Foi liberado oficialmente o segundo trailer, dessa vez completo, do filme Vampire Academy: Blood Sisters. A adaptação para a grande tela é do best-seller Vampire Academy, lançado aqui no Brasil como "Academia de Vampiros", que já vendeu mais de 3,5 milhões de cópias pelo mundo.
O filme tem sua estréia nos Estados Unidos prevista para dia 14 de fevereiro. 

           Sinopse: Rose Hathaway é uma Dhampir, metade humana e vampira. Seu legado é proteger os vampiros calmos, mortais que vivem discretamente dentro do nosso mundo, os Moroi contra vampiros importais e sanguinários, os Strigoi. Esta é a sua história.

TRAILER COMPLETO LEGENDADO
Pessoalmente, fiquei bastante decepcionada com o filme. VA trata-se de uma das minhas séries favoritas, e a adaptação não é nada do que eu esperava para a história. Infelizmente, coisas assim acontecem muito frequentemente com séries que gostamos, e vou (ao menos tentar!) não formar um opinião totalmente negativa sobre o longa. 
Quem aí já leu Academia de Vampiros? Gostaram do trailer? 


Olá, leitores! Hoje vim divulgar para vocês o livro nacional Medo do Escuro e outras Histórias, escrito pela Maud Epascolato, nova autora parceira do blog. Bem, a divulgação demorou a sair, mas aqui está e espero que gostem!                        

Sinopse: Você tem medo do escuro? Acredita no desconhecido? O suspense e o mistério irão levá-lo para a escuridão, onde o sobrenatural rivaliza com a incredulidade humana, mostrando que nem tudo o que desacreditamos é obra de nossa imaginação. Prenda a respiração. Apavore-se. Desoriente-se, pois escapar pode parecer impossível... Mergulhe no suspense e deixe que a leitura o leve – página a página – ao aterrador final.







BIOGRAFIA

Nascida em 26 de maio de 1979 no centro da cidade do Rio de Janeiro, Maud foi criada no município de Angra dos Reis, no sul fluminense. Começou a escrever ficção aos 14 anos, depois de ler seu primeiro livro: “O Assassinato de Roger Ackroyd”, de Agatha Christie. A paixão por livros de mistério e suspense fez com que seguisse essa linha literária, além de literatura fantástica.
Moradora da zona norte do Rio de Janeiro, Maud deixou a literatura por 10 anos para se dedicar a outras atividades, mas nunca se sentiu realizada.
É autora do livro de contos fantásticos "MEDO DO ESCURO e outras histórias", que obteve grande sucesso na bienal 2013 pela Editora MODO, dos contos "Tempestade de Dezembro", "Encontro com a Morte" e "A Casa do Outro Lado da Rua" e do romance "Querida Mari".


Página do livro na Orelha de Livro                       Fanpage do livro                  
Fanpage da autora                                        Skoob do livro 
Gostaram, leitores? Logo logo publicaremos a resenha aqui no PL! Não se esqueçam de curtir a fanpage do livro e da autora, pessoal, nem de adicionar o livro na Orelha do Livro.


Oi, pessoal! Com o grande número de livros da fantasia que o mercado literário possui atualmente, é quase impossível que um leitor nunca tenha visto um objeto mágico, de grande poder, e tenha, na mesma hora, o desejado para si. O Top 5 desse mês vai listar os artefatos mágicos que, se fossem reais, fariam nossa vida muito, muito mais fácil (ou não!).  Não se esqueçam de votar no seu preferido no final do post!

1. VARINHA MÁGICA — HARRY POTTER
Certo, esse é o primeiríssimo item da minha enorme lista de objetos mágicos desejados (e aposto que o de muita gente também!). Não tem como pensar em Harry Potter sem lembrar das varinhas mágicas, que são, provavelmente, um dos mais importantes instrumentos de um bruxo: a varinha permite reunir a energia e o poder mágico para se lançar um feitiço. Ah, as coisas que eu poderia fazer se uma varinha me escolhesse...


2. BONÉ DA INVISIBILIDADE — PERCY JACKSON
Quem nunca pensou no que faria se pudesse ficar invisível, por pelo menos algum tempinho? Bem, isso seria possível se você tivesse o boné da invisibilidade dos New York Yankess. O boné pertence à Annabeth, de Percy Jackson, e foi dado a ela por sua mãe, Atena.


3. ESTELA — OS INSTRUMENTOS MORTAIS
As estelas são objetos essenciais para qualquer Caçador de Sombras, já que são as ferramentas usadas para desenhar runas na pele de um nefilim. Com elas, é possível "ganhar" habilidades, como força, equilíbrio, coragem, e até mesmo curar ferimentos.


4. O UM ANEL — O SENHOR DOS ANÉIS
"Um Anel para a todos governar, Um Anel para encontrá-los, Um Anel para a todos trazer, e na escuridão aprisioná-los." 
Será que preciso falar algo sobre esse artefato? O mais poderoso dos anéis da série O Senhor dos Anéis, os poderes desse artefato são incríveis: te deixar invisível, capaz de manipular a vontade de outros  a lista é extensa e misteriosa. Só teríamos que ter o cuidado de não deixar-se corromper! rs.


5. VARINHA DOURADA — AS CRÔNICAS DE NÁRNIA
Ok, eu sei que, tecnicamente, já coloquei uma varinha na lista, mas essa é diferente! O objeto de Jadis (a Feiticeira Branca) aparece em As Crônicas de Nárnia, e é uma varinha mágica dourada, aparentemente inofensiva, mas muito poderosa e que pode transformar qualquer um (exceto Aslam!) em pedra. Imaginem o poder de um objeto desses? O estrago que eu poderia causar? *risada maléfica*.



Oi, gente! Deem uma olhada nos trechos maravilhosos que separei para o Quotes de Quarta dessa quarta-feira. Quem aí já leu algum dos livros abaixo? 
“- Ela gostava de talheres?
- Não, de livros. Ela lia uns vinte ao mesmo tempo, e os deixava espalhados pela casa, na mesa da cozinha, ao lado da cama, no banheiro, no carro, nas bolsas dela, uma pequena pilha na beirada de cada escada. E usava qualquer coisa que encontrasse para marcar…"

— Dezesseis Luas. 


“Duvida da luz dos astros, de que o Sol tenha calor, duvida até da verdade, mas confia em meu amor."
— Hamlet.

“ Alguma vez você já se perguntou se as pessoas gostariam mais ou menos de você se pudesse vê-las por dentro?"
— O Teorema Katherine.


“Era muito reconfortante estar longe da civilização, e isso me preocupou. Eu não deveria achar a solidão tão acolhedora."
— A Hospedeira.


“Algumas pessoas, normalmente meninas, têm o espírito livre, não se dão bem com os pais. Esses adolescentes são como os balões de hélio presos por um barbante. Eles fazem força na direção oposta ao barbante e fazem mais força, até que algo acontece, o barbante se rompe e eles vão embora, voando. E talvez a gente nunca mais os veja."
— Cidades de Papel 


“Não sei de onde essa menina tirou esse gênio ruim. Acho que é de tanto ler."
— O Jogo do Anjo


Olá, pessoal. É com muita alegria que trago à vocês a resenha do filme mais esperado do ano. Com vocês, minha opinião sobre Em Chamas!

 
              Poster oficial e nacional do filme. Capa nacional do livro publicado pela Rocco.

    Katniss teve a infortunada ideia de desafiar a Capital ao sugerir à Peeta que se matassem na arena, para não cederem e, assim, entregar à Capital um vencedor.
    Quando nossa protagonista – já presente no Distrito 12 – pensa que o risco é mínimo e que seu desempenho ao fingir que ama Peeta está produzindo resultados estimados, depara-se com uma perigosa visita: a do presidente Snow. É com sutis ameaças que Katniss percebe que terá que sacrificar o resto de sua vida para manter o presidente longe de si e de quem ama.
    Mas talvez Snow já houvesse encontrado um modo mais fácil de matar os desafiantes sem que o povo desconfiasse ou questionasse suas mortes. Um destino que nem Katniss foi capaz de prever.
    O Massacre Quartenário é feito a cada 25 anos de Jogos Vorazes, onde as regras tomam rumos diferentes, e onde as mortes são diversificadas e, para os expectadores, mais divertidas. Todos esperavam qualquer mudança no Massacre Quartenário que ocorreria naquele ano – aumento do número de tributos mandados, um ambiente mais hostil do que o comum, e etc – menos a escolha que foi tomada. Haveria um sorteio entre os vitoriosos de todos os anos em todos os distritos, e, um homem e uma mulher deveriam retornar para arena.
    Agora Katniss não só voltará para o local de seus pesadelos, como terá que lutar com os vitoriosos, ou seja, os melhores dos assassinos existentes. 
    Mas havia outro problema: Peeta também voltaria para arena, e dessa vez, somente um poderia sair vivo.
    
    Um filme que todos deveriam assistir. Em Chamas tem a capacidade de tocá-lo, de fazê-lo prender a respiração e de fazê-lo chorar.
    Nessa adaptação temos a direção de Francis Lawrence (diretor de Água para Elefantes), que teve um total sucesso em seu trabalho, levando em conta a fotografia nítida e chamativa, as imagens com mais uso de tecnologia — em relação ao Jogos Vorazes — e a montagem da comprida história em um tempo pequeno, de modo que não ficasse cansativo, muito menos excessivamente rápido, para melhor a reflexão do telespectador.
    O cenário estava claramente ligado as emoções dos personagens, assim como as cores usadas. A trilha sonora contribuiu inteiramente para a comoção do receptor, e os diálogos, todos, sem distinções, eram de natureza épica e impactadora. A junção de todas essas artimanhas contribuiu para que a entrada do contempladores na trama. Nunca foi tão fácil se sentir nesse ambiente não hostil e assustador.
    O elenco se mostra um dos mais bem constituídos dos quais já tive contato. Jennifer Lawrence — atriz que interpreta a protagonista Katniss Everdeen — domina a maioria das cenas, com sua beleza física, a confusão da personagem e a imagem de fortaleza, que consegue transmitir com êxito. Já o personagem Peeta Mellark (Josh Hutcherson), não foi tão focado como no primeiro filme. Isso ocorreu pelo excesso de personagens quase tão importantes quanto ele. Finnick (Sam Claflin), mais um galã adicionado à essa distopia, foi uma grande surpresa para mim, assim como Johanna (Jena Malone). Ambos atores tinham tudo para não se encaixarem nos personagens, mas mostraram o quanto errada eu estava.
    Outro personagem marcante foi o Presidente Snow (Donald Sutherland), que fez qualquer temê-lo. Nesse volume, realmente conseguimos compreender melhor sua natureza bruta e insensível. Também há como entender melhor Primrose (Willow Shields), que se mostra diferente da menina inocente, confusa e dependente do primeiro filme. Neste, Prim está muito mais madura, como se tivesse envelhecido e aprendido a cuidar de si mesma, e até mesmo dos outros. 

Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) e a irmã, Primrose (Willow Shields), em 'Jogos Vorazes: Em Chamas

    Contudo, independente dessas carinhas bonitas selecionadas, as atuações foram além do imaginado e cumpriram com seu papel. São poucos os filmes que conseguem uma atuação satisfatória quando o principal objetivo é conseguir avatares bonitos para seus personagens.
    Acredito que outro motivo pelo qual o filme tenha tido tanto triunfo seja porque ele seguiu com certa exatidão a linearidade do livro. Somente algumas cenas foram cortadas, e, muitas delas, realmente sem importância no contexto geral. 
   As lutas na arena foram emocionantes, muito mais que no filme Jogos Vorazes, até porque, os participantes eram mais treinados e experientes. Toda a ação desse filme fez o telespectador tremer em seu acento, sufocar gritos e roer as unhas. Nada foi simples, nada foi desestimulador nesse filme. 
    Algumas cenas foram demasiadas cruéis, sendo elas de chicotadas, de espancamento seguido de morte, tiros na cabeça... A trilogia Jogos Vorazes só é uma descoberta grande para o publico adolescente e adulto pela sua "veracidade" e a falta da visão romântica que temos em outros filmes, como exemplo, Crepúsculo. 
    Outro brilhantismo nessa adaptação que tenho obrigação de apresentar foi a alternância do "clima". Assim que tínhamos contato com uma cena estimulante e eufórica, uma cena triste e tocante vinha logo depois; esse equilíbrio fundamental foi imposto no filme inteiro.
   A adaptação de Jogos Vorazes e Em Chamas acaba sendo até melhores que os livros — escrito por Suzanne Collins e publicados no Brasil pela Editora Rocco — que tem uma narrativa pobre e quebrada. Mas a reflexão por parte do receptor é a mesma nas citadas obras: um governo autoritário passando por cima dos direitos dos cidadãos de uma nação; uma classe mais privilegiada que as demais; a ideia de panem et circe (pão e circo) — que pode ser comparada aos estádios de futbol, feitos pelo governo para distrair a população; e as rebeliões, que, apesar de oprimidas, ganham força. Será que Em Chamas não inspira exatamente os jovens brasileiros — e os do mundo inteiro — que tem fome de justiça?
    Bem, levando em conta tudo isso, não há como Em Chamas ter pecado em algo, há? 



Uma nova fantasia apocalíptica que chegará aos EUA em 2014 já possui os direitos de adaptação comprados. Imagine um mundo habitado só por adolescentes. Imaginou? É isso que acontece em The Young World, primeiro volume da saga homônima escrita pelor autor e diretor Chris Weitz.

O livro conta sobre adolescentes nova-iorquinos entre o início da puberdade e 21 anos, únicos sobreviventes de um trauma desconhecido que dizimou o resto da população da Terra.
A Warner Bros. vai adaptar e ainda não há previsão de estreia. Aqui no Brasil, a Seguinte publicará a obra.

Sinopse: A Cidade de New York City agora está cercada de tribos de adolescentes, sobreviventes de uma misteriosa enfermidade que dizimou os adultos e crianças. Mas há um porém — assim que os sobreviventes ficam mais velhos, a doença os mata também. Os adolescentes que ficaram agora vivem com os ossos de um mundo moderno que já não funciona. Com poucos recursos, conflitos inevitáveis, eles devem ter certeza que estão armados até o fim. The Young World segue Jefferson, o líder relutante da tribo de Washington Square, e Donna, sua paixão secreta, enquanto eles reúnem os sobreviventes ao redor em um esforço para encontrar a cura, e mudar o mundo para sempre.
Fonte

Gostaram da novidade? Achei bem legal a ideia geral e estou ansiosa para a adaptação e para o lançamento do livro. O que vocês acharam da capa e da sinopse?


Olá, pessoal! Hoje viemos agradar os fãs de Divergente! Finalmente o poster e o trailer oficial foram liberados. O filme tem previsão para estrear dia 21 de março de 2014. Vamos conferir? 

 

O livro é baseado na trilogia de sucesso homônima de Veronica Roth. O último livro, Convergente, será publicado em março, mesmo mês da estreia do filme. Divergente, publicado pela Rocco no Brasil, é uma distopia sobre uma sociedade dividida em cinco facções. E aos dezesseis anos, todos devem fazem um teste para definir à qual facção pertence. Porém, há um grupo de pessoas que não se encaixam, os Divergentes.

TRAILER

O que acharam, leitores? Eu pirei nas cenas! Acredito que esse será um filme nível Jogos Vorazes. Bem, vamos torcer para não nos decepcionarmos...


Depois do sucesso gerado entre leitores e blogueiros, a continuação de Entre o Agora e o Nunca, de J. A. Redmerski, já tem data de lançamento. A continuação foi intitulada de Entre o Agora e o Sempre e a previsão de lançamento ficou para abril de 2014.  Nesse novo livro, Andrew narrará os fatos.


Sinopse: Camryn e Andrew estão levando a cabo seu amor pela música e tentando viver a vida ao máximo, o que sempre juraram fazer. Entretanto, quando uma tragédia acontece, a relação entre eles é colocada a prova. Enquanto Camryn tenta adormecer sua dor, Andrew toma uma decisão audaz: para colocar a vida de ambos de volta nos trilhos, eles farão outra viagem pelo país. Juntos eles encontram emoção, paixão, aventura e desafios que jamais imaginaram enfrentar.

Ainda não tive a oportunidade de ler o primeiro volume dessa série, contudo, estou bem animada para iniciá-la. Quem gostou da novidade aí? 




Livro: Esc@ndalo
Título Original: Exposure
Autor (a): Therese Fowler
ISBN: 9788581633176
Editora: Novo Conceito
Páginas: 384

 Amelia Wilkes tem um pai rigoroso que não permite que ela namore, mas isso não a impede de viver um romance secreto com o cativante Anthony Winter. Desesperadamente apaixonados, os dois sonham uma vida juntos e planejam contar tudo sobre seu amor aos pais de Amelia... Mas só depois que ela completar dezoito anos — e for legalmente reconhecida como adulta. No entanto, a paixão do casal é exposta mais cedo do que o previsto... Eles são jovens, andam grudados aos seus celulares e postam todo tipo de informação — inclusive aquelas informações mais particulares, que só deveriam dizer respeito a eles mesmos — até que o pai de Amelia encontra fotos de Anthony, nu, no computador de sua filha. Poucas horas depois, Anthony é preso. Apesar dos protestos de Amelia, seu pai usa de todo o poder e influência entre os policiais, e entre os meios de comunicação, para transformar Anthony em um pervertido que caçava sua inocente filha. De mãos atadas, cabe aos dois apaixonados arriscar uma última saída, ousada e perigosa, e apagar a acusação de sexting que Anthony recebeu.


   Amelia Wilkes é uma jovem de dezessete anos, filha única de uma família abastada. Seu pai é um grande empresário, e, tendo construído seu império das cinzas, sempre foi extremamente superprotetor com a filha, além de exigir dela a perfeição. Ele já possui o futuro dela traçado, mas, infelizmente para ele, os planos de Amelia são diferentes: tendo a atuação e o canto como suas paixões, o sonho da jovem é entrar para a Broadway, e tornar-se uma prestigiada atriz. Quando ela inicia um relacionamento com Anthony Winter, seus planos apenas solidificam-se, e tudo parece estar a caminho de se tornar perfeito.
    Anthony é filho de uma professora do soberbo colégio em que ele e Amelia estudam, e, por ter uma condição social diferente da de seus colegas, é extremamente centrado. O rapaz é bonito, inteligente e bem educado, e, quando ele a Amelia se apaixonam, seus planos coincidem perfeitamente: após a formatura eles planejam deixar tudo — o pai controlador de Amelia, a cidade sulista e os colegas esnobes — para trás e tornarem-se famosos atores. Apaixonados e sem medirem as consequências de seus atos, a pedido de Amelia, Anthony envia para ela fotos nu, e ela retribui o favor.
  Tudo vai aos ares, entretanto, quando o pai da menina decide “conhecer” mais sobre sua filha e entra escondido em seu computador. Ao deparar-se com as fotos de Anthony e acreditando piamente que sua filha foi vítima de assédio ou algo pior, o Sr. Wilkes faz uso de toda a sua influência para transformar Anthony em um predador sexual, o denunciando à polícia e fazendo, é claro, um verdadeiro escândalo na mídia.

    O tema principal do livro é o sextexting, ou seja, a divulgação de conteúdos eróticos e sensuais através de celulares. Vemos os personagens sofrerem com as consequências de suas ações, que tomaram proporções colossais, e como eles precisaram aprender a lidar com a situação. Além disso, porém, o livro fala sobre a relação de pais e filhos, e sobre a dimensão de um amor.
   Preciso confessar que, ao menos até a metade da leitura, não consegui nutrir simpatia para com qualquer personagem principal. Amelia é insegura, tola, e muitas vezes não sabe o que está fazendo. Quando os policiais vão tomar o testemunho da menina, depois da descoberta do caso, ela não apresenta os fatos reais que levam Anthony a enviar as fotos, e, mesmo quando o faz e seu pai ignora completamente a participação da menina, ela não se impõe, deixando que tudo caia nas costas de Anthony.
   Anthony tem boas intenções — ele é mais preocupado com Amelia do que com ele mesmo — mas o rapaz não faz nada para ajudar-se, e acaba, inicialmente, encarando os resultados dos atos de ambos sozinho. Ninguém, apesar disso, conseguiu me tirar do sério mais do que o pai de Amelia. O Sr. Wilkes parece pensar que a filha tem 6 anos de idade, que é incrivelmente inocente e que foi completamente induzida pelo namorado. As atitudes cegas dele e o modo que trata a filha e deposita a culpa completamente em Anthony é revoltante, e, definitivamente, deixam o leitor abismado.
   Cheguei a considerar abandonar o livro devido a um fato que me incomodou bastante: o excesso de drama presente na história. Não que a história não possuía seu ar trágico, mas a quantidade de drama não condiz com a proporção dos fatos. Sob minha acepção, a repercussão do caso, as atitudes extremas dos personagens, foram muito grandes para algo que, nos dias de hoje, já não é tão incomum.
    Apesar disso, o livro é bom, contando uma história juvenil, mas que possui uma narrativa excelente, muito bem detalhada e estruturada. No começo o livro é focado em apresentar-nos os personagens e pode ser um pouco enfadonho, mas, após a atitude do pai de Amelia, várias situações são desencadeadas, e tudo se resolve de uma maneira frenética, que consegue prender o leitor com maestria.
   O design da obra é lindo, como é comum aos livros da Novo Conceito. Gostei bastante da capa, apesar de capas com modelos não serem as minhas preferidas, e a diagramação e design são muito belos, atribuindo, como um todo, o clima de paixão que nos é transmitido durante a leitura.
   Uma curiosidade: nos agradecimentos e na nota da autora, a Therese Fowler conta que escreveu esse livro após seu filho mais velho ter passado pelas mesmas acusações que os protagonistas da obra passam, devido a sextexting. Essa foi a inspiração dela para o livro, e ela o escreveu como um modo de transmitir uma mensagem e levar a informação a pessoas que — como ela antes de incidente com seu filho — nunca haviam falar do assunto. 
 Primeiro parágrafo do livro:
 "Nove antes da chegada da polícia, Anthony Winter se achava descalço e despenteado na modesta varanda à frente da casa que dividia com a mãe. (...)"
Melhor quote: 
"O mundo precisava de menos cinismo, mais amor. O amor era a resposta. O amor fazia o mundo girar. O amor era tudo de que se precisava. O amor, na verdade, estava por toda a parte."
             



Ei, gente! Hoje na Caixa de Correio vou mostrar as compras que fizemos no mês passado. Alguns livros já foram lidos, e em breve teremos as resenhas no ar. Confiram!

 
Divergente e Insurgente, de Veronica Roth: Ok, esses livros estavam na minha wishlist há tanto tempo, que quando os vi em promoção não pude resistir. Já li ambos, e recomendo muito a série! 

Predestinados, de Josephine Angelini.

  
The Walking Dead e O Sonho de Eva.

Não Sou Este Tipo de Garota: A curiosidade pela história foi grande, já que ele é muito bem comentado. A Letícia não pode esperar para ler.

  
Puros e Garotas de Vidro.
  
Inferno, de Dan Brown: Ah! Minha linda e maravilhosa edição do livro na versão americana em hardcover. O livro saiu por uma pechincha pela qualidade, e como sou fã do Dan Brown, não pude deixar de adquirir. (Os livros em hardcover, para quem não sabe, costumam vir em uma edição de capa dura e essa "folha/capa" por fora. Na segunda foto, a imagem da capa é só essa "folha", o livro é o em preto mesmo.)

Lombadas 




Livro: Redes Sensuais

Autor (a): Leonardo Midas
ISBN: 9788581301471
Editora: Geração
Páginas: 480
Página no Orelha de Livro
Sinopse: Este é um romance moderno, cujo tema central não poderia ser mais atual: redes sociais e o mundo virtual, com todas as vantagens e desvantagens, aventuras e perigos que essas inovações contemporâneas proporcionam às nossas vidas. Com um ritmo que prende a atenção do leitor, Redes sensuais nos oferece, com muitos GB de erotismo e suspense, uma visão extremamente realista do impacto da internet sobre os relacionamentos e de como ela, propiciando uma variedade ilimitada de coisas para ver, comprar e fazer, pode transformar, nesse processo, seres humanos em objetos e a realidade em ilusão.




 
   Marcos Avilar, mesmo tendo uma família perfeita, ainda precisa das redes virtuais para satisfazer seus desejos. É nessa incansável procura que nosso protagonista trai sua esposa freqüentemente. 
    Mas uma misteriosa pessoa não deixaria Marcos impune, e a chantagem foi o melhor recurso que poderia escolher. Agora Marcos teria que encontrar o autor dessas chantagens, e logo, antes que isso destruísse sua bela família. 
     Redes Sensuais é um livro que mostra tanto a facilidade que a Internet nos traz, quantos seus perigos. Os negócios e suas administrações também fazem parte desse enredo, assim como o erotismo. O próprio conteúdo do livro é admirável, levando em conta os mais famosos livros eróticos, que tem muito pouco a oferecer. 
    O livro é divido em quatro partes e segue a vida de inúmeros personagens, que, no inicio, não parecem conectados. Vários segredos obscuros são revelados, causando grande surpresa no leitor. O suspense garante a leitura, os personagens são complexos e enigmáticos, e há um pouco do enredo não-linear, que conta o passado de muitos personagens, dando mais profundidade à eles. 
     A narrativa é uma mistura entre o informal e o formal, de forma que ficou inteiramente acessível e pouco cansativa. Há nela, também, certo tom de ironia que a faz mais leve e interessante. 
    Os personagens são muito bem construídos: são enigmáticos e carregam consigo muito do passado. Nenhum é inteiramente bom ou mau. Tentei não torcer para nenhum, mas foi impossível não me apegar a alguns deles. 
    A obra traz muitas reflexões sobre a própria vida, os valores das pessoas que amamos, e sobre a internet. Acredito que o livro pecou nas cenas de sexo, que são, em alguns momentos, sem emoção e criatividade. Houve instantes também que a narrativa foi cansativa e pouco motivadora.

"E tomou iniciativa de beijá-lo, de tirar-lhe a blusa. 
Ela se deitou na cama, puxou-o para cima dela [...]"

    Notei alguns erros ortográficos, mas nada gritante. A fonte da leitura era satisfatória e a estética é ótima! A Editora Geração caprichou bastante na diagramação. Enquanto a capa, achei pouco chamativa, mas bonita. 
    O autor nacional Leonardo Midas teve grande sucesso na construção da trama, por mais o final poderia ter sido mais ampliado e desenvolvido. 
    Apesar de grande, Redes Sensuais vale a pena ser lido. Este livro é um grande exemplo de que livro erótico também precisa de conteúdo e de uma história bem arquitetada. Indico ao publico que gosta de uma boa complicação e de cenas eróticas. 

Primeiro Parágrafo: "Deitado no sofá-cama, na sala de televisão dos pais, Marcos relembra os momentos vividos há poucas horas. As lembranças ainda lhe trazem um sorriso aos lábios."
Melhor Quote 1: " - Na minha idade, forte e lúcido como estou, estatisticamente a maior causa de mortes é escorregar na banheira. Por isso eu economizo nos banhos."
Melhor Quote 2: " - Uma ideia começava a crescer dentro de sua cabeça. No momento ainda eram pedaços desconexos mas, como um quebra-cabeças, ele já havia montado primeiro as bordas, para depois encaixar o miolo."
                                         


Oi, pessoal! Hoje trago o resultado do Top Comentarista de Outubro. O sorteio ficou entre dois leitores assíduos aqui do blog, e o resultado foi...

       
Parabéns, Lauro! Você ganhou o livro "Eu compro, sim! Mas a culpa é dos hormônios" (Quer saber mais sobre o livro? Dê uma olhada na página dele no Orelha de Livro, site parceiro do blog!)
Envie seu endereço completo em até sete dias para palaciodelivros@gmail.com.

Infelizmente, nesse mês não teremos Top Comentarista aqui no blog. Mas, contamos com a sua participação! Não esqueça de continuar a deixar sua opinião nos posts.





Livro: Esconda-se
Título original: Hide
Autor (a): Lisa Gardner
ISBN: 9788581633107
Editora: Novo Conceito
Páginas: 400

“Uma mulher que foi obrigada a fugir — desde criança— de uma possível ameaça. Uma ameaça que seu pai via em todo lugar, mas que a polícia nunca considerou. Um antigo e desativado sanatório para doentes mentais que pode ter muito mais a esconder entre suas paredes do que homens e mulheres entorpecidos por remédios. Uma história de rancor entre membros de uma mesma família que nunca conseguiram superar os episódios de violência doméstica que presenciaram. Um pingente que foi parar em mãos erradas — e a cena de um crime brutal: seis meninas mortas e mumificadas há mais de trinta anos. Agora, cabe à famosa detetive D.D. Warren descobrir quem foi o serial killer que cometeu esta atrocidade e que motivação infame deformou sua mente. Acompanhe D.D. Warren na solução de mais este complexo caso e encontre o inimaginável que está por trás de pessoas aparentemente comuns!”

   Esconda-se acompanha um inquérito policial sobre seis meninas que foram encontradas mortas em um poço subterrâneo, nas proximidades de um antigo hospital psiquiátrico. Somando-se ao lugar macabro em que as meninas foram descobertas, sabe-se que todos os corpos estavam mumificados, e que os assassinatos ocorreram há mais de trinta anos – além disso, estranhamente, possuem características de um crime que marcou o país nessa mesma época, quando a jovem Catherine Gagnon foi sequestrada, e, por sorte, conseguiu escapar viva.
  Ao mesmo tempo, conhecemos Annabelle Granger, uma mulher que, depois de anos, ainda tem medo. Quando ela tinha sete anos seu pai iniciou uma fuga insana e desenfreada, sem nunca contar a Annabelle o motivo da preocupação constante que o afligia. Nunca ficando muito tempo em uma só cidade, ela e sua família mudaram várias vezes de identidade, até que, após seu pai sofrer de uma morte súbita, Annabelle decide se estabelecer em Boston, sua cidade natal. Ela ainda sofre as consequências de anos com medo, sempre extremamente cuidadosa e sem amigos próximos. Então, quando Annabelle está quase convencida que seu pai era apenas paranoico, ela é surpreendida quando descobre que talvez realmente há algo para temer-se.

    Esconda-se foi o primeiro livro que li de Lisa Gardner, e posso dizer que não me decepcionei: estava procurando por um thriller impactante, e foi isso que encontrei. Muito bem narrado e com um clima enorme de mistério do começo ao fim da leitura, o livro conseguiu me prender de um jeito que poucos fazem.
    A narração é alternada entre Bobby Dodge – um detetive que, junto com a sargento D.D Warren, investiga o caso – na terceira pessoa, e Annabelle, a protagonista desse volume, que narra em primeira. Os personagens são muito reais, construídos de maneira impressionante: a protagonista desse livro é uma mulher forte, que sabe se defender sozinha, mas, apesar disso, possui muitos medos e inseguranças. Durante a leitura é possível vê-la errando, acertando e, especialmente, amadurecendo, o que sempre torna uma obra mais humana e cativante.
     Pelo que consegui entender da história da série no geral, ela é focada em uma personagem que está bastante presente, mas, em Esconda-se, muito pouco sobre ela é revelado: D.D Warren é a sargento que comanda o caso, uma legítima "mulher de aço". Apesar de toda a capacidade da mulher de comandar um batalhão de policiais, não simpatizei nem um pouco com ela. Talvez por essa ser minha primeira impressão da história, mas ela foi uma personagem que não me identifiquei, nem gostaria de ter por perto, já que ela vive de mau humor, rs. 
   Quando à história, me surpreendi de maneira maravilhosa. Os fatos são muito bem criados e, ao fim, amarrados, quando tudo vai se encaixando e entendemos o mistério de uma vez. Só consegui acertar uma parte da história, a outra me pegou de surpresa, e tudo isso faz parte do brilhantismo de Gardner ao escrever o livro. Inclusive, nos agradecimentos finais, ela fala sobre toda a extensa pesquisa na qual o livro foi baseado, o que deixa a história mais emocionante ainda.
   Ainda não havia lido nenhum livro da autora, então, imaginem minha surpresa ao descobrir que Esconda-se é o segundo livro da série que tem como protagonista D. D. Warren (como a sargento chata ganhou uma série de livros só para ela ainda é um mistério para mim), e que o quarto e quinto livro já foram publicados aqui no Brasil. Como assim?! A Novo Conceito publicou os livros na ordem errada, então, ao lê-los fora de ordem, acabamos sabendo de muitos spoilers da história como um todo, mesmo que sejam livros independentes. Fiquei um pouco desanimada com isso (e deixo aqui minha reclamação), já que agora o primeiro livro não terá nenhuma graça, mas, de qualquer jeito, a leitura ainda valeu a pena.
    A única reclamação, além desse furo com a ordem dos livros, é com a tradução e revisão. Em várias partes é possível ver erros, tanto de gramática quanto de frases e expressões que foram traduzidas ao pé da letra, muitas vezes deixando o contexto confuso para o leitor que não conhece o inglês. Nunca havia me deparado com esse problema nos livros da Novo Conceito, e espero que a editora dê uma olhada mais atenta a isso.
    No geral, Esconda-se é um livro muito bom. Perfeito para quem procura uma leitura emocionante e diferente de todo o clichê do gênero policial, a história possui do mistério ao romance, além de enigmas que vão te deixar roendo as unhas. Muito bem escrito e desenvolvido, se tornou uma história muito querida, e não posso esperar para ler mais livros da autora. 
Primeiro parágrafo:
"Meu pai me explicou pela primeira vez quando eu tinha sete anos de idade: o mundo é um sistema. (...) Você não precisa gostar do sistema – ele me explicou – Não precisa acreditar nele nem concordar com ele. Mas precisa compreendê-lo. Se conseguir compreender o sistema, vai sobreviver."
Melhor quote:
“Depois que nossa mãe morre, precisamos parar com coisas infantis.”
                        


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