde apresentamos nossas primeiras impressões sobre os livros que estamos lendo atualmente e que, futuramente iremos resenhar aqui no blog. O livro de hoje é A Poção do Amor, de autoria de Amy Alward.


PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100: "As letras se emaranham entre si como amantes, a tinta solidificada pelo tempo e transformada em cola".

DO QUE SE TRATA O LIVRO: 
Quando a Princesa Evelyn, do reino de Nova, faz uma poção do amor e apaixona-se por si mesmo, os alquimistas mais competentes do reino são chamados para uma Caçada Selvagem para encontrar um antídoto que cure a Princesa. Samantha Kemi é uma aprendiz de alquimista. Seu avô é seu mestre e eles vêm de uma linhagem de alquimistas muito talentosos — mas as coisas não andam fáceis, já que se sempre trabalharam com ingredientes naturais, e quando os produtos sintéticos começam a dominar o mercado, eles passam por uma crise econômica seríssima. Essa é a oportunidade que Sam esperava para que a família Kemi volte a ser respeitada e reconhecida. Para isso, pretende enfrentar os mais terríveis perigos que a Caçada envolve.

O QUE ESTÁ ACHANDO ATÉ AGORA?
Os primeiros capítulos foram quase que totalmente dedicados à apresentação da história: o reino de Nova, a Princesa, os personagens, etc. Então a leitura ainda não pegou o ritmo que promete ter pela sinopse. Porém, é um tema bem original e é interessante a forma como trata de alquimia, o preparo de poções, as tradições mágicas, enfim, é algo que até agora não li em livro algum.

O QUE ESTÁ ACHANDO DO PERSONAGEM PRINCIPAL?
Sam é uma boa protagonista, tem personalidade forte e acredita naquilo que quer, mas ainda não está muito amadurecida e precisa ter uma evolução maior ao longo do enredo, pois parece meio perdida — como qualquer jovem. O que me incomodou um pouco a seu respeito é que por não saber interpretar os próprios sentimentos, ela parece uma personagem incompleta. Mas acredito que até o final isso pode ser "consertado".

MELHOR QUOTE ATÉ AGORA:

“Não posso continuar reprimindo esses sonhos sem, pelo menos, tentar torná-los realidade”.


VAI CONTINUAR LENDO?
Sim, a história me prendeu o suficiente para que eu fique animada para o que está por vir — embora eu saiba que é melhor não criar expectativas já que é uma história diferente de tudo que li antes e também por ser minha primeira leitura da autora, Amy Alward.

ÚLTIMA FRASE DA PÁGINA 100: "Não sei se ele já levou Molly lá, e nunca perguntei — gosto de fingir que ele compartilhou seu amor pelos livros só comigo".


Olá, leitores! Bem-vindos a mais um post da coluna Quotes de Quarta, onde compartilhamos com vocês os melhores trechos dos livros que lemos. Espero que curtam os quotes de hoje:




"Não posso ver os caminhos deles. Não posso ver quais decisões eles tomaram para chegar aqui ou que escolhas farão amanhã. Não posso ver seus erros ou transgressões ou padrões de comportamento. Mas percebo que não tem importância. Não preciso saber o passado de alguém para fazer com que se sinta melhor sobre seu futuro. Não preciso saber por que alguém está com fome para que lhe conseguir algum alimento. Não preciso saber por que alguém está com frio para aquecer a pessoa. Não preciso saber por que alguém está deprimido para lhe oferecer esperança".
— Desastre (S.G. Browne)


''Eu queria ficar na varanda com ele até o sol brilhar sobre nós dois. Mas não fiquei. Eu me levantei e desci as escadas. Prefiro correr atrás do sol a esperar que ele venha incidir sobre mim''.
— O mensageiro (Markus Zuzak)


"Se você fica se prendendo no passado, não consegue seguir em frente. Se passa muito tempo planejando o futuro, você se empurra para trás ou fica estagnada no mesmo lugar a vida toda".
—  Entre o agora e o nunca (J.A. Redmerski)


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