Livro: O Código da Vinci (Versão Jovem)
Título Original: The Da Vinci Code
Autor (a): Dan Brown
Editora: Arqueiro
Páginas: 312
ISBN: 9788580416251
Sinopse: Um assassinato dentro do Museu do Louvre traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. Com a ajuda da criptógrafa Sophie Neveu, o professor de Simbologia Robert Langdon segue pistas ocultas nas obras de Leonardo Da Vinci e se debruça sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental – do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, O Código Da Vinci consagrou Dan Brown como um dos autores mais brilhantes da atualidade e agora chega em nova versão, especialmente preparada para o público jovem, com fotos coloridas que enriquecem ainda mais o livro.

Dan Brown é o autor de suspense mais popular da atualidade, com mais de 150 milhões de livros vendidos. Seu mega-seller O Código Da Vinci já vendeu mais de 80 milhões de exemplares em todo o mundo. Ele também escreveu Anjos e Demônios, O Símbolo Perdido, Inferno, Fortaleza Digital e Ponto de Impacto. Dan é casado com a pintora e historiadora da arte Blythe, que colabora nas pesquisas de seus livros. Ele mora na Nova Inglaterra, nos Estados Unidos.

   Jacques Saunière, o renomado curador do Museu do Louvre, trabalhava tarde da noite quando Silas, um albino alto, de ombros largos, pele branca como a de um fantasma e cabelos também brancos e ralos, entrou na Grande Galeria do museu na intenção de fazer com que o velho de 76 anos lhe contasse o que tanto queria saber: o segredo antiquíssimo protegido pela fraternidade a qual Jacques faz parte. O curador então, com imenso cuidado, contou uma mentira que havia ensaiado várias vezes — um protocolo que ele e outros três guardiões deveriam realizar caso fossem encontrados.
   Saunière só não contava que mesmo depois de “revelar o segredo” fosse ganhar um tiro no abdômen e que os outros três membros da fraternidade já estivessem mortos. O medo que o assaltava era bem maior do que o da morte. Ele precisava passar o segredo adiante — um dos maiores já guardados. Gemendo de dor, concentrou todo o seu conhecimento e todas as suas forças e desenhou um pentagrama em sua carne, escreveu algumas frases no piso do museu, deixou outras pistas ocultas pela cena do crime e deitou-se com as pernas e os braços bem abertos.
   Robert Langdon, professor de Simbologia Religiosa da Universidade de Harvard, havia acabado de se deitar, cansado depois de uma palestra na Universidade Americana de Paris, quando a Polícia Judiciária Francesa o convocou para tentar entender o que aconteceu com Jacques, considerando seu conhecimento de simbologia e seus planos de se encontrar com o curador. Com a ajuda da criptógrafa Sophie Neveu, Langdon, acusado de matar Saunière, sai em busca de descobrir a maior conspiração dos últimos 2 mil anos e desvendar seus mistérios, enquanto pessoas tentam matá-lo e manter o segredo guardado a qualquer custo.

   Nos dias atuais, é quase impossível conhecer alguém que nunca tenha ouvido falar em O Código da Vinci, sucesso que já vendeu mais de 80 milhões de exemplares, surpreendeu a grande maioria dos fãs de Brown e em 2006 foi adaptado para as telonas. Eu, claro, fazia parte da parcela que já tinha ouvido falar no livro, mas jamais tirou um tempo para lê-lo ou até mesmo saber do que se tratava. Fico incrédulo quando me recordo que deixei isso acontecer por tantos anos! Colocando os carros na frente dos bois, já adianto: foi uma das melhores leituras já realizadas. 
   Eu não sabia exatamente o que esperar — já que, além de nunca ter assistido à adaptação de O Código da Vinci, eu também nunca havia lido nada de Brown —, mas confesso que qualquer expectativa que se tenha para este livro sempre há de ser superada. Eu sempre gostei de romances policiais e de suspenses, apesar de não ser um gênero lido com frequência. Quando fiquei sabendo que a Arqueiro iria lançar a versão jovem de O Código da Vinci — com mudanças apenas na linguagem! —, encontrei ali a minha oportunidade de conhecer a obra e, claro, esse grande autor, que, sim, é um dos melhores do gênero — se não for o melhor!

— Sr. Langdon — começava a mensagem, num sussurro temeroso. — Procure não manifestar qualquer reação a essa mensagem. Só escute calmamente. O senhor está correndo perigo agora. Siga minhas instruções com a máxima precisão.


Desde o ano passado, a Editora Arqueiro vem lançado edições com capas novas de sucessos de venda já publicados. Nós achamos o trabalho tão interessante e tão bem compromissado (obrigado, Arqueiro!) que resolvemos mostrar os relançamentos de 2017 que ganharam capas novas. 

A CABANA, WILLIAM P. YOUNG.
cabana, A
Com a chegada da adaptação cinematográfica de "A Cabana", a Editora Arqueiro lança oficialmente no primeiro dia de Fevereiro o livro com a capa do filme. Impossível não cair de amores, hein?

O CAMINHO PARA CASA, KRISTIN HANNAH. 
caminho para casa, O (nova capa)
O Caminho Para Casa, sucesso de Kristin Hannah também está de cara nova com essa capa maravilhosa. Para quem não conhece a autora e, claro, nenhuma de suas obras, pode ter acesso a resenha de um de seus mais recentes livros, As Cores da Vida, clicando aqui.

NICHOLAS SPARKS.
carta de amor, Uma (nova capa)casamento, O (nova capa)primeira vista, À (nova capa)
O Casamento, À Primeira Vista e Uma Carta de Amor, assim como vários livros de Sparks que, desde 2016 vem ganhando capas novas, estão adquirindo essa roupagem nova e bem característica do autor e do gênero que escreve. Leia a resenha de No Seu Olhar, seu mais recente romance, clicando aqui.

Gostaram das novidades? Nós amamos tanto que viemos compartilhá-las com vocês! Usem os comentários para opinarem sobre e conversarmos um pouco sobre a Arqueiro de cara nova.


Oi, gente! Olha só quem, depois de dois anos de estagnação, voltou. Quem pensou na coluna "Quotes de Quarta", acertou em cheio. Para quem não lembra, a intenção é total e puramente de compartilhar com vocês trechos incríveis de nossos livros preferidos, certo? Então vamos lá!!


"O conceito de 'bom' e 'mal' está intrisecamente ligado ao nosso mais profundo ser. O nosso sofrimento se encontra na maioria das crises existenciais, inerentes a todos nós. Entretanto, encontrar explicações para justificar esse sentimento, sempre seduziu a humanidade. Cada explicação que encontremos, pode libertar-nos do peso da responsabilidade perante o mesmo".

"O mundo era frágil, tão frágil quanto um ovo de páscoa: lindo por fora, oco por dentro".

"Nem sempre era possível lutar as batalhas dos meus amigos. O melhor que eu podia fazer era estar presente para curar as feridas deles".


E pra começar um 2017 cheio de novidades, apresentamos nossa mais nova coluna: Li Até a Página 100 e..., uma espécie de Primeiras Impressões que antecederá as resenhas de vários livros lidos por nós. O escolhido de hoje é O Código da Vinci, nova versão de Dan Brown, especialmente para o público jovem.


PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100: "2h51 da madrugada."

DO QUE SE TRATA O LIVRO: Um romance policial rechado de suspense, conspirações, assassinatos, segredos, símbolos e muita ação.

O QUE ESTÁ ACHANDO ATÉ AGORA?
Sem dúvidas, se trata de um dos melhores livros já escritos! Já tinha ouvido falar do talento de Dan Brown, mas jamais imaginei que fosse algo tão grandioso assim. É ação, aventura e emoção da primeira a última página (pelo que estou percebendo!).

O QUE ESTÁ ACHANDO DO PERSONAGEM PRINCIPAL?
Robert Langdon, professor de Simbologia Religiosa da Universidade de Harvard, e a criptógrafa Sophie Neveu são muito interessantes, principalmente Neveu. 

MELHOR QUOTE ATÉ AGORA:
— Princesa — disse ele, sorrindo. — A vida é cheia de segredos. Não se pode aprender todos de uma só vez.

VAI CONTINUAR LENDO?
Sim! E é provável que um dia eu o queira reler novamente!

ÚLTIMA FRASE DA PÁGINA 100: "Seria a mesma viagem que fizera cinco meses antes."


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Oi, pessoal!!! Querem mais novidades e dicas? Hoje nós estamos aqui, mais uma vez, para divulgar uma obra bastante promissora e que promete agradar os fãs de contos, com personagens que usam muita introspecção (alô, fãs da Clarice Lispector!) e histórias rápidas. De Eduardo Virgili, apresentamos: O Velho Decrépito. 

Sobre o livro: É um pequeno livro de contos, cuja idéia é conquistar uma proximidade com o leitor, em textos introspectivos que causem alguma reflexão. As histórias, grosso modo, discorrem sobre as reminiscências de um velho que, à beira da morte, divaga sobre acontecimentos de sua vida, em textos descritos de forma fantasiosa. Os contos, repletos de referências e com algum toque espaçado de ironia, complementam-se através de elos sutis. São quatro: duas adolescentes que descobrem a vida e suas surpresas; um pescador que se apaixona não pelo mar; o homem que perde a mulher ficando sozinho no mundo e, por fim, o velho que aguarda a morte chegar. Ou, em suma, o ciclo: nascer, crescer, reproduzir e morrer.

S O B R E  O  A U T O R
Nascido na cidade de Mococa-SP, local em que passou toda sua infância e parte da adolescência, Eduardo mudou-se posteriormente para a cidade de Campinas, onde se graduou em Engenharia Elétrica e reside atualmente. Amador das artes, aprecia uma boa leitura, gosto esse que nasceu nas aulas de português e literatura do Colégio, e que se consolidou mais tarde durante a vivência universitária. Eduardo Virgili envereda-se pela escrita há algum tempo, completando esse primeiro volume de contos, escrito em várias etapas e compilado agora com certa maturidade.

L I N K   D O   W A T T P A D:

L I N K   D E   V E N D A:

Gostaram da novidade? Nós, particularmente, adoramos a ideia do livro. Além de original, é bastante promissora. Esperamos que deem uma conferida no trabalho e se divirtam com esse livro. Até mais!!


E os fãs da famosa autora assassina Veronica Roth têm muito o que comemorar. O novo livro da autora de Divergente chega ao Brasil em lançamento simultâneo com outros 30 países agora em Janeiro. Confiram abaixo a capa e a sinopse:
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Sinopse: Não há lugar para a honra na sobrevivência. Fãs de Star Wars e Divergente vão adorar a nova série de fantasia e ficção científica da escritora best-seller internacional Veronica Roth. Em um planeta onde a violência e a vingança imperam, em uma galáxia onde alguns são afortunados, todos desenvolvem habilidades especiais – o dom-da-corrente – um poder único para moldar o futuro. Enquanto a maioria se beneficia desses dons, Akos e Cyra não. Seus dons-da-corrente os tornam vulneráveis ao controle dos outros. Será que vão conseguir recuperar o controle de seus dons, de seus destinos e das próprias vidas, e ainda instaurar o equilíbrio de poder no mundo? Cyra é irmã de um tirano brutal que governa o povo de Shotet. Os dons especiais da jovem causam dor, mas trazem poder – algo explorado por seu irmão, que a usa para torturar seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma na mão do irmão: ela tem uma resistência fora do comum, o raciocínio rápido e é mais esperta do que ele imagina. Akos vem de Thuvhe, a nação amante da paz, e a lealdade à sua família não tem limite. Mesmo protegido por um dom especial incomum, Akos não evita que ele e seu irmão sejam capturados por soldados inimigos shotet. Akos se desespera e quer resgatar o irmão vivo, não importa a que custo. Quando Akos é empurrado para o mundo de Cyra, a inimizade entre seus países e famílias parece intransponível. Acreditando ser a única saída, Akos decide se unir a Cyra. Uma união que pode resultar na sobrevivência – ou na destruição de ambos… Numa narrativa eletrizante, no viés de Star Wars e Divergente, Veronica Roth explora – com equilíbrio e pungência – a história de um jovem que faz uma aliança com o inimigo para escapar da opressão que governa sua vida. Juntos, partem em busca de seus únicos objetivos: para um, a redenção; para o outro, a vingança.

O lançamento acontece no dia 17 de Janeiro (e só nos resta esperar que nenhum personagem morra!!).

☛ Confira um trecho exclusivo do livro clicando aqui.

☛ Crave a Marca já está disponível para pré-venda, em formato impresso, nas seguintes lojas: Livraria Cultura, Livraria da Travessa, Saraiva e Amazon.

☛ Crave a Marca já está disponível para pré-venda, em formato digital, nas seguintes lojas: Saraiva, Livraria da Travessa e Amazon.


Oi, gente! Olha só quem, depois de dois anos de estagnação, voltou. Quem pensou na coluna "Quotes de Quarta", acertou em cheio. Para quem não lembra, a intenção é total e puramente de compartilhar com vocês trechos incríveis de nossos livros preferidos, certo? Então vamos lá!


(...) Podemos ser muito frágeis. Mas também somos os únicos que podem decidir mudar."

"Nem sempre o que parece divertido é o mais inteligente."

"Você nunca vai conseguir se encontrar se estiver perdida em outra pessoa."

"Se havia uma verdade que Vivi Ann conhecia muito bem, era de que a perda, assim como o amor, tinha um começo, mas não um fim."


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Oi, pessoal!!! Querem mais novidades e dicas? Hoje nós estamos aqui, mais uma vez, para divulgar uma obra bastante promissora e que promete agradar os fãs de histórias com personagens idiossincráticos, reais e chocante. De Tathiane Silva (ou Punke, se preferir!), apresentamos: A Utopia de Catarina. E quem vai nos contar sobre a obra é a própria autora, acompanhem.

A Utopia de Catarina foi um lapso que tive. No livro, eu desnudo de modo desconexo a vida de Catarina, uma garota imprecisa, feia, solitária, mas bruscamente subjetiva e bruscamente inocente. Enquanto eu ia compondo a obra, deixe-me levar por uma espécie de hiperestesia e, tudo o que brotava-me na alma, eu fazia jorrar no papel. O livro é dividido em duas partes: a primeira são meras correspondências dos pensamentos de Catarina e a segunda parte (a que mais amo❤), é o período que ela passou no manicômio (lendo a história você perceberá o porquê). Lá, há o Sidney, que é portador de uma personalidade doentia e emerge Catarina num devastador oceano de incongruências e sinistros.

S O B R E  O  A U T O R  A
Bem, eu no início não queria que minha identidade fosse revelada, por isso usei o pseudônimo PUNKE. Porém, eu violentei sem piedade esse meu princípio, pois no fundo, não tenho paciência alguma em esconder-me! Sei que o que escrevo são absurdos, mas o mundo que vejo é uma absurdo também, um verdadeiro crime! Assim, não mais recuo minha verdadeira identidade, mas ainda assim, prefiro ser chamada por PUNKE. Creio que não há mais o que ser dito.
Contato com a autora: tatianepsilva5522@hotmail.com

Gostaram da novidade? Nós, particularmente, adoramos a ideia do livro. Além de original, é bastante promissora. Esperamos que deem uma conferida no trabalho e se divirtam com esse livro. Até mais!!


Livro: Belgravia
Autor (a): Julian Fellowes
Editora: Intrínseca
Páginas: 368
ISBN: 978-85-510-0007-6
Sinopse: Ambientada nos anos 1840, quando os altos escalões da sociedade londrina começam a conviver com a classe industrial emergente, e com um riquíssimo rol de personagens, a saga de Belgravia tem início na véspera da Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington. Pouco antes de uma da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país. O duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas. Muitos morrerão no campo de batalha ainda vestidos com os uniformes de gala. No baile estão James e Anne Trenchard, um casal que fez fortuna com o comércio. Sua bela filha, Sophia, encanta os olhos de Edmund Bellasis, o herdeiro de uma das famílias mais proeminentes da Bretanha. Um único acontecimento nessa noite afetará drasticamente a vida de todos os envolvidos. Passados vinte e cinco anos, quando as duas famílias estão instaladas no recente bairro de Belgravia, as consequências daquele terrível episódio ainda são marcantes, e ficarão cada vez mais enredadas na intrincada teia de fofocas e intrigas que fervilham no interior das mansões da Belgrave Square.

Ator, escritor, diretor e produtor de cinema e tv, autor de dois romances e mestre em Literatura pela Magdalene College, em Cambridge, Julian Fellowes é o criador da aclamada série de TV Downton Abbey, que também roteirizou e produziu e pela qual recebeu três prêmios Emmy. No cinema, recebeu o Oscar de melhor roteiro original por Assassinato em Gosford Park  e prêmios do Writer’s Guild of America, do The New York Film Critics Circle e da National Society of Film Critics. Natural do Cairo, no Egito, e criado em Londres, Jullian Fellowes recebeu em 2011 o título de Barão Fellowes de West Stafford, tornando-se par vitalício do Pariato do Reino Unido e passando em seguida a integrar a Câmara dos Lordes. Atualmente mora com a esposa, Emma, parte do tempo em Dorset e parte em Londres.

   Na noite do dia 15 de junho de 1815, as grandes personalidades da alta sociedade britânica se reuniram em Bruxelas para o que se tornou uma das mais trágicas festas da História: o baile da duquesa de Richmond. O evento ocorreu na véspera da Batalha de Waterloo e vários belos rapazes que participavam do baile, logo no dia seguinte, estariam nos campos de batalha ainda com os uniformes de gala. Contudo, para Sophia Trenchard, a jovem e bela filha do principal fornecedor de suprimentos do duque de Wellington, aquela foi uma noite decisiva
   Vinte cinco anos depois, quando os Trenchard, da classe industrial emergente, se mudam para o novo e elegante bairro de Belgravia, as verdadeiras repercussões daquele evento serão sentidas. Uma única revelação será capaz de alterar o destino de todos. Nesse novo mundo, em que a aristocracia passa a conviver com os novos-ricos, há quem prefira que os segredos do passado continuem enterrados. 
   Belgravia é uma saga fascinante e irresistível, cheia de reviravoltas e referências históricas, que revela os escândalos, segredos e intrigas guardados a portas fechadas nas mansões da alta sociedade londrina de meados do século XIX, bem como também é, como diz o autor, "uma história sobre pessoas que viveram há dois séculos e, ainda assim, muito do que elas desejaram, muito do que se ressentiam e as paixões arrebatadoras em seus corações são bastantes parecidas com os dramas que vivemos agora, em nosso tempo".

   Pioneiramente, Belgravia, no Brasil e na grande maioria dos países em que foi lançado, foi publicado semanalmente em e-book, com 11 capítulos de finais surpreendentes, como uma forma de homenagear à tradição dos folhetins britânicos. Quando o primeiro e-book foi lançado, Dançando Para a Batalha, ele foi liberado gratuitamente para apreciação — foi quando e como eu conheci Belgravia. Após ler o primeiro capítulo, pude notar que era, sim, uma leitura que valia a pena, principalmente para mim, que nunca antes havia lido um Romance de Época ou Histórico. A melhor parte disso tudo é que, após lançar todos os 11 e-books, a Editora Intrínseca finalmente anunciou a publicação do livro físico, e eu, claro, resolvi que iria lê-lo.
   Antes de ler Belgravia, eu nunca tinha lido nada do autor, nem mesmo assistido a famosa série televisiva Downton Abbey, que Fellowes criou e roteirizou. Contudo, eu já tinha visto muitas pessoas comentarem o quanto a série era boa, sobre como o autor era talentoso e costumava criar grandes reviravoltas em suas tramas. Ainda assim, eu não esperava muito do livro, principalmente por nunca ter lido nada do gênero. Acredito que tudo isso tenha, no fundo, sido muito importante, já que Belgravia me surpreendeu do começo ao fim e, quando as peças do quebra-cabeça começaram a se unirem numa grandiosa reviravolta, percebi que não poderia ter escolhido um livro melhor para ser a minha primeira aventura pelo gênero Romance Histórico.
   De uma forma bastante incomum, a narração de extrema maestria acontece em terceira pessoa e proporciona uma leitura empolgante e recheada de fortes emoções. Eu diria que por ser roteirista — um bom roteirista, ressalto —, Fellowes consegue trabalhar a escrita de uma forma bem cinematográfica, no sentido em que flui muito bem, além de nos possibilitar uma perspectiva clara e ampla dos personagens, das cenas, das paisagens e de todo o universo londrino na qual a história está inserida, mesmo com uma linguagem extremamente formal e rebuscada

— Você deve me achar muito idiota. Por não ter suspeitado de nada.
Mas Maria não ia dar ouvidos a isso.
— Claro que não. Para quem tem coração puro, todas as coisas são puras. Você não tem inclinação para intrigas, por isso não suspeitei disso nos outros.


Alô, fãs de Belo Desastre! A Verus Editora liberou recentemente a capa de Algo Belo, uma espécie de spin-off de Belo Desastre. Confiram abaixo a capa e a sinopse:

algo-belo
Sinopse: America Mason, uma atrvida graduanda da Eastern State University está apaixonada por um Maddox - Shepley Maddox. Diferentemente de seus primos, Shepley faz muito mais o tipo amante do que lutador, mas uma viagem à casa de seus pais em Wichita - Kansas, pode significar o próximo passo, ou o fim de tudo.

O livro será publicado em março de 2017. Deixem nos comentários o que vocês esperam de mais esse sucesso!


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Oi, pessoal!!! Querem mais novidades e dicas? Hoje nós estamos aqui, mais uma vez, para divulgar uma obra bastante promissora e que promete agradar os fãs de suspense e romances mais eletrizantes (sobre traição, principalmente). De Brenda Carvalho, apresentamos: Um Beijo no Escuro.

Sinopse: "Você foi um menino muito levado. Acho que vamos brincar um pouco.” Essa é a frase que a jornalista Judite Fernandes Guerra encontra em uma carta que estava no bolso da calça de seu marido, a mesma roupa que ele usava no dia em que sofreu um acidente de carro que o deixou em coma há cinco anos. Em cima da carta, a marca de um beijo com batom de cor coral e a assinatura de M. M. Judite chega à conclusão que seu marido a traía e, como ela não pode esclarecer as dúvidas com o esposo em coma, decide investigar quem é a M. M. que assina a carta e, assim, se envolve em um emaranhado de situações problemáticas que a farão descobrir um passado mais negro do que imaginava existir. Em sua busca no “escuro”, ela se depara com o novo e interessante médico de seu esposo, que a faz pensar como nunca que poderia deixar o marido para viver uma aventura amorosa.

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S O B R E  O  A U T O R  A
Brenda Carvalho é escritora, jornalista, colunista de um site e autora do romance "Um beijo no escuro". Publicou o livro de poesias "Doce dor, Amargo desejo", além de contos como "Noite Malandra", "Flores para ela", "Amor de escanteio", "Geração sem vida" e outros, ambos disponíveis nas lojas da Amazon. A autora trabalha na escrita de seu terceiro romance e segundo livro de poesias e vê na escrita a sua melhor forma de se libertar e de se expressar.  É apaixonada por literatura, cinema e bons goles de café quente de queimar a língua.

Redes sociais para seguir e acompanhar o trabalho de Brenda:
Página no Facebook: @escritorabrendacarvalho
Instagram: @brarvalho
Twitter: @brarvalho

Gostaram da novidade? Nós, particularmente, adoramos a ideia do livro. Além de original, é bastante promissora. Esperamos que deem uma conferida no trabalho e se divirtam com esse livro. Até mais!!


Livro: Um Ano na Vida de Um Gênio
Autor (a): Stacey Matson
Editora: Geração Editorial
Páginas: 264
ISBN: 9788581303574
Sinopse: Eu, Arthur A. Bean, vou ser famoso. Não vai ser fácil, eu sei. A sétima série já está ficando em meu caminho. Meu verdadeiro amor, Kennedy, mal me nota, e a sra. Whitehead não entende meu gênio criativo. Além disso, Robbie Zack (aquele perdedor) pensa que eu roubo suas ideias, coisa que eu não faço. Não é trapaça se acontecer de você ler coisas de outra pessoa e, em seguida, ter uma explosão de inspiração. Tenho certeza de que é o que todos os escritores famosos fazem. E eu vou ser famoso. Eu só preciso ganhar o concurso de contos deste ano… Bem-vindo a um ano na vida de Arthur A. Bean. Ele é irreverente, ultrajante… E se as ameaç as de Robbie se cumprirem, ele está prestes a ter a cabeç a enfi ada no vaso sanitário!

Este livro divertido nasceu da tese de mestrado da autora na Universidade de British Columbia. Matson também dirigiu o programa de turismo e teatro do Parliament Hill, e criou os programas de interpretação do Museu Glenbow, Fort Calgary e do Aquário de Vancouver. Além de escrever, Matson gosta de jogar squash, esquiar, tocar piano e… Se vestir de princesa em festas de aniversário infantis!

   Você provavelmente não o conhecesse — ainda que deveria! —, seu nome é Arthur Aaron Bean, mas normalmente atende por Arthur. Ele passou um longo verão na casa dos avós em Balzac, mas agora está de volta ao prédio onde mora, bem perto da escola. Arthur é bem multitarefa e gosta de fazer várias coisas ao mesmo tempo, ainda que seu maior hobbie seja escrever. Ele adora Escrita Criativa, de modo que espera ansiosamente que tenham isso na aula e que ele não a perca. Arthur devia ser o melhor escritor no Ensino Fundamental I e pretendia continuar sendo nessa nova fase estudantil e ficar rico sendo romancista dali alguns anos.
   Arthur é recém-chegado a Terry Fox Junior High e a secretária lhe disse que está em uma classe com algumas pessoas da escola anterior — ainda que ele saiba que isso foi apenas para deixá-lo mais confortável, mas a verdade é que ela queria dizer “amigos” no lugar de “pessoas” e Arthur, bem, não tinha amigos. Não, ele até tinha amigos, um ou dois, não mais que isso, que não faziam parte das pessoas que escreviam coisas como “pençamentos”. 
   Numa trama divertida, repleta de alusões literárias e que promete agradar fortemente o público infanto-juvenil, Um Ano na Vida de Um Gênio, como já sabem, vai nos apresentar Arthur, um pré-adolescente que enfrentará desventuras em sua nova escola, enquanto tenta ganhar um concurso literário e provar que era verdade o que a sra. Lewis, antiga professora, havia dito: que ele era muito original e que prometia de verdade tornar-se a próxima J. K. Rowling.

Ela está com ciúmes do meu talento. Não posso vencer. A sra. Whitehead me odeia. Ela deixou isso bem claro. Acho que um autor famoso deve ter partido secretamente seu coração quando jovem.

   Quem me conhece sabe que eu (apesar dos 17 anos) sou fanático por Diário de Um Banana, e ter a chance de ler Um Ano na Vida de Um Gênio se compara muito bem ao prazer de ler a igualmente divertida e famosa série de Jeff Kinney. A narrativa, contudo, acontece de uma forma bem peculiar — nunca antes vista por mim. Com notação dos meses, ficamos cientes de toda a trama por meio do diário de Arthur, troca de e-mails, panfletos, anúncios, troca de mensagens com os professores e conversas com amigos, o que dá ao livro uma leveza extraordinária.
   A escrita, em suma, é bem simples e feita, fazendo jus ao gênero, para o público infanto-juvenil — o que não impede, claro, que o público totalmente juvenil ou adulto venha a gostar. A trama acontece de uma forma muito divertida. É como se os acontecimentos conversassem literalmente com quem lê, o que traz um dinamismo bacana e torna a obra um passatempo divertido, fluido e instigante — quem tiver com ressaca literária, é uma boa opção para descontrair. Eu tinha boas expectativas, e, bem, elas foram muito bem sanadas.
   Devido ao formato do livro, os personagens não são trabalhados em suas totalidades, e os privilégios ficam mais para o personagem principal, Arthur. Apesar disso, alguns de seus “amigos” acabam aparecendo, sim, e completam o pacote diversão, como é o caso de sua parceira de Escrita Criativa, Kennedy e Robbie, a quem Arthur presta tutoria. Nosso protagonista, contudo, talvez seja único problema do livro. Extremamente arrogante, insensível e egocêntrico, Arthur é alguém para se observar e divertir, mas jamais se inspirar! Vou lhe mostrar o porquê:

TRECHO DO DIÁRIO DE ARTHUR:
“Algumas pessoas são estúpidas. Pessoas como Robbie Zack, e como a sra. Whitehead (é a professora dele, gente!), por vir com uma punição de merda para cima de mim, porque ela sabe que provavelmente sou mais inteligente que ela, e que vou ser famoso e nunca lhe dedicarei um livro. Não vou incluí-la nos agradecimentos."

CARTA DE ARTHUR A UMA PROFESSORA:
“Além do mais, quem gostaria de ser amigo de caras como Robbie Zack? Eu não sou amigo de pessoas que escrevem ‘pençamentos’ com ç”. 

TRECHO DE UM POEMA ESCRITO POR ARTHUR (MORRI NESSA HORA):
Você nem sabe direito escrever
Parece que nem fez o fundamental
Mas acho que não saber gramática não vai lhe fazer falta
Já que seu destino é lavar quintal

   Viram só? Eu disse que o livro era divertido! Além disso, ganhou no Brasil uma edição bem bonita. A Geração Editorial, como sempre, teve um cuidado muito incrível com o livro, desde a divulgação a estrutura da edição, que possui uma capa muito bonita, que faz jus ao enredo, e uma diagramação feita com esmero e com um design interno composto por fontes e tamanhos diversos (o que agrada os pequeninos), contendo até umas poucas ilustrações.
   Por fim, deixo aqui um apelo para quem estiver procurando um livro simples, leve e, principalmente, divertido. Um Ano na Vida de Um Gênio é mais que recomendado. A resenha ficou bem curtinha, eu sei, mas não pensem que é porque eu esteja com preguiça. Não, não é, é simplesmente pelo fato de não haver muito o que ser abordado — além do que já foi dito. Vale ressaltar também que Um Ano na Vida de um Gênio é um livro educativo e mostrará muitas coisas boas e ensinamentos a quem lê, além de fazer com quem muitos se identifiquem com as experiências vivenciadas por Arthur. Uma leitura muito bem recomendada para as crianças. Bem, não só para elas, claro!

Primeiro parágrafo do livro: “Cara sra. Whitehead, como sabe, não fui à aula ainda, mas minha vizinha do lado, Nicole, sugeriu que eu lhe escrevesse uma carta, já que vou começar logo.” 
Melhor Quote: “Gentileza gera gente ilesa.”




E pra começar um 2017 cheio de novidades, apresentamos nossa mais nova coluna: Li Até a Página 100 e..., uma espécie de Primeiras Impressões que antecederá as resenhas de vários livros lidos por nós. O escolhido de hoje é Belgravia, novo livro de Julian Fellowes, autor de Downton Abbey.


PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100: "Na verdade, estavam tão envolvidos na conversa que não repararam nos dois indivíduos de aparência distinta se aproximando."

DO QUE SE TRATA O LIVRO: É um romance de época, meio histórico também, que narra as desventuras de duas grandes famílias, e em meio a isso mostra que não é por ser do século XIX que as pessoas são santas e comportadas. 

O QUE ESTÁ ACHANDO ATÉ AGORA?
Esse é o primeiro romance de época (uma fração histórico) que leio. No início, não estava conseguindo me situar dentro da trama, da época, mas estou imensamente feliz em dizer que, do meio para o fim, Belgravia se mostra uma fascinante e grata surpresa.

O QUE ESTÁ ACHANDO DO PERSONAGEM PRINCIPAL?
O livro é narrado em terceira pessoa e não possui personagem principal, mas personagens principais, que são, no caso, membros das duas famílias britânicas presentes no livro. E elas são incríveis e bastante reais.

MELHOR QUOTE ATÉ AGORA:
"Todo mundo sabe que é melhor ser crédulo do que desconfiado". 

VAI CONTINUAR LENDO?
Com certeza!

ÚLTIMA FRASE DA PÁGINA 100: "Sra. Trenchard — disse ela. — Aquele homem sobre quem estávamos falando outro dia..."


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