A primeira coisa que se precisa saber é que não se deve esperar que Piano Vermelho seja um Caixa de Pássaros, porque, apesar de toda a maestria em sua construção, ele não é afinado como o canto dos pássaros presos na caixa de Malorie.
Tartarugas Até Lá Embaixo é a história comovente e divertida sobre Aza Holmes, a garota que acredita que a vida é uma história que contam sobre nós, não uma história que escolhemos contar.
O Livro do Juízo Final transcende o gênero pelo qual é classificado. Ele é, acima de tudo, um livro que fala sobre amor, respeito e confiança. E é por isso que me marcou e ainda será capaz de marcar muito amantes de ficção — científica ou não.
Jenny escreveu Agora e Para Sempre, Lara Jean para deixar seus leitores felizes e de coração aquecido com essa história cheia de aprendizado. Não tenho dúvidas de que vão amar essa história.
Apesar de ter apenas 149 páginas, A Hora do Lobisomem é daqueles feitos para serem lidos de uma só vez, como um grande conto. Com uma linguagem rápida e capítulos curtos, dificilmente é um dos livros mais aterrorizantes, mas ainda assim tem a capacidade de surpreender.
Olá, pessoal. É com muita alegria que trago à vocês a resenha do filme mais esperado do ano. Com vocês, minha opinião sobre Em Chamas!
Poster oficial e nacional do filme. Capa nacional do livro publicado pela Rocco.
Katniss teve a infortunada ideia de desafiar a Capital ao sugerir à Peeta que se matassem na arena, para não cederem e, assim, entregar à Capital um vencedor.
Quando nossa protagonista – já presente no Distrito 12 – pensa que o risco é mínimo e que seu desempenho ao fingir que ama Peeta está produzindo resultados estimados, depara-se com uma perigosa visita: a do presidente Snow. É com sutis ameaças que Katniss percebe que terá que sacrificar o resto de sua vida para manter o presidente longe de si e de quem ama.
Mas talvez Snow já houvesse encontrado um modo mais fácil de matar os desafiantes sem que o povo desconfiasse ou questionasse suas mortes. Um destino que nem Katniss foi capaz de prever.
O Massacre Quartenário é feito a cada 25 anos de Jogos Vorazes, onde as regras tomam rumos diferentes, e onde as mortes são diversificadas e, para os expectadores, mais divertidas. Todos esperavam qualquer mudança no Massacre Quartenário que ocorreria naquele ano – aumento do número de tributos mandados, um ambiente mais hostil do que o comum, e etc – menos a escolha que foi tomada. Haveria um sorteio entre os vitoriosos de todos os anos em todos os distritos, e, um homem e uma mulher deveriam retornar para arena.
Agora Katniss não só voltará para o local de seus pesadelos, como terá que lutar com os vitoriosos, ou seja, os melhores dos assassinos existentes.
Mas havia outro problema: Peeta também voltaria para arena, e dessa vez, somente um poderia sair vivo.
Um filme que todos deveriam assistir. Em Chamas tem a capacidade de tocá-lo, de fazê-lo prender a respiração e de fazê-lo chorar.
Nessa adaptação temos a direção de Francis Lawrence (diretor de Água para Elefantes), que teve um total sucesso em seu trabalho, levando em conta a fotografia nítida e chamativa, as imagens com mais uso de tecnologia — em relação ao Jogos Vorazes — e a montagem da comprida história em um tempo pequeno, de modo que não ficasse cansativo, muito menos excessivamente rápido, para melhor a reflexão do telespectador.
O cenário estava claramente ligado as emoções dos personagens, assim como as cores usadas. A trilha sonora contribuiu inteiramente para a comoção do receptor, e os diálogos, todos, sem distinções, eram de natureza épica e impactadora. A junção de todas essas artimanhas contribuiu para que a entrada do contempladores na trama. Nunca foi tão fácil se sentir nesse ambiente não hostil e assustador.
O elenco se mostra um dos mais bem constituídos dos quais já tive contato. Jennifer Lawrence — atriz que interpreta a protagonista Katniss Everdeen — domina a maioria das cenas, com sua beleza física, a confusão da personagem e a imagem de fortaleza, que consegue transmitir com êxito. Já o personagem Peeta Mellark (Josh Hutcherson), não foi tão focado como no primeiro filme. Isso ocorreu pelo excesso de personagens quase tão importantes quanto ele. Finnick (Sam Claflin), mais um galã adicionado à essa distopia, foi uma grande surpresa para mim, assim como Johanna (Jena Malone). Ambos atores tinham tudo para não se encaixarem nos personagens, mas mostraram o quanto errada eu estava.
Outro personagem marcante foi o Presidente Snow (Donald Sutherland), que fez qualquer temê-lo. Nesse volume, realmente conseguimos compreender melhor sua natureza bruta e insensível. Também há como entender melhor Primrose (Willow Shields), que se mostra diferente da menina inocente, confusa e dependente do primeiro filme. Neste, Prim está muito mais madura, como se tivesse envelhecido e aprendido a cuidar de si mesma, e até mesmo dos outros.
Contudo, independente dessas carinhas bonitas selecionadas, as atuações foram além do imaginado e cumpriram com seu papel. São poucos os filmes que conseguem uma atuação satisfatória quando o principal objetivo é conseguir avatares bonitos para seus personagens.
Acredito que outro motivo pelo qual o filme tenha tido tanto triunfo seja porque ele seguiu com certa exatidão a linearidade do livro. Somente algumas cenas foram cortadas, e, muitas delas, realmente sem importância no contexto geral.
As lutas na arena foram emocionantes, muito mais que no filme Jogos Vorazes, até porque, os participantes eram mais treinados e experientes. Toda a ação desse filme fez o telespectador tremer em seu acento, sufocar gritos e roer as unhas. Nada foi simples, nada foi desestimulador nesse filme.
Algumas cenas foram demasiadas cruéis, sendo elas de chicotadas, de espancamento seguido de morte, tiros na cabeça... A trilogia Jogos Vorazes só é uma descoberta grande para o publico adolescente e adulto pela sua "veracidade" e a falta da visão romântica que temos em outros filmes, como exemplo, Crepúsculo.
Outro brilhantismo nessa adaptação que tenho obrigação de apresentar foi a alternância do "clima". Assim que tínhamos contato com uma cena estimulante e eufórica, uma cena triste e tocante vinha logo depois; esse equilíbrio fundamental foi imposto no filme inteiro.
A adaptação de Jogos Vorazes e Em Chamas acaba sendo até melhores que os livros — escrito por Suzanne Collins e publicados no Brasil pela Editora Rocco — que tem uma narrativa pobre e quebrada. Mas a reflexão por parte do receptor é a mesma nas citadas obras: um governo autoritário passando por cima dos direitos dos cidadãos de uma nação; uma classe mais privilegiada que as demais; a ideia de panem et circe (pão e circo) — que pode ser comparada aos estádios de futbol, feitos pelo governo para distrair a população; e as rebeliões, que, apesar de oprimidas, ganham força. Será que Em Chamas não inspira exatamente os jovens brasileiros — e os do mundo inteiro — que tem fome de justiça?
Bem, levando em conta tudo isso, não há como Em Chamas ter pecado em algo, há?
Toda vez que me deparo com um novo fenômeno mundial da literatura, sinto-me injustiçada por ter apresentar meus pensamentos, afinal, fenômenos são fenômenos, e, como o próprio significado da palavra diz, não podem ser explicados. No entanto, como se manter longe de tal obra? Sim, meus queridos leitores: hoje, falaremos sobre Jogos Vorazes! E que a sorte esteja sempre à nosso favor...
Capa do livro, lançado no Brasil pela Rocco, e pôster nacional do filme.
O mundo que conhecemos não existe mais. Após várias
catástrofes, o pouco que restou de nosso
planeta foi dividido em 13 Distritos, todos comandados pela Capital. Contudo,
houve uma época em que os distritos se rebelaram contra sua governadora e
lutaram violentamente contra a dominação, sem que pudessem encontrar sucesso
algum. O Distrito 13 foi dizimado, enquanto os outros, restabeleceram a ordem
criada pela Capital e deixaram que a obediência os tomassem novamente.
Assim nasceram os Jogos Vorazes, usados pela capital como um
modo de mostrar aos Distritos que são controlados e que nunca mais deverão
se tornar rebeldes novamente. Os Jogos
Vorazes são um evento onde colocam dois sorteados de cada distrito — um menino e
uma menina — dentro de uma arena com o objetivo de somente um sobreviver.
Katniss teve a infelicidade de nascer no Distrito 12, um dos
distritos mais pobres de Panem, anos depois dessa revolta. Sem opção,
inscreveu-se mais de uma vez no sorteio do Jogos Vorazes para que
pudesse receber mais a comida que lhe era tão escassa. Prim, sua irmã mais nova de doze anos, foi
obrigatoriamente inscrita, já que, todos nessa idade deveriam ter seus nomes
somados aos demais. E é dessa forma que
Prim foi escolhida para entrar na arena dos Jogos Vorazes, e matar todos os
outros competidores dos demais distritos, para que enfim, pudesse voltar para
sua casa sã e salva.
Contudo, Katniss não pode deixar que levassem sua irmã,
inocente e indefesa, e se voluntaria para representar seu Distrito. E agora?
Será que Katniss conseguirá acabar com os outros competidores e voltar para seu
Distrito? Lembrando que nos Distritos mais ricos, os competidores são treinados
a vida inteira para tal feito... A morte.
Quero informa-los que assisti primeiro o filme e depois li o
livro, então tais depoimentos e análises poderão ser vistas de formas
totalmente diferentes, e que, por minha escolha, além de opinar somente o
roteiro e o livro, também tomarei posição com relação à autora e os atores da
adaptação.
Como de costume, eu e a Gabi Prates decidimos assistir o tal
famoso Jogos Vorazes assim que foi lançado. Nunca fiquei tão boquiaberta com
uma adaptação: com as imagens, a emoção que o filme exalava. Senti-me em todo
momento na pele de Katniss e então eu acabei descobrindo mais uma paixão ao
abandonar a sala de cinema. A partir daquele momento, comecei a venerar a
escritora sem ter nunca tocado no livro. Mas esse mês, reservei meu tempo para
o tal fenômeno; e porque não? Então me deparei com uma pequena decepção.
O enredo é ótimo, obviamente, e não posso diminuí-lo em
nenhuma ocasião. No entanto, o que percebi na obra literária foi que Suzzane
Collins não tinha experiência alguma na escrita. Com uma história tão boa, notei
que a autora não transmitia nem a metade do entusiasmo que deveria transmitir
diante a situação de nossa protagonista. Outro ponto, foram suas pontuações,
que eram exageradas e quebravam ritmo do “momento”. Mas o que mais teve impacto sobre mim, foi
quando minha fraca memória recordou de alguns filmes que tinham a mesma base de
Suzanne Collins. O filme é basicamente assim: um reality show decidiu colocar
presos em uma arena para que pudessem se confrontar, o ganhador teria, não
somente a liberdade, como uma vida boa e fácil. E todos nós lembramos do filme
Tekken, não é? Que tem a ideia de distritos
pobres e dominados. E o que defini um enredo para mim? Sua ideia principal. Que,
nesse caso, outra pessoa já teve, e que a partir dessa base, poderia ser mudada
e melhorada.
E por mais que eu ache que Jogos Vorazes foi uma ideia fácil
e simples, ou que o livro não tenha me prendido muito; amo inteiramente o
filme. Como assim? – vocês devem estar se perguntando. Odeio adaptações, como a maioria dos leitores
compulsivos, mas essa me transmitiu a adrenalina, coisa que eu procurava na
obra literária e não consegui encontrar.
A autora Suzanne – tendo base ou não em outras histórias,
merecendo ou não o mérito por ter criado algo assim – conquistou a minha
admiração. Literatura juvenil não precisa ser banhada por romances, ou ter
cenas “picantes” menos exaltadas, ou até mesmo, ter uma violência menos constantes que os demais
livros. Adolescentes também querem sangue, amor, violência, adrenalina e morte
em seus livros. E que alguns autores que se colocam em posições limitadas,
sigam o exemplo!
Com relação ao filme: a escolha pelos atores foi muito bem
feita! As cenas muito bem exploradas, com um único intuito: colocar-nos na
mesma arena.
Indico o filme e o livro à todos vocês, é um fenômeno que
merece ser reconhecido. E que os Jogos Comecem!
Começaremos no blog uma série de posts quinzenais. Ao Redor do Globo, como o nome sugere, irá trazer várias capas de um mesmo livro, cada uma de um país. É algo interessante para nós, leitores, e esperamos contar com os comentários e opiniões de vocês.
Sem mais, faremos a estréia com chave de ouro: o grande fenômeno, Jogos Vorazes.
Capa brasileira.
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Conte-nos! Qual a sua preferida, entre todas as capas?
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