Olá, queridos leitores! Hoje teremos mais uma postagem da coluna Memória Musical, desta vez com o livro de fantasia A vida dos Elfos, de Muriel Burbery (confira a resenha aqui!).
A primeira música que me veio à mente quando iniciei a leitura desta obra espetacular, foi Além do Horizonte, de ninguém menos que Roberto Carlos. Não há quem não a conheça, não é verdade?! Fiz diversas análises desta música durante aulas sobre arcadismo, um estilo que me pareceu presente no livro. Além do mais ambos se enquadram perfeitamente no clima bucólico e envolvente! Aqui está uma versão da música na voz da banda Jota Quest:
Ao longo do livro outros detalhes se fizeram presentes. Apesar de toda a exaltação da natureza, a obra não deixou de lado o fato de que ela está sendo cada vez mais destruída pela ação do homem. Diante disso, não podia deixar de citar a memorável música de Michael Jackson, intitulada Earth Song — um de seus grandes sucessos. Ela realmente nos faz pensar. Com vocês, o Rei do Pop:
E, por fim, deixarei aqui uma melodia que embalou a maior parte da minha leitura e serviu como um perfeito pano de fundo: Moonlight Sonata, de Beethoven. Talvez tenha sido a ligação musical que o livro tem com as sonatas ou a genialidade do compositor que me estimolou a ouvi-la enquanto lia (ou as duas coisas!); o fato é que eu a recomendo para quem sempre procura ouvir músicas suaves durante uma boa leitura. Principalmente se tratando de A vida dos elfos.
Bem, pessoal, agora queremos saber sua opinião: o que acharam das músicas? Acham que refletem bem o livro? Contem para nós!
Livro: A vida dos elfos
Título original: La vi des elfes
Autor (a): Muriel Barbery
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 264
ISNB: 978-85-359-2647-7
Autor (a): Muriel Barbery
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 264
ISNB: 978-85-359-2647-7
Sinopse: Maria e Clara são jovens órfãs unidas por dons secretos. A chegada de Maria a uma granja na Borgonha traz prosperidade à terra, o que leva todos a acreditarem que a menina conversa com a natureza. Enquanto isso, Clara cresce numa aldeia perdida nos Abruzos, no sul da Itália, aprende italiano na "velocidade do milagre" e, depois de se revelar um prodígio no piano, é enviada a Roma para desenvolver sua veia musical. As duas garotas, cada uma à sua maneira, se comunicam com um mundo misterioso que garante à vida dos homens sua profundidade e beleza, mas ao mesmo tempo oferece uma ameaça grave contra nossa espécie. As sombras da guerra e do mal avançam, e só Maria e Clara poderão combatê-las, reinstaurando a paz. Mas elas ainda não compreendem os muitos enigmas que as envolvem. De onde vêm? O que as conecta?
Muriel Burbery nasceu na França, em 1969. Estreou na literatura com o romance A morte do gourmet, traduzido em doze línguas. Seu segundo livro, A elegância do ouriço, foi uma sensação mundial, com mais de 6 milhões de exemplares vendidos. Os dois publicados aqui no Brasil pela editora Companhia das letras. E haverá um segundo livro que dará continuidade a A vida dos elfos.
Duas meninas, que ninguém sabe de onde vieram, aparecem, simultaneamente, em dois lugares diferentes, onde cumprirão diferentes missões, mas com uma mesma finalidade. Maria surge diante de uma granja no interior da Espanha, onde moram várias pessoas, que formam uma grande família, com laços muito mais fortes que os de sangue. E lá Maria é acolhida como um deles, ganhando um pai, uma mãe, avós e diversos amigos. Ela cresce num ambiente bucólico, afável, e especial, onde pode estar em constante contato com a natureza, levando para a região muita prosperidade nas colheitas, na caça, e em todas as outras atividades que os moradores dali praticam para sobreviverem.
Já Clara foi deixada na porta de uma igrejinha interiorana na Itália. Crescendo na companhia de um padre e de sua empregada analfabeta que contava belas histórias, Clara se tornou alguém sensível a tudo, mas muito tímida e reservada. Amava ver as montanhas e as árvores ao redor da aldeia onde foi criada. Até que um dia, o irmão do padre, Alessandro, apareceu na igreja trazendo consigo um piano. E por esse piano, Clara se apaixonou. Sem precisar que ninguém lhe ensinasse a tocá-lo, se mostrou mais que um simples virtuose, tocando belas melodias como se tivesse anos de prática. Isso fez com que fosse levada à Roma por um amigo de Alessandro, Pietro, e lá ela conheceu pessoas que a fizeram conhecer a verdade sobre suas origens, e que se mostraram fieis amigos.
Foi minha primeira experiência com Muriel Burbery, e apesar de estar habituada à literatura francesa de ficção, a escrita de Muriel me surpreendeu. O jornal Le figaro chegou a compará-la com J.K Rowling e Jules Verne. Após ler A vida dos elfos, sou obrigada a discordar. Nunca li nada parecido para servir como comparativo. É um estilo clássico, mas ao mesmo tempo, dotado de contemporaneidade. A fantasia contida na obra é instigante, mas não a vi como foco principal — como pode ser mal interpretado na sinopse —, por isso, para os amantes do fantástico, pode ser uma decepção.
O estilo de narrar de Burbery pode ser comparado com o arcaico. Cada termo usado pela autora me remetia aos estudos de arcadismo – o bucolismo (espécie de poesia pastoral, que descreve os costumes rurais e exalta as belezas da vida campestre), o fugere urbem (fugir da urbanidade, pois não é um bom lugar para a reflexão e para levar uma vida tranquila), e aurea mediocritas (o equilíbrio espiritual em meio à natureza). Cheia de floreios com toques essencialmente poéticos, a narrativa em terceira pessoa é leve e de uma beleza incomum.
E não apenas a natureza recebeu destaques. A "magia da arte" também teve seu espaço através de Clara, um prodígio no piano. Em Roma, ela se descobriu entre vários artistas, de diversas áreas, inclusive Alessandro, que pintava quadros. Por meio das palavras, Muriel conseguiu descrever as maravilhas das sensações que é ouvir uma bela melodia ou observar uma pintura. Assim ficou fácil dar asas à imaginação. Foi inspirador ver elementos assim como centro de uma história, pois são coisas esquecidas e vistas como banais no mundo de rotinas corridas e de pouca apreciação em que vivemos.
Com uma ótima construção dos personagens, abordando suas respectivas histórias e mostrando sua relação com as protagonistas, a obra aproveita para descrever o ambiente onde eles vivem, mostrando também como levam uma vida considerada pacata, e como enxergam as coisas sobrenaturais que ocorrem em volta de Clara e Maria. Os personagens se dividem entre humanos e elfos, mas isso não diminui a ligação deles com cada mundo, nem sua importância no enredo. Mostra como todos são privilegiados por estarem na vida das duas meninas.
O interessante é perceber a evolução de cada personagem, principalmente aqueles que fazem parte da história de Maria, pois deixam de se enxergarem como pessoas simples, que não têm capacidades para ir muito longe, e, no desfecho, acabam por se mostrarem muito mais que isso. Todos iniciam um novo ciclo ao final. Mas com relação às protagonistas, apesar de suas descobertas e ascensões, não houve muita distinção entre elas, era como se fossem uma só — o que, mesmo com a forte conexão e semelhanças que tinham, seus pontos de oposição poderiam ser mais trabalhados.
"Era inconcebível que um mundo tão suntuoso pudesse conviver com tanta dilaceração e dor" (pág.111).A exaltação da natureza e do homem do campo foi o que mais me chamou a atenção. Não é comum encontrarmos tais elementos em obras contemporâneas, principalmente quando se envolve fantasia. A ligação do homem-natural com o ambiente-natural foi algo gratificante de se observar na obra. Atualmente, não vemos mais essa ligação; há uma divisão óbvia entre o homem e a natureza, como se não fizéssemos parte dela, mas ao contrário, nós fazemos, e é isso que a autora procura deixar bem claro. Numa época em que os homens rurais são deixados de lado, até mesmo pelas próprias ações públicas, nesta obra eles são vistos como verdadeiros heróis, apesar de sua simplicidade e reduzidos conhecimentos didáticos.
E não apenas a natureza recebeu destaques. A "magia da arte" também teve seu espaço através de Clara, um prodígio no piano. Em Roma, ela se descobriu entre vários artistas, de diversas áreas, inclusive Alessandro, que pintava quadros. Por meio das palavras, Muriel conseguiu descrever as maravilhas das sensações que é ouvir uma bela melodia ou observar uma pintura. Assim ficou fácil dar asas à imaginação. Foi inspirador ver elementos assim como centro de uma história, pois são coisas esquecidas e vistas como banais no mundo de rotinas corridas e de pouca apreciação em que vivemos.
Com uma ótima construção dos personagens, abordando suas respectivas histórias e mostrando sua relação com as protagonistas, a obra aproveita para descrever o ambiente onde eles vivem, mostrando também como levam uma vida considerada pacata, e como enxergam as coisas sobrenaturais que ocorrem em volta de Clara e Maria. Os personagens se dividem entre humanos e elfos, mas isso não diminui a ligação deles com cada mundo, nem sua importância no enredo. Mostra como todos são privilegiados por estarem na vida das duas meninas.
O interessante é perceber a evolução de cada personagem, principalmente aqueles que fazem parte da história de Maria, pois deixam de se enxergarem como pessoas simples, que não têm capacidades para ir muito longe, e, no desfecho, acabam por se mostrarem muito mais que isso. Todos iniciam um novo ciclo ao final. Mas com relação às protagonistas, apesar de suas descobertas e ascensões, não houve muita distinção entre elas, era como se fossem uma só — o que, mesmo com a forte conexão e semelhanças que tinham, seus pontos de oposição poderiam ser mais trabalhados.
Olá, leitores! Na coluna Memória Musical de hoje, teremos um sick-lit — Zac & Mia, da autora A.J. Betts (confira a resenha aqui).
A primeira música me fez lembrar perfeitamente a protagonista Mia, que tentava fugir de sua doença, de toda a situação que era completamente surreal para ela — Runaway, da cantora Aurora. Ela tem toda melancolia e suavidade que se adequa aos sentimentos da resistente Mia.
A segunda e última, é Up, de Olly Murs com Demi Lovato. Ela me lembrou do relacionamento de Zac e Mia, a forma como ele se tornou turbulento, e como ele era no início – a barreira que havia entre eles é mostrada literal e emocionalmente no clipe, assim como ocorre no livro!
E você: já leu o livro? Acha que as músicas se encaixam com a história? Conte para nós!
Como todos já sabem, a coluna "Ao Redor do Globo: Capas" está de volta e quem perdeu o primeiro post (de sua reestreia) clique aqui e leia agora mesmo. No post de hoje, a coluna traz as lindas capas de um livro que foi resenhado esse ano aqui no blog: A Grande Caçada, de Dan Smith, lançado no Brasil pela Seguinte. Quem quiser conferir a resenha, e saber mais sobre esse incrível livro que deu origem a um filme, clique aqui e leia.
Essa é a capa brasileira, da edição publicada pela Editora Seguinte. Apesar de sua aparente simplicidade, acho a capa muito bonita e coerente com os fatos descritos no livro.

Essas duas capas são usadas em edições norte-americanas (Estados Unidos, principalmente), sendo que a segunda também é usada como edição britânica (Inglaterra). A primeira capa é feita com base nas imagens do filme que recebe o mesmo nome, e não gostei muito (por não ser fã de capas baseadas em imagens do filme). A segunda capa, apesar de simples, é a mais bonita em minha opinião.
Capa da edição tailandesa. Achei simples, e pouco tem a ver com o gênero e com a história do livro.
Outra capa que foi usada para uma edição britânica. Apesar de sua simplicidade, achei a capa muito linda e coerente com o gênero e a história.
Capa da edição da Espanha. Outra capa muito bonita, para mim a mais bela depois da edição americana/britânica que falei lá em cima. O jogo de cores, a cena do filme e as fontes usadas ficaram incríveis!
Capa da Alemanha, que apesar da sua simplicidade, é bem coerente aos fatos descritos no livro e muito bela. As vezes a simplicidade é a melhor opção!
A Grande Caçada é um thriller de ação surpreendente e muito bem feito. Acredito que seja aquele tipo de livro que agrada a todos e não decepciona. Por mais que não seja do tipo que "marca a sua vida", é um passatempo bem divertido e emocionante, com um final surpreendente que nos faz ver que devemos sempre acreditar que podemos ser bons o bastante e tudo que precisamos fazer é, pelo menos, acreditar e tentar. Em 272 páginas temos mais que uma simples história, temos uma narração sobre a sobrevivência, sobre a amizade, sobre a busca da auto-superação e... ops! Leia a resenha completa aqui.
E você? Já leu A Grande Caçada? Deixe aqui sua opinião sobre qual capa é a mais bonita e, caso queira, sugestões para as próximas capas da coluna. Teremos o maior prazer em ouvi-los. Comente!
Sim, a coluna "Top 5" também está de volta!
A distopia tem se tornado uma tendencia presente em muitas ficções e vem ganhando um espaço cada vez maior e mais notório, tanto em forma de livros, quanto na forma de filmes. Sendo um pensamento desenvolvido a décadas atrás, a distopia, após um período de "sumiço", voltou ao mercado renovada e ligada mais ao público jovem. Sendo meu gênero preferido (já li mais de 80), decidi por fazer uma colocação na coluna TOP 5 sobre as 5 melhores séries distópicas das quais tive contato. Confira abaixo e me dê (nos comentários) sua opinião.
1- DIVERGENTE, VERONICA ROTH.
Sim, eu sei que possivelmente muitos quererão me matar porque não considero "Jogos Vorazes" como a melhor série distópica. Infelizmente é cada um com seus conceitos e opinião. Divergente foi umas das primeiras distopias que tive contato e acabei por gostar muito de toda a trama. Lembro que li todos os livros em pouco menos de duas semanas. A realidade é que, apesar de tudo, tem uma trama muito boa, instigante, eletrizante e com críticas na medida certa. De todas as distopias, essa me envolveu de uma forma única, e seria impossível eu não idolatrá-la até a morte. A escrita da autora, os personagens, os fatos, a inteligência em que foi feita, foi realmente muito estonteante. Inclusive tem uma incrível resenha da Gabi, do primeiro livro, aqui no blog. Clique aqui e confira.
2 - JOGOS VORAZES, SUZANNE COLLINS.
Jogos Vorazes não poderia faltar nessa lista, obviamente! Contudo, apesar de não considerar a melhor série distópica que já li, considero-a como a mais inteligente e de estrutura bem elaborada. Falhou apenas na construção da heroína e em outros pontos básicos e/ou irrelevantes que não tem sentido eu falar aqui. Tem uma excelente escrita, ótimos fatos e críticas bem construtivas e reais. De certo ponto de vista, é notório o porque de ser a distopia mais entronizada do planeta. Apesar de tudo, é um bom livro. A Gabi também resenhou o primeiro livro aqui, confira!
3 - LEGEND, MARIE LU.
Outro lacre! Legend é uma das distopias atuais mais originais que eu já li. Verdade, ela é inteiramente original, além de conter uma trama recheada de surpresas, boas emoções, boas críticas e com personagens inteiramente cativantes. A série aborda, dentre todas as distopias que li, uma realidade bem mais próxima de nós e de nossos sentimentos e ações. Apesar de ser pouco conhecida, é uma excelente distopia. Vale a pena ler, caso ainda não tenha feito isso.
4 - O TESTE, JOELLE CHARBONNEAU.
Muitos falam que essa série é um misto de Jogos Vorazes e Divergente, eu não deixo de concordar em certos pontos. Contudo, apesar das aparências, acho O Teste uma série original na medida certa (visto que hoje em dia os clichês são impossíveis). É uma trilogia realmente memorável, instigante e muito bem feita. O que mais chama atenção, em tudo, são os fatos, a forma como eles foram feitos para nos prender na narrativa. Pecou em alguns pontos, mas continua sendo maravilhosa. Uma ótima dica para quem busca distopias centralizadas, simples, ou que remetam levemente a Jogos Vorazes e Divergente. E, sim, Gabi também resenhou ela aqui (pelo visto ela gosta de distopias também ❤). Confira a resenha do primeiro livro aqui.
5 - DELÍRIO, LAUREN OLIVER.
Outra série muito original. Eu realmente amei Delírio, e esse é um dos motivos que a fazem estar nesse TOP 5. Tá certo que pecou em muitos pontos (como o final), mas ainda assim, acho que a trama em si valeu por tudo. De todas as distopias, essa é a de melhor ação e mais eletrizante que li. Tem uma trama bem original, impensável, cheia de muita ação, aventura e suspense. Me surpreendeu de uma forma única! Confira a resenha do primeiro livro aqui.
E vocês, o que acharam? Quais séries distópicas são suas preferidas?
Conte-nos sobre seu próprio top 5!
Foi divulgado o trailer e posters da tão adorada série "Star Wars", Star Wars - O Despertar Da Força. Depois de anos de espera, eis que sai o sétimo filme baseado nos livros, e sua previsão de lançamento é para dia 17 desse mês. Preparados?!

TRAILER
E aí, ansiosos assim como eu? Conte-nos suas expectativas!
"Sereia de Vidro" é o primeiro volume da série de mesmo nome, seguido por "Os crimes do Dançarino da Sé", ambos publicado pela editora Bússola no ano de 2015. Confira a capa e a sinopse:

Sinopse: Um escritor frustrado sofrendo de bloqueio criativo resolve, por indicação de alguns amigos, fazer uma leitura de Tarô num convento em São Paulo. As cartas, mais do que meros símbolos, passam a indicar caminhos e personagens que ele até então desconhece.Movido por uma curiosidade insaciável, e genro de um poderoso empresário paulista, ele embrenha-se num universo novo e desconhecido, tendo o centro de São Paulo e seus locais pitorescos como pano de fundo. Através de um texto ágil e preciso, ele logo vê-se envolvido numa teia de acontecimentos inusitados na companhia de uma mulher linda e misteriosa que o leva ao crime organizado, a corrupção e as mais altas esferas do poder. Sereia de Vidro é o primeiro volume da Coleção Sereia de Vidro, escrito com maestria por Marcelo Antinori. Sereia de Vidro é o título escolhido para lançar os novos selos da editora Bússola nos formatos impresso e digital.
A fanpage Série Crossfire Brasil , divulgou com exclusividade a capa nacional do quinto e último
livro "Todo Seu'' escrito por Silvia Day; a previsão de lançamento é só para 2016!

Sinopse: Me apaixonar por ele foi a coisa mais fácil que eu já fiz. Aconteceu instantaneamente. Completamente. Irrevogavelmente.
Me casar com ele foi um sonho se tornado realidade. Ficar casada com ele é a luta da minha vida. O amor transforma. O nosso é tanto um refugio contra a tempestade quanto a mais violenta das tempestades. Duas almas danificadas entrelaçados em uma só.
Temos descoberto os mais profundos, e mais feios segredos um do outro. E Gideon é o espelho que reflete todos os meus defeitos e… toda a beleza que eu não podia ver. Ele me deu tudo. Agora, eu preciso provar que eu posso ser sua rocha de segurança, o abrigo que ele é para mim. Juntos, poderemos lutar contra aqueles que trabalham de forma brutal para ficar entre nós.
Mas a nossa maior batalha pode estar dentro dos próprios votos que nos dão força. Comprometer-se com o nosso amor era o começo. Lutar por isso, é o que irá nos libertar ou separar.
Dolorosamente e sedutoramente pungente, Todo Seu é o eletrizante e aguardado final da Série Crossfire, uma história de amor ardente, que cativou milhões de leitores em todo o mundo.
E aí o que acharam, ansiosos?

Livro: O Conde Enfeitiçado
Título original: When He Was Wicked
Autor (a): Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 304
ISBN: 9788580414400
Sinopse: "Toda vida tem um divisor de águas, um momento súbito, empolgante e extraordinário que muda a pessoa para sempre. Para Michael Stirling, esse instante ocorreu na primeira vez em que pôs os olhos em Francesca Bridgerton. Depois de anos colecionando conquistas amorosas sem nunca entregar seu coração, o libertino mais famoso de Londres enfim se apaixonou. Infelizmente, conheceu a mulher de seus sonhos no jantar de ensaio do casamento dela. Em 36 horas, Francesca se tornaria esposa do primo dele. Mas isso foi no passado. Quatro anos depois, Francesca está livre, embora só pense em Michael como amigo e confidente. E ele não ousa falar com ela sobre seus sentimentos – a culpa por amar a viúva de John, praticamente um irmão para ele, não permite. Em um encontro inesperado, porém, Francesca começa a ver Michael de outro modo. Quando ela cai nos braços dele, a paixão e o desejo provam ser mais fortes do que a culpa. Agora o ex-devasso precisa convencê-la de que nenhum homem além dele a fará mais feliz. No sexto livro da série Os Bridgertons, Julia Quinn mostra, em sua já consagrada escrita cheia de delicadezas, que a vida sempre nos reserva um final feliz. Basta que estejamos atentos para enxergá-lo."
3. Um Perfeito Cavalheiro
4. Os Segredos de Colin Bridgerton
5. Para Sir. Phillip, Com Amor
6. O Conde Enfeitiçado
7. Um Beijo Inesquecível
8. A Caminho do Altar
4. Os Segredos de Colin Bridgerton
5. Para Sir. Phillip, Com Amor
6. O Conde Enfeitiçado
7. Um Beijo Inesquecível
8. A Caminho do Altar
O Conde Enfeitiçado, o sexto livro da série Os Bridgertons, é um dos volumes que me permiti criar mais expectativas. Eu explico: primeiramente, devido ao fato de que, no volume anterior, não encontrei tudo o que eu esperava da série, nem o que acreditava ser possível a autora entregar (e, se você ficou curiosa/o, pode me ver falando mais sobre isso aqui). Depois disso, eu queria muito conhecer a famigerada "Francesca da Escócia" e seus motivos para estar tão distante de sua grande, barulhenta e unida família. E, por último – e um motivo bem mais fútil, confesso –, pela maravilhosa capa que a Editora Arqueiro conseguiu criar para tal história.
Sendo assim, mais uma vez me deparo com um pequeno frio na barriga ao iniciar um livro de Julia Quinn. Como já expliquei aqui em, creio eu, todas as vezes que discorri no blog sobre seus livros, eu adoro romances de época, mas tenho certo receio razoável quanto a eles. Raramente encontrei livros desse gênero que não pecassem na questão de profundidade, e, por isso, me encantei tanto com a série Os Bridgertons – as emoções e a profundidade com as quais a autora escrevem a fizeram criar personagens encantadores e emocionantes.
Dito tudo isso, posso afirmar com prazer que gostei, e bastante, de O Conde Enfeitiçado. A leitura me prendeu do início ao fim, da maneira como eu esperava, eu adorei a história dos protagonistas – mas tudo isso aconteceu de uma maneira bem mais peculiar do que a normal, pela abordagem que Quinn havia escolhido anteriormente. Enquanto os primeiros livros tratam do amor único e verdadeiro, os tão conhecidos “contos de fada”, e os posteriores discorrem sobre esse mesmo tipo de amor, apenas “mais tarde” (para os padrões da época, ao menos), esse volume também aborda o amor verdadeiro – mas pela segunda vez.

Não, você não leu errado. Julia Quinn, a autora, dá um pequenino “choque de realidade” no leitor ao mostrar que o amor verdadeiro não precisa ser o primeiro, e nem será o único que alguém pode encontrar. Aqui, vemos o amor abordado de uma forma um pouquinho diferente (e eu digo “um pouquinho” pois o livro ainda traz os eventuais clichês): Francesca já se casou com John, que, infelizmente, veio a falecer. Ela amou John com todas as forças, e agora se encontra confusa quanto aos sentimentos para com Michael. Poderia ela amar Michael com a mesma intensidade, ou poderia ela amar novamente?
O livro segue a mesma linha de narração dos anteriores, com a linguagem e maneira de desenvoltura da história que já são características de Quinn. A narração é em terceira pessoa, com o narrador onisciente, alternando os pontos de vistas entre os dois personagens principais, Francesca e Michael. Aqui, o livro foi dividido em duas partes: a primeira, que conta o passado, descrito na sinopse, e a interação entre os personagens com o falecido John, e a segunda parte, que, a partir da narração do presente, irá contar a história de Francesca e Michael, anos depois do fatal ocorrido.
Essa divisão me agradou, pois possibilitou ao leitor não apenas um breve relato dos fatos passados, mas vivenciar, de certa forma, o que acontecia. Isso foi algo muito bem elaborado, creio eu, devido a um fator extremamente relevante: a presença de John, o ex-marido de Francesca, no livro. E afirmo isso pois John, ainda que falecido, não saí das conversas, da cabeça e das lembranças de todos os personagens do presente.
E isso é completamente compatível com a realidade, e, talvez, o exato ponto do livro: como é possível amar uma pessoa, apaixonar-se novamente, quando você acredita já ter vivido tudo o que amor pode lhe oferecer? Como desapegar-se das fantasias e lembranças, conciliar seus sonhos e esperanças com a realidade? São temas bonitos e nem sempre abordados nos romances, que idealizam relacionamentos, e achei interessante e notável essa faceta trazida à tona.
Olá, gente! Quem aí gosta de promoção? Bem, temos uma ótima notícia para vocês!
Hoje viemos com uma promoção imperdível com parceria com a Editora Intrínseca, que gentilmente cedeu um kit da edição especial do livro "Crepúsculo/Vida e Morte" para sortearmos entre nossos leitores. Para quem não sabe, o livro que originou a série best-seller mundial e uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um verdadeiro fenômeno cultural, completa agora uma década. Para marcar a data, a Intrínseca lança em 1o de novembro uma edição especial dupla, contendo a história original de Crepúsculo e Vida e morte, nova versão em que autora inverte o gênero dos principais personagens.
Bateu aquela saudade da saga? Então corre participar!

REGRAS E ESCLARECIMENTOS
1- Para participar é necessário ter endereço de entrega no Brasil.
2- Se inscrever utilizando o formulário Rafflecopter acima. (Dúvida? Leia esse tutorial no UMO Blog)
2- Se inscrever utilizando o formulário Rafflecopter acima. (Dúvida? Leia esse tutorial no UMO Blog)
3- O ganhador receberá um e-mail, e deverá responder enviando seus dados em até 72 horas. Caso não haja resposta do ganhador, um novo sorteio será feito.
4- O sorteio começa dia 07/12 e termina dia 23/12. O resultado sai nesse mesmo post.
5- A Editora Intrínseca é responsável pelo envio do livro. O blog não se responsabiliza pelo envio, e nem pelo possível extravio dos correios.
6- Se o ganhador não cumprir devidamente as regras (que serão, sim, conferidas), será desclassificado sem aviso prévio.
7- As entradas correspondentes a comentários em postagens só serão validadas se os comentários forem pertinentes ao conteúdo do post. Comentários como "gostei da capa" e "muito interessante" não serão validados.
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"E que a sorte esteja sempre com você!"
Título original: Finding Audrey
Autor (a): Shopie Kinsella
Páginas: 336
ISBN: 9788501104632
Sinopse: Audrey, 14 anos, leva uma vida relativamente comum, até que começa a sofrer bullying na escola. Aos poucos, a menina perde completamente a vontade de estudar e conhecer novas pessoas. Sem coragem de sair de casa e escondida por um par de óculos escuros, a luz parece ter mesmo sumido de sua vida. Até que ela encontra Linus e aprende uma valiosa lição: mesmo perdida, uma pessoa pode encontrar o amor.
“À Procura de Audrey” foi escrito por Shopie Kinsella e publicado pela editora Galera Record no ano de 2015. A autora é famosa por ter inúmeros best-seller voltados para o gênero chick-lit, tendo, entre os títulos “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, “Lua de mel” e “Louca para Casar”. Contudo, “À Procura de Audrey”, diferentemente das demais obras, é direcionada ao público YA (Young –adult) e pareceu conquistar os leitores brasileiros.
Audrey tem 14 anos e mora com sua família nada normal. Seu pai é mais quieto e não larga o Bleckbarry, sua mãe é neurótica, além de ser uma leitora assídua de “Daly Mail”, que interpreta como verdade tudo que está escrito e tenta colocar em prática; seu irmão mais velho, Frank, é viciado em jogos, e ainda tem seu hilário irmão de quatro anos de idade: Félix.
Audrey era uma ótima filha e uma boa aluna até se deparar com um problema realmente sério: o bullying. Um grupo de meninas populares da escola elegeram Audrey para perseguir e torturar. Foi então que Audrey teve um surto e começou a ter problemas sérios para sair de casa ou tirar os óculos escuros, pois tinha um extremo medo de se relacionar com pessoas.
Aos poucos Audrey precisava evocar missões para tentar progredir em seu tratamento contra a depressão e seus surtos. É aí que Linus, um amigo de seu irmão mais velho, acaba se aproximando da protagonista e conquistando-a. Audrey enfim começa a percebe que nem tudo estava perdido e que é possível voltar a viver.
Nunca li nenhum livro da autora considerada “rainha do chick-lit”, apesar de amar o filme inspirado na série Beck Bloom e querer muito lê-la um dia. A partir desse sua fama, então, criei enormes expectativas e, somente agora que tive o contato com um livro de sua autoria, percebi o quanto ela fez jus à elas. Sua narrativa é exatamente o que eu esperava: simples, fluída, informal e com um toque especial de humor.
Sim, “À Procura de Audrey”, apesar de trabalhar com um tema importantíssimo e mais pesado que é a depressão e as inúmeras outras doenças psicológicas que a acompanham; é um livro vívido, com partes engraçadas e nada maçante.
Gostei dessa obra desde os primeiros capítulos, quando lidamos com a família louca de Audrey. Foram muito engraçadas as partes que focavam na relação de sua mãe, Anne, e seu irmão mais velho. Anne é uma personagem secundária muito concreta e chamativa, assim como Linus. Frank, em contrapartida, foi um personagem tão carismático que me arrebatou mais que a própria protagonista. Eu fiquei demasiadamente ansiosa para ver o desenrolar de sua história também!
Já Audrey é uma personagem bem completa e convincente. Gostei de ver muitas coisas pelo seu ponto de vista, pois ela é muito analista e crítica, além de reflexiva. Trata-se de uma garota doce injustiçada e que sofre muito por não controlar seus próprios sentimentos e respostas.
Kinsella trabalhou com o bullying de forma diferente dos outros livros semelhantes que já li. A autora procurou desenvolver seu livro a partir da consequência do bullying e não focar na sua prática em si. Kinsella deixa claro que o importante não é classificar a atitude em bullying ou uma simples implicância, e que o problema real é como isso atinge a vitima e os estragos que podem causar.
Olá, leitores! Estamos voltando com a coluna "Memória Musical", em que pretendemos compartilhar com vocês músicas que combinam com nossas leituras. E para reabrir a coluna, irei começar com o livro Julieta de Anne Fortier.
Duas músicas me foram inspiradoras durante os momentos em que li Julieta. A primeira, é Love Story, da Taylor Swift. Ela conta com a parte do romance de Romeu e Julieta. Como o livro contém capítulos onde a história medieval do casal que marcou gerações é contada, não teve como negar que a música simplesmente descrevia tudo, especialmente o amor impossível!
E a segunda, foi mais inspiradora nos capítulos que narravam os tempo atuais, com a protagonista Julie, e como ela adentrou em suas origens , se envolvendo cada vez mais com aquele novo mundo, com um novo amor, e consigo mesma. Ela é What is a Youth?, na versão de Elena House Sings. Confiram!
E quanto a vocês: já leram o livro? Quais músicas acham que são perfeitas para ele? Conte para a gente!
Foi divulgada a capa de "The City of Mirrors", o desfecho da série "A Passagem", publicada no Brasil pela editora Arqueiro. A previsão de lançamento é só para maio de 2016 nos EUA. Confira a capa e a sinopse:
Sinopse: Os Doze foram destruídos e o reinado de cem anos de escuridão que desceu sobre o mundo acabou. Os sobreviventes estão ultrapassando os muros, determinados a construir uma nova sociedade e ousando sonhar com um futuro esperançoso. Mas longe deles, em uma metrópole morta, ele espera: Zero. O Primeiro. Pai dos Doze. A angustia que abalou sua vida humana persegue-o, e o ódio por sua transofrmação queima firme. Sua fúria somente acabará quanto ele destruir a única esperança da humanidade, Amy, a Garota de Lugar Nenhum que cresceu para se levantar contra ele. A luz vai colidir com a escuridão uma última vez, e uma última vez Amy e seus amigos conheceram seu destino.
O que acharam da capa e da sinopse? Me interessei muito pela obra, e vocês?
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