Olá, leitores! Na coluna Ao Redor do Globo de hoje mostrarei as capas de O Livro do Juízo Final (confiram a resenha aqui), escrito pela premiada autora de ficção científica, Connie Willis. Publicado pela primeira vez em 1992, a obra vem acumulando uma infinidade de capas diferentes, cada uma abordando um ângulo da história.
Esta é a capa brasileira publicada pela Suma de Letras em hardcover. Ela realmente ficou muito bonita e traz o impacto que a trama pede, em conjunto com as cores que entram em contraste sóbrio.
Esta foi a primeira edição, de 1992, publicada pela editora nova-iorquina, Bantam Spectra. Ela mostra Kivrin, a protagonista trajando as roupas que foram meticulosamente escolhidas para que viajasse para a Idade Média. Porém, ela está no meio de Oxford no inverno, a época natalina – em que ela viaja. São dois contrastes vistos através do recorte de três janelas que lembram a arquitetura de igrejas – o que conversa com a religiosidade, uma das questões abordadas no livro.
Como todos já sabem, a coluna "Ao Redor do Globo: Capas" está de volta e quem perdeu o primeiro post (de sua reestreia) clique aqui e leia agora mesmo. No post de hoje, a coluna traz as lindas e maravilhosas capas de um livro que foi resenhado recentemente aqui no blog: Piano Vermelho, o mais novo romance de Josh Malerman, lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. Quem quiser conferir a resenha e saber mais sobre esse incrível livro clique aqui e leia. Por fim, vale ressaltar que o post integra a Semana Especial que a Intrínseca e seus parceiros estão promovendo. Fiquem ligados!
Essa é a capa da edição publicada no Reino Unido, e é, em minha opinião, uma das mais bonitas. Com suas fontes remetendo ao gênero ficção-científica, a capa dessa edição mistura uma série de elementos — o soldado no deserto, por exemplo — que dizem respeito as peculiaridades da obra de Malerman.
Já essa é a capa da edição publicada lá no país governado pelo querido desgraçado Trump, os Estados Unidos. Com os elementos que mais remetem a história, essa é a capa que mais se liga ao suspense psicológico criado por Josh, começando pela fonte de aspecto trincado, esmagado e quebrado — como os ossos de nosso protagonista.
Com aquele jeitinho brasileiro e revolts de ser, essa é a edição lançada pela Intrínseca, que fugiu de todos os padrões lá de fora. Isso foi bom ou ruim? Bem, eu achei essa capa a mais bela, principalmente por fazer alusão a Caixa de Pássaros — e convenhamos que em tempos de marketing isso é tudo! O título do livro também foi modificado, mas eu acredito que ficou tão bom, ou até melhor, que o original. Intrínseca samba, certo?
Com uma vibe bem "Hello, Satã!", essa é a capa da edição lançada na Hungria. Não que a capa não dialogue com a trama, mas acredito que ficou um tanto quanto exagerada, fazendo com que o leitor crie expectativas que talvez o livro não alcance. Enfim, não gostei. Sobrenatural demais para um livro que não promete rituais satânicos e totalmente fora dos padrões.
Por fim, indico esse livro para todos os que gostam de histórias que nos instigam em todos os momentos a compreendê-las, arrancar suas máscaras e formular teorias. Prestar atenção a cada frase, personagem e detalhe conta muito para a compreensão, já que, como dito, o final consegue ser ainda mais peculiar que o de Caixa de Pássaros. Usem protetor auricular e estejam preparados para o que irão ouvir!
Olá, leitores! Na coluna Ao Redor do Globo de hoje trarei as diversas capas que foram publicadas em vários lugares do mundo da obra A Poção Secreta (confiram a resenha aqui!), da escritora Amy Alward.
"Não posso continuar reprimindo esses sonhos, sem, pelo menos, tentar torná-los realidade".
Estas são as capas publicadas no Reino Unido pela editora WH Smith. A da esquerda foi o mesmo estilo que o Brasil manteve quando o livro foi publicado pela Editora Jangada. O da direita foi a versão com a poção rosa disponibilizada para o Kindle. É uma capa muito fofa em comparação com as demais. A melhor versão, em minha opinião – e como a versão brasileira é no mesmo estilo, é uma das capas mais bonitas que tenho em minha estante hoje.
Esta foi a capa publicada nos Estados Unidos e no Canadá. O legal dela é que remete à tecnologia e a modernização que é tão presente no livro, além de ter uma estética atrativa e jovial.
Já esta é a versão alemã, publicada pela editora Cbj Verlag. Apesar de bonita, acredito que tem uma aparência antiquada demais para a história, principalmente porque é voltado para um público mais jovem.
Esta é a capa publicada na Espanha pela editora Nocturna. Ela tem um aspecto mais sombrio, o que não combina totalmente com o clima mais aventureiro e jovial que a história carrega. Mas ainda assim tem um senso estético simples e sofisticado.
Por fim, esta é capa tcheca, publicada pela editora Talpress. Ela tem ilustrações muito mais detalhadas e com elementos que condizem com a história (a sereia, a pérola, a flor, os instrumentos de trabalho dos alquimistas, etc.), mas assim como a espanhola, tem um ar sombrio e formal por conta das cores frias e escuras. De toda forma, a capa ficou muito bonita e bem trabalhada.
A Poção Secreta é um ótimo Young-Adult. Ele proporcionou uma leitura prazerosa e leve. Através de uma história cheia de magia, um cenário rústico e com pitadas de modernidade aqui e ali, A poção secreta consegue prender o leitor e fazer com que ele queira devorar o livro em poucas horas — e não é difícil! Além do mais, como podemos ver, as capas são incríveis, e apesar de ter minha preferência, gostei muito de todas!
E você, já leu o livro A Poção secreta? Já conferiu a resenha dele aqui no blog? O que achou das capas? Deixe sua opinião!
Olá, leitores! Na coluna Ao Redor do Globo de hoje trarei as diversas capas que foram publicadas em vários lugares do mundo de um mesmo livro: O Bazar dos Sonhos Ruins (confira a resenha aqui!), do autor Stephen King.

"A vida é cheia de grandes perguntas, não é? Fatalidade ou destino? Céu ou inferno? Amor ou paixão? Razão ou impulso? Beatles ou Stones?"
Estas são as três capas. Parecidas, mas publicadas em diferentes países. A primeira foi publicada no Brasil, pela editora Suma de Letras, o selo que publica as obras de King na Cia das Letras. A última foi publicada na Espanha pela editora Plaza Janés. Ambas mantiveram a capa original, que é a do meio, publicada nos Estados Unidos pela editora Scribner.
Esta é a versão da Turquia, publicada pela editora Altin. Ela é praticamente igual às mostradas acima, já que manteve a ilustração da versão original, modificando apenas o posicionamento, a fonte e o tamanho das palavras.
Olá, leitores! No post de hoje teremos a coluna "Ao Redor do Globo: Capas", que traz as várias capas publicadas em diferentes partes do mundo. O livro escolhido foi o premiado O Sol Também é Uma Estrela, de Nicola Yoon, já resenhado aqui no blog.
"Nós temos cérebros grandes e lindos. Inventamos coisas que voam. Voam. Escrevemos poesia. [...] Somos capazes de grandes vidas. De uma grande história. Por que aceitar menos? Por que escolher a coisa mais prática, a coisa corriqueira? Nós nascemos para sonhar e fazer as coisas com as quais sonhamos" (p. 85).
A primeira capa (à direita) foi lançada no Brasil pela editora Arqueiro, mantendo o formato original, estadunidense, à esquerda, publicada pela Dell Publishing. Ela foi trabalhada por uma designer especializada em tipografias táteis tridimensionais. O resultado foi realmente incrível e, em minha opinião, imbatível em comparação com as demais.
Esta é a capa lançada na Turquia, publicada pela editora Psikiytristin. Ela manteve as cores vibrantes e chamativas que compõem o todo do livro, mas o design é diferente do original. Acredito que o título, apesar de ter uma fonte diferenciada e maior, perdeu um pouco o destaque que tem nas capas anteriores.
Esta é a capa mais diferente que já vi até agora, pois não lembra em nada as outras. Foi lançada na Croácia pela Urban Reads. A capa tem um visual muito mais limpo e simples, porém não deixa de ser significativo com o formato do sol logo onde está o título em croata e os pequenos desenhos de estrelas, com cores mais monocromáticas.
Enfim, O Sol Também é Uma Estrela é um livro tão incrível que nenhuma capa conseguiria transmitir totalmente os sentimentos que podem borbulhar dentro do leitor ao lê-lo. É realmente uma leitura incrível e que vale muito a pena — não foi à toa que ele foi considerado Melhor Livro do Ano por Publisher's Weekly e Amazon, foi finalista do National Book Awards 2016 e ficou emprimeiro lugar na lista dos Mais Vendidos no The New York Times.
Já leram o livro? O que acharam das capas? Qual a mais bonita? Qual a que combina mais? Deixe sua opinião e até o próximo post!
Como todos já sabem, a coluna "Ao Redor do Globo: Capas" está de volta e quem perdeu o primeiro post (de sua reestreia) clique aqui e leia agora mesmo. No post de hoje, a coluna traz as lindas e parecidas capas de um livro que foi resenhado recentemente aqui no blog: Loney, romance de estreia de Andrew Michael Hurley, lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. Quem quiser conferir a resenha e saber mais sobre esse incrível livro clique aqui e leia.
"Era impossível conhecer de verdade o Loney. O lugar mudava a cada afluxo e recuo das águas, e as marés revelavam os esqueletos daqueles que pensaram que poderiam escapar das suas traiçoeiras correntes. Ninguém jamais chegava perto da água. Isto é, ninguém exceto nós.”
Essa é a capa brasileira — a jacket, na verdade, visto que o livro possui a capa dura (preta) e essa jacket por cima. Seguindo os padrões da maioria das capas ao redor do mundo, a capa da edição Brasileira é incrivelmente bonita em seus sutis detalhes, que combinam totalmente com a atmosfera do livro.


Ambas a capa são utilizadas na edição Britânica e a primeira é utilizada também nos Estados Unidos. Ah, e aqui no Brasil, sendo claro, ambas as capas são utilizadas. A primeira, como sabem, como jacket e a segunda como capa dura mesmo. Para mim, ambas são extremamente belas e falam muito sobre o gênero gótico do livro de Hurley.
Essa é a capa da edição Espanhola. Que, por seguir também a linha da original, tem uma beleza bem salientada — apesar das cores e as fontes utilizadas não terem dialogado satisfatoriamente com a imagem.
Essa é a capa do áudio-livro! Não sei exatamente em que país ele é utilizado, mas presumo que seja em todos aqueles de língua inglesa, visto que o áudio utiliza dessa linguagem. A capa minimalista é uma jogada super inteligente, pois combina muito com toda a simplicidade do livro e dialogo com seu caráter sombrio e psicológico.
A primeira capa é da edição da Itália e a segunda é mais uma das edições Britânicas — lugar onde o livro foi lançado e muito bem recomendado. Para mim, graficamente falando, ambas as capas são extremamente lindas, principalmente pela salientada sutileza.
Essa é a capa que mais foge do padrão, ainda que não deixe de reforçar bem o gênero e as características do romance. Da edição de Portugal, a capa não é tão sutil quanto as demais, mas, ainda assim, possui uma intrínseca beleza.
Por fim, ressalto que me faltam palavras para explicar Loney, não que seja extremamente complexo. Não, não é isso, é apenas um livro bem diferente do que costumamos ter contato e, sendo sincero com vocês, é muito mais que um romance gótico e/ou de estreia, é um clássico da literatura, onde todas as suas características apontam para isso. Como ressaltou o Telegraph, "poucos romances de estreia são tão bem construídos, com um domínio tão seguro do tom". Acredito que os amantes de romances góticos, de suspenses leves e misteriosos e que curtem livros que apelam para uma crítica religiosa, vão encontrar em Loney o livro certo. Os fãs de Stephen King, Gillian Flynn, Josh Malerman e Edgar Allan Poe também certamente se sentirão satisfeitos com o romance de estreia de Hurley! Altamente recomendado.
E você? Já leu Loney? Deixe aqui sua opinião sobre qual capa é a mais bonita e, caso queira, sugestões para as próximas capas da coluna. Teremos o maior prazer em ouvi-los. Comentem!
Olá, leitores! Na coluna Ao Redor do Globo de hoje, trouxe para vocês as diferentes capas do livro Uma Vida no Escuro (confiram aqui a resenha!), de Anna Lyndsay. A história fala basicamente sobre as memórias da autora e sua forma de lidar com a doença de pele que a fazia ter sensibilidade à luz. Devido a isso, ela precisava estar quase que constantemente em lugares totalmente escuros. O livro foi publicado em diversos países e cada um deles levou um pouco da representação da história em si. Confiram:
Essa é a capa publicada no Brasil pela Editora Intrínseca, sendo a única edição aqui apresentada que não manteve o título original. Uma representação simples com os detalhes pontilhados brilhantes. Pensei que talvez ela fosse um pouco comum demais, mas depois abandonei essa ideia, vendo que a sobriedade realmente combinou com o enredo.
A edição inglesa, publicada pela editora Bloomsbury, ganhou duas versões. A preta adotada depois, pela Bloomsbury Circus. Ambas são bem representativas a cada evolução da personagem, além de serem visualmente bonitas, mantendo o título original: Girl in the dark, que em tradução livre seria Garota no Escuro.
Como todos já sabem, a coluna "Ao Redor do Globo: Capas" está de volta e quem perdeu o primeiro post (de sua reestreia) clique aqui e leia agora mesmo. No post de hoje, a coluna traz as lindas capas de um livro que foi resenhado recentemente aqui no blog: No Seu Olhar, novo romance de Nicholas Sparks, lançado no Brasil pela Editora Arqueiro. Quem quiser conferir a resenha, e saber mais sobre esse incrível livro que, certamente, dará origem a um filme, clique aqui e leia.
Essa é a capa brasileira, da edição publicada pela Editora Arqueiro. Apesar de sua aparente simplicidade, acho a capa muito bonita e coerente com os fatos descritos no livro — principalmente as flores!
Essas duas capas são utilizadas em edições dos Estados Unidos e Inglaterra, sendo que a segunda é a mais utilizada. Para mim, ambas as capas têm a ver com o livro, mas a segunda, além de ser infinitamente mais bonita, condiz 100% com toda a trama, lugares e com os personagens — essa que deveria ter sido utilizada no Brasil!
Essa é a capa da edição da Alemanha, que em minha opinião pouco tem a ver com a história — talvez tenha, sim, com o gênero, mas, decididamente, não com a história.
É, sem dúvidas, os editores não leram o livro antes de mandarem fazer as capas! Como dito na resenha, em No Seu Olhar, Sparks mantém muito de seu estilo, mas muita coisa nova e diferente é adicionada. Acredito que as capas tinham que demonstrar isso. Até porque, é muito mais que um "romancezinho de paisagens bonitas". E essa, afinal, é a capa da edição da Itália.
Essa é a capa da edição de Portugal! E, como já disse, a arte é a minha preferida — ainda que nessa edição as fontes, a disposição delas e as cores não favoreceram a beleza da imagem.
E, por fim, a edição da Espanha, para finalizar com chave de latão — sem comentários essa capa! Parece muito com as que eu faço para meus livros do Wattpad (que nunca chego a publicar!).
E, sobre o livro, foi uma leitura bem agradável, rápida e que me deixou com boas emoções e, claro, boas lembranças. Não tenho certeza sobre o que estou dizendo, mas acredito que é um prato cheio (ou quase cheio) para os fãs do autor e um bom livro para quem quer conhecê-lo. Eu recomendo! Garanto que será fisgado (a) só pelo prólogo.
E você? Já leu No Seu Olhar? Deixe aqui sua opinião sobre qual capa é a mais bonita e, caso queira, sugestões para as próximas capas da coluna. Teremos o maior prazer em ouvi-los. Comente!
Olá, leitores! Partiremos agora para mais um post da coluna que reestreou aqui no blog há pouco tempo (confira aqui a última postagem da coluna!), e que consiste em mostrar para vocês as diferentes capas de um mesmo livro, publicadas em diferentes países.
Hoje iremos viajar pelas capas do livro Zac & Mia, de A.J. Betts um sick-lit publicado aqui pela Editora Novo Conceito (confira a resenha aqui)!
Inicialmente, temos as edições brasileira e australiana (respectivamente), esta última publicada pela Editora Winner. São muito parecidas, as únicas diferenças foram o tom das cores e a posição dos textos e imagens. Acredito ser a capa que mais se encaixou com o enredo, e a mais atrativa.
Esta é a edição espanhola da Editora Salamandra. Apesar da simplicidade em todos os aspectos, combinou com a obra, deixando em voga seu gênero.
A capa canadense, da editora HarperCollins, traz um visual mais simples e ao mesmo tempo interessante, reportando bem o sick-lit/young adult com as diagramações.
A versão da editora Feeria Young – Polonesa, foi a mais inovadora, e acredito que também foi a que mais se distanciou da história (aquela sensação desconfortável de que as pessoas que produziram a capa não sabem do que se trata o livro exatamente). Ficou bonita e atraente, mas talvez funcionasse melhor com um gênero mais focado no YA – que são as especialidades da editora.
Como todos já sabem, a coluna "Ao Redor do Globo: Capas" está de volta e quem perdeu o primeiro post (de sua reestreia) clique aqui e leia agora mesmo. No post de hoje, a coluna traz as lindas capas de um livro que foi resenhado esse ano aqui no blog: A Grande Caçada, de Dan Smith, lançado no Brasil pela Seguinte. Quem quiser conferir a resenha, e saber mais sobre esse incrível livro que deu origem a um filme, clique aqui e leia.
Essa é a capa brasileira, da edição publicada pela Editora Seguinte. Apesar de sua aparente simplicidade, acho a capa muito bonita e coerente com os fatos descritos no livro.


Essas duas capas são usadas em edições norte-americanas (Estados Unidos, principalmente), sendo que a segunda também é usada como edição britânica (Inglaterra). A primeira capa é feita com base nas imagens do filme que recebe o mesmo nome, e não gostei muito (por não ser fã de capas baseadas em imagens do filme). A segunda capa, apesar de simples, é a mais bonita em minha opinião.
Capa da edição tailandesa. Achei simples, e pouco tem a ver com o gênero e com a história do livro.
Outra capa que foi usada para uma edição britânica. Apesar de sua simplicidade, achei a capa muito linda e coerente com o gênero e a história.
Capa da edição da Espanha. Outra capa muito bonita, para mim a mais bela depois da edição americana/britânica que falei lá em cima. O jogo de cores, a cena do filme e as fontes usadas ficaram incríveis!
Capa da Alemanha, que apesar da sua simplicidade, é bem coerente aos fatos descritos no livro e muito bela. As vezes a simplicidade é a melhor opção!
A Grande Caçada é um thriller de ação surpreendente e muito bem feito. Acredito que seja aquele tipo de livro que agrada a todos e não decepciona. Por mais que não seja do tipo que "marca a sua vida", é um passatempo bem divertido e emocionante, com um final surpreendente que nos faz ver que devemos sempre acreditar que podemos ser bons o bastante e tudo que precisamos fazer é, pelo menos, acreditar e tentar. Em 272 páginas temos mais que uma simples história, temos uma narração sobre a sobrevivência, sobre a amizade, sobre a busca da auto-superação e... ops! Leia a resenha completa aqui.
E você? Já leu A Grande Caçada? Deixe aqui sua opinião sobre qual capa é a mais bonita e, caso queira, sugestões para as próximas capas da coluna. Teremos o maior prazer em ouvi-los. Comente!
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