Essa novidade é para todos aqueles que amaram o sucesso young-adult Por Lugares Incríveis! A Editora Seguinte lança, neste mês, o novo livro de Jennifer Niven: Juntando os Pedaços. Vamos conferir a capa e a sinopse?

Jack tem prosopagnosia, uma doença que o impede de reconhecer o rosto das pessoas. Quando ele olha para alguém, vê os olhos, o nariz, a boca… mas não consegue juntar todas as peças do quebra-cabeça para gravar na memória. Então ele usa marcas identificadoras, como o cabelo, a cor da pele, o jeito de andar e de se vestir, para tentar distinguir seus amigos e familiares. Mas ninguém sabe disso — até o dia em que ele encontra a Libby. Libby é nova na escola. Ela passou os últimos anos em casa, juntando os pedaços do seu coração depois da morte de sua mãe. A garota finalmente se sente pronta para voltar à vida normal, mas logo nos primeiros dias de aula é alvo de uma brincadeira cruel por causa de seu peso e vai parar na diretoria. Junto com Jack. Aos poucos essa dupla improvável se aproxima e, juntos, eles aprendem a enxergar um ao outro como ninguém antes tinha feito.

É claro que vai ser um sucesso, hein? Quem aí também vai, sem dúvidas, dar uma conferida nessa nova história de amor e superação? Aguardem nossa resenha. 


Livro: Biblioteca de Almas
Título original: Library of Souls
Autor (a): Ransom Riggs
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
ISBN: 978-85-8057-966-6
Sinopse: Um poder extraordinário. Um exército de monstros. Uma batalha épica pela sobrevivência do mundo peculiar. Biblioteca de Almas é o último volume da celebrada trilogia iniciada com O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares. Neste terceiro livro, depois de sofrer com a morte do avô, conhecer crianças com habilidades peculiares em uma fenda temporal e partir pelo mar em uma busca desesperada para curar a srta. Peregrine, Jacob vai finalmente enfrentar a inevitável conclusão dessa turbulenta jornada. Jacob descobre uma poderosa habilidade e não demora a explorá-la para resgatar os amigos peculiares e as ymbrynes da fortaleza dos acólitos. Junto com ele vai Emma Bloom, uma menina capaz de produzir fogo com as mãos, e Addison MacHenry, um cão com faro especial para encontrar crianças perdidas. Partindo da Londres dos dias atuais, o grupo vai percorrer as ruelas labirínticas do chamado Recanto do Demônio, uma complexa fenda temporal que abriga todo tipo de vícios e perversões. É ali que o destino de peculiares de toda parte será decidido de uma vez por todas. Tal como os volumes anteriores da série, Biblioteca de Almas une fantasia, aventura e sombrias fotografias de época para criar uma experiência de leitura única.

SÉRIE "O LAR DA SRTA. PEREGRINE PARA CRIANÇAS PECULIARES"
    1.  O Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares
    2.  Cidade dos Etéreos 
    3.  Biblioteca das Almas 

EXTRAS
    1.  Contos Peculiares

Ransom Riggs cresceu na Flórida e hoje mora em Los Angeles. Sempre seguiu uma dieta à base se histórias de fantasmas e comédias britânicas, o que provavelmente explica o estilo de seus romances. Não são poucas as chances de ele ficar escondido debaixo da sua cama, pronto para dar um susto em você (vá conferir). Se não o achar lá, você certamente vai encontrá-lo no Twitter: @ransomriggs. 👤

   Em O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares, após a morte de seu avô, Jacob parte para uma misteriosa ilha no interior do Reino Unido, em busca de respostas, na esperança de descobrir a verdade por trás das histórias do avô, que jurava ter vivido num orfanato para crianças com dons peculiares, antes de ter se mudado para os Estados Unidos. Na ilha, Jacob encontra o orfanato numa fenda temporal protegida pela ymbryne Alma LeFay Peregrine, que mantém as crianças da história do avô de Jacob congeladas no tempo, para que não sofram os efeitos da Guerra Mundial que destruíra o orfanato. 
   Dias depois de descobrir a fenda temporal e os amigos de seus pais, Jacob vê a srta. Peregrine ser caçada por criaturas e se tornar incapaz de manter a fenda que protegia as demais crianças. Então, em Cidade dos Etéreos, Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina e ele percebe que terá ainda de percorrer um caminho longo, árduo e repleto de perigo. 
   Por fim, quando menos esperamos a história de Jacob começa a ganhar contornos finais, e em Biblioteca de Almas, que começa exatamente onde seu antecessor termina, somos levados a realidade do protagonista que, junto a Emma e Addison, tenta escapar de um etéreo na estação de metrô de Londres e continuar sua viagem para resgatar as ymbrines, que foram sequestradas pelos acólitos. Durante a viagem, Jacob enfrenta uma jornada dupla e começa a conhecer a si mesmo e sua peculiaridade. Com suas habilidades mais apuradas, ele encontra a fenda Recanto do Demônio, onde fica o cárcere dos amigos, e com a ajuda de um peculiar chamado Shanon segue rumo a fortaleza dos acólitos. Em sua jornada, Jacob acaba descobrindo a verdadeira intenção de Caul e encontrando as mais variadas situações, como peculiares marginalizados e viciados em determinadas drogas e outras histórias que não aparecem em seu estimado folclore, mas que são de extrema importância para lhe ajudar a atingir seu objetivo.


Como todos já sabem, a coluna "Ao Redor do Globo: Capas" está de volta e quem perdeu o primeiro post (de sua reestreia) clique aqui e leia agora mesmo. No post de hoje, a coluna traz as lindas e parecidas capas de um livro que foi resenhado recentemente aqui no blog: Loney, romance de estreia de Andrew Michael Hurley, lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. Quem quiser conferir a resenha e saber mais sobre esse incrível livro clique aqui e leia.

"Era impossível conhecer de verdade o Loney. O lugar mudava a cada afluxo e recuo das águas, e as marés revelavam os esqueletos daqueles que pensaram que poderiam escapar das suas traiçoeiras correntes. Ninguém jamais chegava perto da água. Isto é, ninguém exceto nós.”

Loney
Essa é a capa brasileira — a jacket, na verdade, visto que o livro possui a capa dura (preta) e essa jacket por cima. Seguindo os padrões da maioria das capas ao redor do mundo, a capa da edição Brasileira é incrivelmente bonita em seus sutis detalhes, que combinam totalmente com a atmosfera do livro. 


 
Ambas a capa são utilizadas na edição Britânica e a primeira é utilizada também nos Estados Unidos. Ah, e aqui no Brasil, sendo claro, ambas as capas são utilizadas. A primeira, como sabem, como jacket e a segunda como capa dura mesmo. Para mim, ambas são extremamente belas e falam muito sobre o gênero gótico do livro de Hurley. 

Essa é a capa da edição Espanhola. Que, por seguir também a linha da original, tem uma beleza bem salientada — apesar das cores e as fontes utilizadas não terem dialogado satisfatoriamente com a imagem. 


Essa é a capa do áudio-livro! Não sei exatamente em que país ele é utilizado, mas presumo que seja em todos aqueles de língua inglesa, visto que o áudio utiliza dessa linguagem. A capa minimalista é uma jogada super inteligente, pois combina muito com toda a simplicidade do livro e dialogo com seu caráter sombrio e psicológico. 


 
A primeira capa é da edição da Itália e a segunda é mais uma das edições Britânicas — lugar onde o livro foi lançado e muito bem recomendado. Para mim, graficamente falando, ambas as capas são extremamente lindas, principalmente pela salientada sutileza. 

Essa é a capa que mais foge do padrão, ainda que não deixe de reforçar bem o gênero e as características do romance. Da edição de Portugal, a capa não é tão sutil quanto as demais, mas, ainda assim, possui uma intrínseca beleza. 

Por fim, ressalto que me faltam palavras para explicar Loney, não que seja extremamente complexo. Não, não é isso, é apenas um livro bem diferente do que costumamos ter contato e, sendo sincero com vocês, é muito mais que um romance gótico e/ou de estreia, é um clássico da literatura, onde todas as suas características apontam para isso. Como ressaltou o Telegraph, "poucos romances de estreia são tão bem construídos, com um domínio tão seguro do tom". Acredito que os amantes de romances góticos, de suspenses leves e misteriosos e que curtem livros que apelam para uma crítica religiosa, vão encontrar em Loney o livro certo. Os fãs de Stephen King, Gillian Flynn, Josh Malerman e Edgar Allan Poe também certamente se sentirão satisfeitos com o romance de estreia de Hurley! Altamente recomendado. 

E você? Já leu Loney? Deixe aqui sua opinião sobre qual capa é a mais bonita e, caso queira, sugestões para as próximas capas da coluna. Teremos o maior prazer em ouvi-los. Comentem!


Oi, gente! Olha só quem, depois de dois anos de estagnação, voltou. Quem pensou na coluna "Quotes de Quarta", acertou em cheio. Para quem não lembra, a intenção é total e puramente de compartilhar com vocês trechos incríveis de nossos livros preferidos, certo? Então vamos lá!


"A confiança é uma negligência, na melhor das hipóteses. Na pior, é uma boa maneira de acabar morta."
– Fallen (Lauren Kate)


"O amor é veneno. Um doce veneno, sim, mas mata do mesmo jeito.”
– A Fúria dos Reis (George R. R. Martin)


"O amor faz você querer ser um homem melhor – certo, certo. Mas talvez amor, amor de verdade, também lhe dê permissão para ser apenas o homem que é."

– Garota Exemplar (Gillian Flynn)


Livro: O Menino no Alto da Montanha
Título Original: The Boy at the Top of the Mountain 
Autor (a): John Boyne
Editora: Seguinte
Páginas: 225
ISBN: 978-85-5532-012-3
Sinopse: Quando fica órfão, Pierrot é obrigado a deixar sua casa em Paris para recomeçar a vida com sua tia Beatrix, governanta de uma mansão no alto das montanhas alemãs. Porém, essa não é uma época qualquer: estamos em 1936, e a Segunda Guerra Mundial se aproxima. E essa não é uma casa qualquer: seu dono é Adolf Hitler. Logo Pierrot se torna um dos protegidos do Führer e se junta à Juventude Alemã. Mas o novo mundo que se abre ao garoto fica cada vez mais perigoso, repleto de medo, segredos e traição.

John Boyne nasceu na Irlanda, em 1971, e mora em Dublin. Escreveu diversos romances que já foram traduzidos para mais de quarenta idiomas. Seu livro mais célebre, O Menino do Pijama Listrado (2007), lhe rendeu dois Irish Book Awards, vendeu mais de 5 milhões de exemplares pelo mundo e foi adaptado para o cinema em 2008. Suas obras já foram traduzidas para mais de 45 idiomas. Escreveu diversos romances de sucesso para adultos e livros infanto-juvenis, como Noah foge de casa, A coisa terrível que aconteceu com Barnaby Brocket, Tormento e Fique onde está e então corra. 

   Filho de um alemão e de uma francesa, Pierrot Fischer levava uma vida humilde com os pais em Paris. Aos quatro anos, porém, é obrigado a lidar com a morte do pai e, aos sete, com a perda da mãe. Sem ter para onde ir ou quem o sustentasse, o menino acaba passando uma temporada no orfanato em Orléans, até receber uma carta de uma tia distante, pedindo que fosse morar com ela. Tia Beatrix é governanta em Berghof, uma mansão no alto de uma montanha alemã, perto da divisa com a Áustria. Pelo que Pierrot ouve falar, o senhor da casa só passava algumas temporadas ali, mas era temido por todos os empregados. 
  Para garantir a segurança do menino, Beatrix diz que agora ele agora vai se chamar Pieter, ressaltando sua ascendência alemã, e que nunca mais deve falar sobre seu passado — principalmente sobre seu melhor amigo judeu que ficou em Paris. Quando finalmente conhece o patrão da tia, Pierrot — agora Pieter — descobre que se trata de ninguém menos que Adolf Hitler, líder do Partido Nacionalista-Socialista e comandante do país. Apesar do temor inicial, em pouco tempo o menino é escolhido pelo Führer, que o presenteia com um uniforme da Juventude Hitleriana e se torna a principal referência do garoto. Até então uma vítima constante do bullying, agora Pierrot vê na autoridade recém-adquirida uma possibilidade de inverter o jogo. 
   Pierrot, como dito, tem um amigo judeu chamado Anshel, e, mesmo depois de se distanciar dele, continua a amizade com o amigo por cartas. Contudo, com o tempo, Pierrot começa a odiar Anshel, toma Hitler como espelho e começa a ver todos como seus súditos. Depois que ganha de presente do próprio Hitler o uniforme da Juventude Hitleriana, as mudanças em Pierrot ficam extremamente visíveis e o garoto feliz e ingênuo se transforma em um jovem inconsequente, autoritário e infeliz. O amadurecimento de Pierrot é carregado de dor e sofrimento, e quando o garoto chega na vida adulta começa a ver que as coisas não eram como ele pensava e que, principalmente, Hitler não era seu amigo. 

Anshel atribuiu a Pierrot o sinal do cachorro, porque considerava seu amigo gentil e fiel; Pierrot adotou o sinal da raposa para Anshel, que era o mais inteligente da classe.

   Quando fiquei sabendo que seria lançado mais um livro do John Boyne, a expectativa foi lá em cima. O tema do livro já é característico do autor, então eu já sabia que poderia esperar uma leitura fluida, objetiva e com uma história emocionante — porque é John Boyne, certo? — , e também cheia de detalhes e aprendizagem. Depois que li a sinopse, eu tive certeza de duas coisas: que (1) o livro seria destruidor — no bom sentido — e (2) mostraria o lado humano da sociedade de uma forma direta e realista, como sempre faz Boyne, um escritor que, novamente, veio me mostrar o porquê de ser um de meus autores favoritos. Enfim... nem preciso dizer que comecei a ler com toda a ansiedade e curiosidade possível, hein?
   A riqueza dos detalhes me impressionou bastante. O autor dividiu  o livro em quatro partes: 1936, 1937, 1942 e 1945, acompanhadas de um epílogo de cortar nossos corações, que acontece depois da II Guerra Mundial. Vale ressaltar ainda que Boyne fez tudo muito bem feito, e o melhor: sem pontas soltas. Apesar de o livro ser pequeno, a história foi bem feita e fica claro que o autor pesquisou bastante para construir um enredo cheio de detalhes e com uma quase perfeição estética. No decorrer da trama, os personagens vão amadurecendo e outros vão aparecendo na mesma intensidade em que ensinamentos sobre amizade — um dos maiores motivos de eu ter gostado do livro — são passados.
   John soube explorar bem os personagens fazendo o leitor sentir na pele cada experiência e sensação, além de, claro, continuar com o mesmo estilo de escrita dos livros anteriores: claro, objetivo e tocante. O livro é bem impactante e profundo — me peguei chocada em vários momentos da história, não só pela mudança que Pierrot sofreu, mas também pelas características do meio em que vive, as coisas que presenciava e a normalidade que ele começou a ver em algumas crueldades que observava durante os dias. Ainda vale ressaltar que a narração é em terceira pessoa, sempre sob o ponto de vista de Pierrot, o protagonista, que é uma criança ingenua e indefesa no início do livro, mas que por influência do meio em que vive se torna arrogante e autoritário nas páginas seguintes.

 "Então seu amigo disse que tinha uma história para contar; a história de um menino com o coração cheio de amor e decência, mas que acabou corrompido pelo poder." 

   Misturar ficção e fatos históricos em um livro foi mais uma vez uma combinação inteligente feita por John Boyne. O Menino no Alto da Montanha deveria ser uma leitura obrigatória em todas as escolas, já que possui uma história que vai arrancar lágrimas de qualquer leitor e mostrar que muitas vezes o sofrimento é essencial para encontrar o seu verdadeiro lugar. Na verdade, todas as pessoas deveriam ler ao menos um livro desse autor na vida. John Boyne me agradou em tudo, e, como aconteceu na leitura de seus outros livros, chorei, sorri e aprendi muito. A única coisa que me incomodou foi o tamanho do livro e o final, que foi um pouco rápido demais, mas nada que afetasse o entendimento da história. 
   Sobre a edição desse livro, já começo falando da capa, que seguiu o mesmo padrão minimalista dos demais livros do autor. Ah, e junto com o livro a Seguinte deixou um marcador nas orelhas  — como de costume! Uma outra coisa que me agradou bastante foi o fato de ter um desenho explicando a comunicação entre Pierrot e  Anshel, visto que seu amigo era surdo. A diagramação e a edição com um todo continuam, assim como as demais do autor aqui no Brasil, maravilhosas. Não encontrei nenhum erro ortográfico e a tradução manteve o estilo de escrita que o John Boyne tem.  
   Por fim, quero dizer que esse livro foi uma das melhores leituras do ano. E, gente, a trama é maravilhosa, a leitura é rápida, fluida, e também não tem desculpa de dizer que o livro é grande, né? A história é muito emocionante e vai mostrar a quem ler o quanto uma criança pode ser influenciada por causa de sua vulnerabilidade. Pierrot teve uma vida cheia de arrependimentos, mas no final vai ver que uma amizade verdadeira nem o tempo destrói.


Primeiro Parágrafo: "O pai de Pierrot Fischer não morreu na Grande Guerra, mas sua mãe, Émilie, costumava dizer que a guerra o matara."  
Melhor Quote: "Você viu tudo. Sabia de tudo. E sabe também das coisas pelas quais foi responsável. As mortes que carrega na consciência. Você ainda é jovem, tem só dezesseis anos. Tem muitos anos pela frente para ficar em paz com sua cumplicidade no que foi feito. mas jamais convença a si mesmo de que não sabia."



E o Memória Musical de hoje está bem sutil e romântico. Os apaixonados por bons livros vão adorar. Aqui, hoje e agora, músicas que de alguma forma lembram A Geografia de Nós Dois, de Jennifer E. Smith, um dos melhores young adults já lançados. Quem perdeu a resenha, pode conferir aqui.


1 - YOU'RE STILL THE ONE, PAULA FERNANDES FEAT. SHANIA TWAIN.
Não tem como falar de romance e paixão sem falar de Paula Fernandes! As letras dela, de alguma forma, sempre podem ser associadas a alguma história de amor, e não seria diferente com A Geografia de Nós Dois. O livro fala muito sobre distância e de como o amor vence essa barreira geográfica, no caso do livro. You're Still The One fala muito sobre essa questão de que não há um lugar que seja longe, visto que o amor sempre é capaz de vencer qualquer distância. Paula Fernandes se inspirou, ao compor parte da música, em uma frase que seu namorado, que mora em outra cidade, disse: "Não há distância para quem mora do lado de dentro". 

2 - DISTÂNCIA, LUCAS E MATHEUS.
🎶 A distância não irá, nossas vidas separar
Pois você me quer, eu te quero também
Não importa onde eu estiver
Pode vir o que vier
Nada vai destruir, esse amor que já criou, raiz 🎶

Essa, então, nem se fala. Faz uma alusão perfeita a atmosfera do livro: leve, romântico, verdadeiro e poético. É uma excelente canção para se ouvir na companhia do livro, que, por ser bem leve, você consegue ler em menos de 24 horas. 

 Sobre o livro, novamente, não poderia deixar de enaltecer que é uma leitura rápida. Para quem busca algo que seja rápido, agradável e apaixonante, A Geografia de Nós Dois é o livro certo! Tem poucas páginas e os fatos, devido aos capítulos curtos, fluem com grande intensidade. É um drama muito apaixonante, com toques reais que retratam a vida de jovens, com um dinamismo que nos prende a narrativa e nos faz achar as 272 páginas ainda menores.Com fatos novos e inspiradores, a cada capítulo a autora nos conduz a realidades opostas, porém bem semelhantes quando vistas do mesmo ângulo, e nos leva a conhecer o que é o amor, a felicidade, e como é simples obtê-los. Eu recomendo para todos os amantes de bons young adults!  

E vocês? Já leram A Geografia de Nós Dois? Comentem quais músicas os fizeram lembrar do livro!


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Oi, gente!!! Tudo bem com vocês? Hoje nós estamos aqui para divulgar um livro que tem uma premissa incrível e que é fortemente indicado para aqueles que adoram uma boa ficção com pegada distópica, alternativa e futurista. Do autor Bruno Ma Louzada, publicado pela Chiado Editora, conheçam Machina Anima, o primeiro livro de uma trilogia. 

Número de páginas: 248
ISBN: 978-989-51-7245-0
Coleção: Viagens na Ficção
Gênero: Ficção
Sinopse: O mundo no futuro mudou e não necessariamente para o melhor. No pós Terceira Guerra Mundial, ele é um lugar cinza e frio para aqueles menos afortunados e um paraíso para aqueles que podem pagar por ele. A grande queda na população global fez com que androides substituíssem a mão de obra humana e deu poder a Corporações, que passaram a controlar tudo, desde a água que tomamos até o ar que respiramos. Frank, um ex-policial comum, trabalha para uma destas companhias como Recolhedor, que são aqueles que levam androides danificados para serem consertados, porém em uma de suas chamadas de serviço ele conhece algo, ou melhor, alguém, que irá mudar o seu mundo. Um homem comum com um trabalho comum, mas o homem certo na hora errada pode fazer toda a diferença.

S O B R E  O  A U T O R
Bruno é farmacêutico por formação, o que já o levou à fabricas, hospitais e até um ou dois depósitos nos quais passou quantidades imensuráveis de calor. Foi depois de sua saída do segundo deposito, uma ocasião até feliz, que decidiu por tentar algo que desde pequeno pensava em fazer: colocar no papel, ou melhor, no monitor de seu notebook, suas insanidades. Entre o trabalho e as atividades cotidianas que todos temos que nos submeter, Bruno passa seu tempo escrevendo, lendo, jogando videogame e fazendo o possível para que sua gata não destrua (mais ainda) a mobília.

C O M P R E  S E U  E X E M P L A R 
O livro está a venda nas grandes redes de livrarias, Google Play e Appstore, além do site da própria editora Chiado.

Não disse que a premissa era incrível!? Esperamos que tenham gostado da novidade e que, principalmente, resolvam dar uma chance para o livro e valorizar ainda mais nossa rica e bela Literatura Nacional. 


Livro: O Feiticeiro de Terramar
Título Original: A Wizard of Earthsea
Autor: Ursula Kroeber Le Guin
Editora: Arqueiro
Páginas: 175
ISBN: 9788580415216
Sinopse: Há quem diga que o feiticeiro mais poderoso de todos os tempos é um homem chamado Gavião. Este livro narra as aventuras de Ged, o menino que se tornará essa lenda. Ainda pequeno, o pastor órfão de mãe descobriu seus poderes e foi para uma escola de magos. Porém, deslumbrado com tudo o que a magia podia lhe proporcionar, Ged foi dominado pelo orgulho e impaciência e, sem querer, libertou um grande mal, um monstro assustador que o levou a uma cruzada mortal pelos mares solitários. Publicado originalmente em 1968, O Feiticeiro de Terramar se tornou um clássico da literatura de fantasia. Ged é um predecessor em magia e rebeldia de Harry Potter. E Ursula K. Le Guin é uma referência para escritores do gênero como Patrick Rothfuss, Joe Abercrombie e Neil Gaiman.

SÉRIE "CICLO DE TERRA MAR"
    1.  O Feiticeiro de Terramar
    2.  As Tumbas de Atuan 
    3.  A Praia mais Longíqua
    4.  Tehanu, o nome da estrela
    5.  O Outro Vento 
  
    Ursula Kroeber Le Guin nasceu em outubro de 1929, tendo hoje 86 anos. É filha do antropólogo Alfred Kroeber e da escritora Theodora Kroeber. Estudou na Radcliffe College e na Universidade de Columbia, casou-se em Paris com o jovem historiador Charles Le Guin. A autora tem uma vasta obra, que inclui poesia, contos e romances, publicada e traduzida no mundo todo. Foi vencedora dos mais renomados prêmios da literatura fantástica: Hugo, Nebula, Locus, Asimov, Lewis Carroll, Shelf, World Fantasy, entre outros. O Feiticeiro de Terramar ganhou o prêmio Horn Book do jornal The Boston Globe.

    O pequeno Duny perdeu a mãe antes mesmo de completar um ano de vida. Ele ficou sob os cuidados do pai, um homem bastante rígido e que não lhe dava carinho. Por isso, Duny cresceu na ilha de Gont, ao Norte de Terramar, como um garoto inquieto, que não tinha limites e com uma curiosidade enorme sobre o mundo e tudo o que ele abriga. Vendo que o garoto tinha habilidades muito especiais com um forte potencial de desenvolvimento, sua tia, uma bruxa famosa na aldeia de Gont, resolve ensinar à Duny tudo o que sabe sobre as artes mágicas e aos poucos o menino as desenvolve, aprendendo que pode exercer poder sobre muitas coisas a partir do momento em que aprende o verdadeiro nome delas.
    Aos 13 anos, Duny faz a passagem para o seu verdadeiro nome, uma tradição do universo de Terramar. Um mago, vindo de outra terra, o nomeia como Ged, de apelido Gavião (devido às suas habilidades para controlar as aves). Apenas os mais íntimos são aqueles dignos de conhecer o verdadeiro nome de cada pessoa. Ged o divide com o mago que o nomeou, Ogion, que o leva para sua casa para que lá possa lhe ensinar as artes mágicas. Porém Ged não se comporta de forma adequada e se empolga em descobrir novas magias acabando por violar as regras da casa de Ogion, entrando em sua biblioteca e tendo acesso ao conhecimento de uma magia perigosa contida em um de seus livros.
    Para que seu comportamento seja mais lapidado, Ogion o envia à escola de magia na ilha de Roke. Lá Ged tem acesso a todo tipo de feitiços, sejam eles puramente reais ou apenas ilusões impressionantes. Com o passar do tempo, Ged demonstra que nasceu para a feitiçaria e mostra todo o seu potencial, além de fazer algumas amizades, como Vetch e Jasper. Porém, seu relacionamento com Jasper é permeado por certa inveja e arrogância por parte de ambos. Isso leva Jasper a desafiar Ged e este, no ímpeto de provar ser um grande feiticeiro — mesmo ainda sendo muito novo — acaba liberando um espírito maligno que se apossa de seu corpo.
    Ged fica a salvo do espírito enquanto está sob o teto de Roke, um lugar totalmente protegido de qualquer maldição. Mas Ged sabe que quando puser os pés para fora da escola, o espírito o perseguirá e poderá apossar-se de seu corpo a qualquer momento. Porém, o maior temor não é o dano que o espírito fara a si, mas a toda Terramar, pois quando um espírito maligno se une ao corpo de um mago tão poderoso, desencadeia um mal terrível sobre todos os cantos do mundo. Para evitar o pior, Ged vai em busca do tal espírito a fim de destruí-lo após anos de preparação em Roke, e sente que finalmente está pronto para enfrentar seu destino.

"A idade adulta é paciência. A excelência é nove vezes paciência" (p. 26).


Olha a novidade para os amantes dos demonologistas mais famosos do mundo!  Ed & Lorraine Warren – Demonologistas é um dos lançamentos da Editora DarkSide e consiste numa biografia completa do casal Warren, escrita por Gerald Brittle. Confira a sinopse e a capa:

Eles enfrentaram os mistérios mais sinistros dos últimos sessenta anos, sempre em busca da verdade. Agora é a sua vez de entrar em contato com o sobrenatural. Você tem coragem? Então leia “Ed & Lorraine Warren: Demonologistas”, a biografia definitiva dos mais famosos investigadores paranormais do nosso plano astral. Não é de hoje que os fãs do terror conhecem Ed Warren e sua esposa, Lorraine. O casal foi retratado em filmes de grande sucesso, como Invocação do Mal, Annabelle e Horror em Amityville. Mas basta folhear as páginas de “Ed & Lorraine Warren: Demonologistas” para constatar que, muitas vezes, a vida pode ser bem mais assustadora que o cinema. No livro, Gerald Brittle desvenda alguns dos principais casos reais vividos pelos Warren. Ed e Lorraine permitiram ao autor acesso exclusivo aos seus arquivos sobrenaturais, que incluem relatos extraordinários de poltergeists, casas mal-assombradas e possessões demoníacas. O resultado é um livro rico em detalhes como nenhum outro. “Minha pesquisa foi totalmente baseada em Ed & Lorraine Warren: Demonologistas.”— Vera Farmiga — “É o livro mais assustador que já li.” — James Wan, diretor de Invocação do Mal 2.

O lançamento aconteceu no dia 06 de outubro de 2016 e promete ser um grande sucesso editorial no Brasil. Estamos bastante ansiosos para conhecer o livro, em virtude, principalmente, da vida peculiar que o casal Warren tem. A capa está belíssima e a sinopse, promissora, não concordam?  


Oi, gente! Olha só quem, depois de dois anos de estagnação, voltou. Quem pensou na coluna "Quotes de Quarta", acertou em cheio. Para quem não lembra, a intenção é total e puramente de compartilhar com vocês trechos incríveis de nossos livros preferidos, certo? Então vamos lá!


"– Você não faz ideia do quanto pensei em você. [...] de quantas vezes sonhei em estar tão perto de você. [...]– Céus, Juliette, eu a seguiria para qualquer lugar. Você é a única coisa boa que sobrou neste mundo."
— Estilhaça-me (Tahereh Mafi)


“Deixe-os ir, digo para mim mesma. Diga adeus e os esqueça. Eu tento meu melhor, pensando neles um por um, libertando-os como pássaros da cela protetora dentro de mim, trancando as portas para eles não retornarem.”
— Em Chamas (Suzanne Collins)


"Não havia explosões. Não havia fogos de artifício. Era uma chama lenta, queimando de dentro para fora."
— A Elite (Kiera Cass)


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Oi, gente!!! E as novidades não acabam nunca. Hoje estamos aqui pra falar de humor, de alegria e, claro, de boa leitura. Com vocês, Família Não Se Escolhe, da incrível Marta Arêas Campos, com histórias que prometem estampar um sorriso até nas mais insossas pessoas. Só para se ter uma ideia, o livro já foi comentado até pelo Prêmio Mark Wertz, vejam só o que eles falaram: "A autora tem veia jornalística no estilo Fernando Sabino e Paulo Mendes Campos, excelente para non-sense, com aquele toque de quem sonha acordada positivamente, sentindo e divertindo-se intimamente com o que escreveu. (...) tem o olhar e faro de escritora, como se diz no jargão. Excelentes comédias!".

Livro: Família Não Se Escolhe
Gênero: Contos, Humor
Sinopse: Almoços intermináveis em família, planos infantis mirabolantes, familiares que parecem caricaturas, micos homéricos e cenas inesquecíveis. Temos todos histórias em família que parecem ficção. 'Família não se Escolhe' reúne tudo isso em uma série de contos, curtos, simples e bem humorados. Por que a vida é feita dessas lembranças.


Livro: O medo mais profundo
Título original: Darkest Fear
Autor: Harlan Coben
Editora: Arqueiro
Páginas: 271
ISBN: 978-85-8041-614-5
Sinopse: Na época da faculdade, Myron Bolitar teve seu primeiro relacionamento sério, que terminou de forma dolorosa quando sua namorada o trocou por seu maior adversário do basquete. Por isso, a última pessoa no mundo que Myron deseja rever é Emily Downing. Assim, ele tem uma grande surpresa quando, anos depois, ela aparece suplicando ajuda. Seu filho de 13 anos, Jeremy, está morrendo e precisa de um transplante de medula óssea — de um doador que sumiu sem deixar vestígios. E a revelação seguinte é ainda mais impactante: Myron é o pai do garoto. Aturdido com a notícia, Myron da início a uma busca pelo doador. Encontrá-lo, contudo, significa desvendar um mistério sombrio que envolve uma família inescrupulosa, uma série de sequestros e um jornalista em desgraça. Nesse jogo de verdades dolorosas, Myron terá que descobrir uma forma de não perder o filho com quem sequer teve a chance de conviver.

Vencedor de diversos prêmios, Harlan Coben é o único escritor a ter recebido a trinca de ases da literatura policial americana: o Anthony, o Shamus e o Edgar Allan Poe, todos por livros da série Myron Bolitar. Suas obras já foram traduzidas para 41 idiomas. Aclamado na França, Coben é conhecido como o "mestre das noites em claro". Seu livro Não conte a ninguém foi transformado num premiado filme homônimo. Em 2015, Que falta você me faz também teve seus direitos vendidos para o cinema. Atualmente produz uma minissérie baseada em Não há segunda chance para a maior rede de TV da Europa. Mora em Nova Jersey com a esposa e seus quatro filhos.

    O agente esportivo e ex-astro do basquete, Myron Bolitar, teve sua carreira nas quadras encerrada quando seu maior rival e também astro do basquete, Greg Downing, armou uma cilada para que Myron se machucasse feio em uma partida e isso fez com que perdesse para sempre a capacidade de jogar profissionalmente de novo. E essa foi a vingança de Greg pela traição de sua ex-esposa, Emily, que dormiu com Myron um dia antes de se casar com Greg. Anos depois, Emily reaparece na vida de Myron com uma notícia inesperada: aquela noite de desejo e traição rendeu um fruto. Eles têm um filho de 13 anos chamado Jeromy, porém nunca revelou a real paternidade da criança a ninguém. Porém, a revelação é a arma que ela pretende utilizar para convencer Myron a embarcar em mais uma de suas investigações.
    Acontece que Jeromy sofre de uma grave doença e precisa de um doador de medula óssea. O único doador compatível está cadastrado no sistema de doadores, mas parece ter desaparecido do mapa e pelo visto não quer ser encontrado. Se esse transplante não ocorrer a tempo, o filho que Myron sequer teve a chance de conhecer pode morrer. Por isso, Myron banca o detetive mais uma vez e tenta descobrir o que há por trás do tal doador. Acaba se deparando com uma identidade falsa que o leva até o integrante de uma família muito rica e um possível serial killer cujos depoimentos de como sequestrou e matou suas vítimas foram dados em primeira mão a um repórter acusado de plagiar a história, chegando ao fundo do poço.

    Como fico feliz de poder ler mais uma vez um livro de Harlan Coben! O título de "mestre das noites em claro" com certeza não é em vão. Não sei explicar o que esse escritor faz para deixar os leitores passarem noites a fio — sem um pingo de sono — devorando suas obras. Com O medo mais profundo não foi diferente. Coben é sempre muito eletrizante e não consigo acreditar que passei tanto tempo — quase um ano inteiro — sem ler nada de sua autoria, especialmente porque o gênero investigativo muito me atrai. Por ser fã de seu trabalho, me torno suspeita para falar. Mas todos acabam se tornando suspeitos depois de entrarem em contato com Coben.
    A narrativa ocorre em terceira pessoa e tem como foco o personagem principal e herói da série, Myron Bolitar. A escrita de Coben tem muito fôlego, ou seja, flui perfeitamente bem. O autor descreve de forma contida — nem escasso, nem extrapolante — e trabalha com seu protagonista de tornando o leitor íntimo de todos os seus pensamentos e ações. Porém, um detalhe que Coben não mede é o sarcasmo. Myron, por ser carregado de ironia, acaba fazendo com que a narrativa, centrada nele, também o seja.

"— Tempo e esperança plantam as sementes do desespero. [...] A morte é um término e os términos impedem o plantar" (p. 146).


Oi, gente! Olha só quem, depois de dois anos de estagnação, voltou. Quem pensou na coluna "Quotes de Quarta", acertou em cheio. Para quem não lembra, a intenção é total e puramente de compartilhar com vocês trechos incríveis de nossos livros preferidos, certo? Então vamos lá!


"Às vezes acho que se eu tivesse de escolher entre uma espiga de milho e fazer amor com uma mulher, escolheria o milho."
— Água para Elefantes (Sara Gruen)


" — Ele acha que essa ideia que teve lhe dá poder sobre eles. Eu disse a ele que não é assim que funciona. Se você se importa com o que eles pensam, são eles que tem todo o poder."
— Amy e Matthew (Camie McGovern)


"Seja como você for fisicamente – disse ele –, homem ou mulher, forte ou fraco, doente ou saudável, tudo isso importa menos do que o que há em seu coração. Se tiver a alma de um guerreiro, você é um guerreiro. Independentemente da cor, da forma, do tom que a envolve, a chama do lampião permanece a mesma. Você é a chama."
— Anjo Mecânico (Cassandra Clare)


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