Réquiem para um Assassino (Paulo Levy)

Livro: Requiém Para Um Assassino
Autor (a): Paulo Levy
Editora: Bússola
ISBN: 9788562969058
Páginas: 224
Edição: 1
Acabamento: Brochura

Parecia uma manhã como outra qualquer na pequena Palmyra, uma cidade histórica no litoral do Rio de Janeiro. A caminho do trabalho, o delegado Joaquim Dornelas se espanta com um movimento incomum nas ruas. Diante da Igreja de Santa Teresa e da Antiga Cadeia, no Centro Histórico, uma multidão observa o corpo de um homem atolado na lama seca do canal. Ninguém sabe como o corpo foi parar lá. Não há sinais de arrasto, marcas de barco, violência, ferimentos, nada. Apenas um band-aid na dobra interna do braço esquerdo. Abandonado pela mulher e longe dos filhos, o delegado Dornelas, um tipo humano, amante de cachaça e de mingau de farinha láctea, se envolve de corpo e alma no caso em busca de salvação. Sem aviso, a irmã do morto e um vereador poderoso aparecem para dar informações importantes sobre o que se tornaria um caso de dimensões bem maiores do que Dornelas poderia imaginar. Aos poucos se revela uma complexa teia de interesses envolvendo a política, o tráfico de drogas, a prostituição e a comunidade local de pescadores. A intuição aguçada, a cultura e o conhecimento das forças que movem a natureza humana permitem ao delegado Joaquim Dornelas se mover habilmente pelo emaranhado de fatos e versões que a trama apresenta. O que a princípio seria mais uma investigação na sua carreira, se torna para o delegado uma jornada de transformação pessoal.
Agradeço a editora Bússula e o autor Paulo Levy por nos disponibilizar o livro, nos dando a oportunidade de resenhá-lo. 
    Joaquim Dornelas é delegado da cidade de Palmyra, localizada no interior do Rio de Janeiro. Divorciado e distante dos filhos que tanto ama, dedica-se ao seu trabalho, colocando sua vida em risco e negligenciando, muitas vezes, sua vida pessoal.
Mas é em um dia, aparentemente comum, que Dornelas se depara com uma cena impactante. Durante o caminho até seu trabalho, vê mais adiante, um aglomerado de cidadãos curiosos, próximos do “manguezal”, onde um corpo inerte repousava.
    Discutindo com sua equipe, percebe que é necessário adulterar a cena do crime, tirando o corpo do litoral, onde a água avançava com extrema rapidez. Contudo, ao salvar o corpo, mal sabia Dornelas que estava tomando para si, um embrolho, que o levaria às áreas mais perigosas da cidade, assim como, às pessoas cheias de poder e impiedade.
     Depoimentos falsos, ameaças, prostituição, caixa dois, trafico de drogas, e mais mortes. Quanto mais Dornelas avançava em suas investigações, mais a solução lhe escapava. Parecia que ninguém estava colaborando nas investigações; parecia que ninguém estava pronto para falar a verdade. E por quê? Porque estavam lidando com um mal que, talvez, nem mesmo a polícia poderia conter.
   
    Devo admitir que, primeiramente, ao me deparar com a capa e seu título não soube o que pensar, o que esperar da trama. Não criei nenhuma expectativa, ou um conceito previamente adotado, simplesmente avaliei e “senti” o livro como ele verdadeiramente é.
Réquiem para um Assassino foi um grande surpresa para mim, começando por seu título e as inúmeras críticas que podemos encontrar logo nas primeiras páginas. Acostumada com James Paterson e algumas séries de TV que levavam o mesmo gênero – exemplo: CSI – fiquei abismada com o modo como o enredo foi construído, com a sincronia detalhadamente trabalhada e o equilíbrio perfeito. Criar, administrar, e, principalmente, finalizar os acontecimentos de um livro investigativo, não é para qualquer escritor; é preciso um controle muito grande para que os “furos” não aconteçam.
     Nas primeiras páginas lidas, notei que Réquiem para um Assassino era mais um livro que lhe envolvia com tanta facilidade, que você não conseguia se desprender do mundo e acontecimentos criados. Li-o em poucos dias, lamentando não ter mais tempo para conhecer seu desfecho mais rapidamente. Leve, porém tenso; sério, e em outras ocasiões, engraçado; profissional, e ao mesmo tempo tão intimo: real e leal ao cotidiano. Mas o que mais me chamou a atenção foi o seu conteúdo: críticas às ações humanas, à burocracia, entre outros assuntos que somos obrigados à pararmos para refletir. Assim como, as informações diferenciais – e adicionais – que o autor, com certeza, teve que adquirir muito estudo para nos informar: a criação de frutos do mar, a linha de investigação que os agentes policiais assumem frente ao caso, entre outros atrativos.
     Os personagens são tão reais quanto as cenas descritas, com um caráter único e especial. Dornelas, o protagonista, é um personagem curioso e fácil de se apegar. É ótimo ter conhecimento sobre a vida do delegado, seja ela profissional, ou pessoal.
     Mas o que mais me intrigou foi o seu fim. Acreditava que seria um pouco mais agitado, cheio de cenas de ação, perigos; mas não, só terminou com a solução da investigação – o que já foi o suficientemente surpreendente. Mas então lembrei-me que Joaquim Dornelas é um delegado e não um investigador, seu trabalho não é tão arriscado quanto dos detetives, e que o livro se mantinha totalmente leal.
      De capa dura, folhas amareladas, letra de tamanho e fonte satisfatória, o livro parece agradar qualquer tipo de leitor. E o melhor: Réquiem para um Assassino não é somente um livro de investigação que lhe distrai, lhe surpreende, é um livro que traz todos os atributos citados e anteriormente e mais: lhe traz ensinamentos. E é exatamente isso que a literatura necessita; de livros que te fazem pensar, criticar. Livros cheios de conteúdo.
         Indico Réquiem para um Assassino à todos, para satisfazer todos os gostos. É raro encontrarmos livros que tenham tantos atributos hoje em dia.
Primeiro parágrafo do livro: 
Basta deitar cedo que é sempre a mesma coisa.
Melhor Quote:Naquela situação, o delegado Joaquim Dornelas olhou para aquela gente e viu um enxame de moscas sobre estrume fresco.



Olá, queridos leitores! Chegou a hora do Resumo do Mês, onde temos todos os post feitos no mês anterior. Nossa pretensão em publicar o Resumo do Mês nos primeiros dias mensais é facilitar o acesso dos leitores as novidades do blog.
Sem mais, aqui vai o resumo do mês de Outubro de 2012.


P  R O M O Ç Õ E S

C A I X A  D E  C O R R E I O


R E S E N H A S 

N O V I D A D E S

A O  R E D O R   D O   G L O B O 

Q U O T E S  D E   Q U A R T A

E N T R E   P Á G I N A S   E   T E L A S 


M E M Ó R I A   M U S I C A L 

E N T R E V I S T A S

L A N Ç A M E N T O S 


D I V U L G A Ç Õ E S


P A R C E R I A S  F E C H A D A S

A U T O R E S


E D I T O R A S


Queremos lembrar-los que estamos abertas a críticas construtivas, sugestões para as colunas iniciadas no blog, pedido de resenhas (dê prioridade aos “Lidos em 2012”), e parceria com blogs, editoras e autores.




Livro: Morte Entre Poetas
Título original: Muerte entre poetas
Autor (a): Ángela Vallvey
Editora: Primavera Editorial
ISBN: 978- 85- 61977 – 27-6
Edição: 1
Ano: 2011
Páginas: 316 páginas
Acabamento: Brochura





O que deveria ser apenas um encontro entre prestigiosos membros da literatura nacional, converte-se em algo perturbador, ao ser assassinado com uma punhalada no coração um dos poetas participantes. Nacho Arán, poeta e meteorologista, chega ao local pouco depois de perpetrado o crime. Livre de suspeitas, Nacho dedica-se a investigar os outros participantes. Logo descobrirá que quase todos eles têm algo contra o morto e perceberá que o requinte intelectual e a suposta sofisticação da cultura não servem como vacina contra o mal e as paixões violentas, contra o ódio e o desejo de vingança... Ágil e sutil, mas profunda, brilhante e divertida, Morte entre Poetas é um autêntico sucesso de narrativa, que deslumbrará os leitores. Uma história deliciosa que presta uma homenagem aos antigos romances de Agatha Christie e às guerras literárias de Pío Baroja.

      Nacho Arán é um aspirante a poeta que, além meteorologista, é proprietário de um site chamado “Clube Baskerville”. Fruto de um final de semana ocioso, o site começou postando pequenos mistérios e hoje, com ajuda de sua tia solteirona e de um hacker adolescente, ajuda até mesmo a polícia local a solucionar crimes. 
    Nacho é, então, convidado a fazer parte de um encontro entre poetas que está sendo sediado na mansão da viúva Agustina Pons, e, ao chegar ao local, se depara com uma tragédia digna de um livro: Fábio Arjona – um dos poetas que participava do encontro – foi assassinado com punhaladas no coração no jardim da mansão, e o culpado deve ser algum dos hospedes restantes. 
    Como era o único que não se encontrava na mansão na hora do assassinato, Nacho ajuda a viúva e decide usar sua experiência em investigações para achar o culpado. Porém, nada corre como esperado quando, ao investigar os hóspedes que estavam presentes no dia do assassinato, descobre que cada um tinha seus motivos para querer Fábio morto. 

     Este é, sem qualquer dúvida, um livro intenso. Ele nos mostra como o ser humano pode ser cruel, mesquinho e egoísta. Durante a leitura, é quase impossível fixar um assassino em mente, já que todos sofreram pelos atos de Fábio, seja por plágios ou por humilhações. O poeta morto definitivamente não é o tipo de personagem que você cria afeto: ambicioso, porém sempre usou dos piores métodos para conseguir o que queria. Era um plagiador, chantagista, que usava de golpes e conquistava mulheres frágeis sem qualquer tipo de escrúpulo. 
     Sabiamente escrito, o livro poetiza a narração, e, por isso, o leitor deve estar sempre atento ao que acontece: detalhes são deixados aqui e ali, e o final é impactante. Os personagens são bastante humanos, e demonstram os defeitos e falhas que todos sofrem a esconder: guardam ressentimentos profundos, demonstram-se rancorosos e até satisfeitos com a morte de Fábio. 
      Uma trama recheada de segredos, tem um ritmo de leitura envolvente e deixa o leitor ávido para descobrir o que realmente aconteceu. Com um design limpo e uma fonte agradável aos olhos, é uma leitura que exige atenção, mas no final, não há algum arrependimento quanto ao livro. 
     Recomendo Morte Entre Poetas a todos que desejam uma leitura mais elaborada, algo em que se possa refletir. Não é uma leitura leve, com certeza, e traz a tona sentimentos que são geralmente deixados de lado em obras literárias. Tudo isso, afinal, faz da obra de Ángela Vallvey um daqueles livros memoráveis.



Oi gente! Como vão vocês? Hoje é dia de Ao Redor do Globo: Capas, e para comemorar o lançamento do último livro da série Hush Hush, Finale, viemos mostrar para vocês as capas internacionais do primeiro livro! Vamos lá? 


Capa Brasileira. 



            
   Estados Unidos                                       Espanha.

                  
Bulgária                                                   Itália

              
Coréia                                                    Suíça

 
Eslováquia

       
Holanda                                             Dinamarca


            
Alemanha                                        Tailândia

Inglaterra.

A Brasileira, que manteve a capa americana (muito obrigada, Intrínseca!), a Eslováquia e Inglesa são minhas preferidas. Na verdade, acho que todas que mantiveram a capa original ficaram lindas! 

As da Bulgária, Holanda e Dinamarca são, na minha opinião, totalmente fora do contexto do livro (Era para ser o Patch na Holandesa e na Dinamarquesa?!), e não gostei nem um pouco do design. 

Percebam, também, que houveram mudanças nos títulos de alguns países. Na alemã, Engel der Nacht significa Anjo da Noite, Fallen Angel (Anjo Caído) para a Suíça, Il bacio dell'angelo caduto (O Beijo do Anjo Caído) na Itália, e, é claro, Sussuro para o Brasil.

O que acharam das capas, e qual é sua preferida? Deixe sua opinião!




Após haver cancelado o lançamento dos livros restantes da saga, a Editora Arqueiro voltou atrás e confirmou que irá sim lançar o segundo volume da série escrita por Beth Fantaskey, Jessica Rules the Dark Side. O livro só está previsto para 2013, então, por enquanto, confira a capa americana e a sinopse:

Quando Jessica Packwood descobriu que era uma princesa vampira Romenaela teve a maior surpresa da sua adolescência. Acontece que essa foi à parte fácil. Agora casada com o príncipe Lucius Vladescu, ela tem que reivindicar o trono e convencer a nação vampírica que ela pode ser sua rainha. Mas Jess não consegue nem pedir uma refeição decente aos servos do casteloRomeno, muito menos lidar com os mortos-vivos desonestos que adorariam vê-la falhar. E quando Lucius é acusado de assassinar um vampiro ancião e preso sem o sangue que precisa, Jessica se vê sozinha, lutando pela sobrevivência de ambos.
Desesperada por limpar o nome do seu marido e ganhar sua liberdade, Jesspede ajuda da sua melhor amiga Mindy Stankowicz e o misterioso primo Italiano de Lucius, Raniero Lovatu, mas ambos estão escondendo algum segredo sombrio. Jess conseguirá descobrir em quem confiar – e como assumir o poder – antes que perca tudo, inclusive o vampiro que ela ama?
Repleto de romance, mistério e perigo, a continuação tão esperada de “Como se Livrar de um vampiro apaixonado” mostra que muitas vezes uma princesa tem que conquistar o seu “Felizes Para Sempre” com uma estaca afiada na mão.
Quem aí já leu o primeiro livro da série? O que acharam?



Olá, queridos leitores! Hoje vim trazer à vocês mais uma entrevista do nosso autor parceiro, Michel Fonseca, feita para a Rádio My Way.  Espero que gostem!

"A primeira entrevista do novo programa da Rádio My Way é com o autor do livro 'Os sete cavaleiros de Algord' Michel Fonseca. O carioca de 31 anos escreveu seu livro que é um conto de ficção, que nasceu a partir de um sonho, que ele conta para o entrevistador Leonardo Lobo."





A origem da ideia do livro ainda me encanta! E o carisma do Michel é insubstituível! Obrigada, Michel por nos conceder essa chance de conhecer melhor seu trabalho.

E vocês, leitores? O que acharam?




Olá, queridos leitores! Estamos com uma nova parceira: a Editora Selo Jovem. Conheçam mais sobre ela:

"A SELO JOVEM é uma ideia formada entre amigos, escritores. O objetivo da selo jovem é publicar obras com 100% de qualidade literária, sem pressa e trabalhando duro na revisão dos textos. Contamos com ótimos profissionais, desde diagramadores, revisores, capistas, design, e uma gráfica de qualidade.

A editora selo jovem é uma editora voltada ao publico juvenil e adulto, publica livros de ficção, fantasia e romance. A selo jovem Publicará também HQs Comics, em formatos coloridos - nas faixas etárias adulto e juvenil."


Não deixem de visitar o site da Editora!


É gratificante sabermos que cada vez mais, há editoras que nos apoiam! Que essa parceria seja harmoniosa e próspera!





Livro: Agnus Dei - A Idade do Sangue (Livro 1)
Autor (a): Julianna Costa
Editora: Grimório Editorial
Páginas: 376
ISNB: 9788565968003
Edição: 2



Sinopse:
Sediada dentro de um hospício, oculta da sociedade, encontra-se a Ordem de Aset. Uma dentre as cinco Grandes Organizações com o dever de caçar e exterminar crias do escuro, seres sobrenaturais aos quais se enquadram demônios, vampiros, lobisomens, bruxas e toda a horda de entes abissais. A busca por uma garota, recém-descoberta como uma possível reencarnação de um dos fundadores da Ordem, incide num confronto épico envolvendo outra Organização, a Agnus Dei, iniciando a contagem de uma trama frenética que promete levar a História a mais densa das eras: a Idade do Sangue.


  Obrigada a autora, Ju Costa, por ceder o exemplar para a resenha.
     “Agnus Dei – A idade do sangue” é uma trama que retrata, brilhantemente, o sobrenatural mundo das criaturas místicas. Diferentemente dos livros que estão se tornando um entediante clichê, essa obra mostra vampiros como são originalmente: sedutores, perigosos e sedentos por sangue. Mas não é apenas de vampiros que o livro se trata.
    No mundo inteiro, existem cinco organizações responsáveis por proteger os humanos dos perigos sobrenaturais, e uma delas é A Ordem de Aset.  A líder dessa ordem se vê cada vez mais perdida, desrespeitada pelos seus inferiores e vista como desmerecedora do trabalho, pois está sucedendo seu pai, que lhe deixou a cadeira de Aset. Quando a suposta reencarnação de um dos fundadores originais  da Aset é localizada, Theresa Monte se vê sem saída; acontece que, só existem duas formas de escolher o próximo líder da organização: quando é passada pelo líder atual à outra pessoa e quando uma reencarnação de um fundador é encontrada. Tudo dá errado quando Theresa manda Maasi – um vampiro ligado a ela por um pacto de sangue, e que supostamente a odeia – seguir a garota, que, após quase ser morta, é salva e transformada em vampira por Maasi.
       Julie agora precisa se adaptar a nova vida, conhecer seus supostos amigos e inimigos, e lidar com a recusa inconsciente de levar uma vida vampiresca. Tudo isso em meio a uma batalha travada entre Aset e a Agnus Dei – organização do Vaticano que parece ter interesse em Julie – e a sensação de que, mesmo um tanto contra sua vontade, é à Aset que ela pertence.
     
     Agnus Dei é um livro difícil de resumir ou resenhar. Garanto que, entre tudo que já disse, muito ficou de fora. A autora conseguiu construir de maneira muito realista um mundo novo, aonde vampiros e humanos convivem entre intrigas e desconfiança. Esse é um ponto a ressaltar em Agnus Dei: o livro consegue englobar várias tramas em apenas uma, e quando você se da conta, há vários acontecimentos ocorrendo simultaneamente, e o leitor os acompanha facilmente, sem ficar confuso.
      Preciso ressaltar também, a maneira que os personagens foram construídos. Até mesmo os que não têm um papel de destaque ou participam ativamente da trama, são bem arquitetados e tem seu papel chave na história em si. Julie, a protagonista, é decidida e aventureira, do tipo que não hesita em fazer algo para ajudar quem precisa. Maasi é, de longe, meu personagem preferido. Impulsivo, debochado e sarcástico, mas demonstra um enorme carinho por Julie e certo interesse em Theresa. Apesar de ser vilão/mocinho, me vi torcendo para que ele e Monte se acertarem.
     O livro pecou em algumas vezes na revisão, apesar de não atrapalhar em nada na leitura, e conta com um design diferente: As páginas são acinzentadas, o que proporciona um clima sombrio a leitura. A capa é bem desenhada e retrata o ambiente em que o livro é situado, apesar de eu estar em dúvida do significado da ampulheta na mão de Maasi.
       Agnus Dei, A Idade do Sangue, tem tudo para ser um dos melhores contos sobrenaturais nacionais: uma história estruturada, personagens fortes e uma narrativa ótima. Mal posso esperar pela continuação, e recomendo aos apaixonados por vampiros – aos que querem se apaixonar também. Vocês, com certeza, não irão se decepcionar. 
Melhor quote:
– Eu acho – começou ele –  e sou muito velho, então minha opinião deve ser levada em consideração, que na vida você deve escolher uma pessoa em quem confiar. Uma única pessoa. E deve confiar nela cegamente. E pronto.
– E o que acontece se ela te trair?
– Você a mata e arranja outra pessoa para confiar.




Livro: Em Chamas
Título Original: Chatching Fire
Autor (a): Suzanne Collins
Editora: Rocco
ISBN: 9788579800641
Páginas: 416
Edição: 1
Acabamento: Brochura


Sinopse:
Em Chamas é o segundo volume da bem-sucedida trilogia iniciada com Jogos Vorazes, mais novo fenômeno da literatura jovem dos últimos tempos, que mistura ficção científica com reality show, passando pela mitologia e pela filosofia com muita ação e aventura. Com mais de quatro milhões de exemplares vendidos apenas nos Estados Unidos, a saga ganhará adaptação para o cinema, com estreia prevista para 23 de março de 2012. A direção do longa está a cargo de Gary Ross (Quero ser grande/Seabiscuit) e a protagonista Katniss será interpretada por Jennifer Lawrence, finalista ao Oscar de melhor atriz deste ano por Inverno da alma. A trilogia manteve-se por 130 semanas consecutivas na prestigiada lista do jornal The New York Times. Depois de ganhar os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos Jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Os Jogos completam 75 anos, momento de se realizar o terceiro Massacre Quaternário, uma Edição da luta na arena com regras ainda mais duras que acontece a cada 25 anos. Katniss e Peeta, então, se veem diante de situação totalmente inesperada e, dessa vez, além de lutar por suas próprias vidas, terão que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.

Katniss teve a infortunada idéia de desafiar a Capital ao sugerir à Peeta que se matassem na arena, para não cederem e, assim, entregar à Capital um vencedor.
Quando nossa protagonista – já presente no Distrito 12 – pensa que o risco é mínimo e que seu desempenho ao fingir que ama Peeta está produzindo resultados estimados, depara-se com uma perigosa visita: a do presidente Snow. É com sutis ameaças que Katniss percebe que terá que sacrificar o resto de sua vida para manter o presidente longe de si e de quem ama.
Mas talvez Snow já houvesse encontrado um modo mais fácil de matar os desafiantes sem que o povo desconfiasse ou questionasse suas mortes. Um destino que nem Katniss foi capaz de prever.
 O Massacre Quartenário é feito a cada 25 anos de Jogos Vorazes, onde as regras tomam rumos diferentes, e onde as mortes são diversificadas – e, para os expectadores, – mais divertidas. Todos esperavam qualquer mudança no Massacre Quartenário que ocorreria naquele ano – aumento do número de tributos mandados, um ambiente mais hostil do que o comum, e etc – menos a escolha que foi tomada. Haveria um sorteio entre os vitoriosos de todos os anos em todos os distritos, e, um homem e uma mulher deveriam retornar para arena.
Agora Katniss não só voltará para o local de seus pesadelos, como terá que lutar com os vitoriosos, ou seja, os melhores dos melhores.
Mas havia outro problema: Peeta também voltaria para arena, e dessa vez, somente um poderia sair vivo.

A leitura, de começo, é monótona e nenhum pouco interessante. Tenho que admitir que eu estava ansiosa para ter conhecimento da continuação do grandioso fenômeno, levando em consideração que Suzanne – a autora – não poderia mais usar a arena que tomou a maior parte do primeiro livro. Bem, como podemos ver, nossa escritora conseguiu criar um meio para voltar a usar os Jogos Vorazes, e por esse motivo fiquei um tanto receosa.
Contudo, não posso dizer que o livro me desagradou, ou que seu enredo foi mal feito. Pelo contrário: Suzanne conseguiu transformar a conhecida arena em um lugar muito diferente, o qual minha mente não conseguiu prever.
Os novos personagens, os novos perigos, a nova situação do livro, me satisfez bastante. No entanto, por alguns momentos, eu sentia que Em Chamas tratava-se de outra história, e não a continuação de Jogos Vorazes. É como se a história não tivesse como origem, uma inspiração, mas uma criação forçada e esquematizada.
As cenas de Jogos Vorazes foram muito bem imaginadas em minha cabeça, enquanto, as do Em Chamas não passaram de um “desenho animado”. Não consegui criar uma realidade em minha mente e me sentir dentro da obra escrita.
A obra, analisada pelo seu enredo no geral, é ótima. Mas faltou uma grande dose de sentimento, realidade e exploração.
Mas a indico à todos que começaram a trilogia e aos que irão, um dia, começar. Em Chamas vale a pena ser lido, por mais defeitos ou qualidades que possa ter.
Primeiro parágrafo do livro:
"Aperto o cantil com firmeza em minhas mãos, muito embora a quentura do chá já tenha se dissipado há muito no ar gelado. Meus músculos estão rígidos devido ao frio. Se uma matilha de cães selvagens aparecer nesse instante, as chances de escalar uma árvore antes de eles atacarem são francamente desfavoráveis. Eu deveria me levantar, dar uma circulada, e tentar anular a rigidez de meus membros. Mas em vez disso, mantenho-me sentada, imóvel como a rocha que está embaixo de mim, enquanto o amanhecer começa a iluminar a floresta. Não tenho como lutar contra o sol. Posso apenas observar impotentemente como ele me carrega em direção a um dia que tenho abominado há meses."
Melhor quote: 
“Deixe-os ir, digo para mim mesma. Diga adeus e os esqueça. Eu tento meu melhor, pensando neles um por um, libertando-os como pássaros da cela protetora dentro de mim, trancando as portas para eles não retornarem.”



Olá, queridos leitores. Estamos aqui novamente para transmitirmos à vocês a extensa e complexa ligação que a música tem com a literatura e a arte de atuar, através de nossa coluna quinzenal.

O conceito de Memória Musical é o seguinte: iremos nos ater à um livro ou filme, e comentar sobre as músicas que nos lembram deles. É um jeito um tanto descontraído de colocarmos um pouco mais sobre nós no blog, e como é algo que nunca vimos blog algum fazendo, decidimos tentar.

Todos – inclusive eu e a Gabi – estávamos ansiosos pela a estréia do primeiro episódio da quarta temporada de The Vampire Diaries. E continuamos a esperar muitos dessa série de TV! 
Por esse motivo, escolhi hoje mostrar-lhes as musicas que me lembram das cenas da série, mas também, dos livros.

A primeira musica é How To Save A Life, da banda The Fray. 
Essa música me lembra basicamente a segunda temporada de The Vampire Diaries, do triângulo amoroso criado por Elena, Stefan e Damon.



A segunda musica é All I Need, da banda Within Temptation. Essa música me traz à tona o "romance" de Elena com Damon. 


E a terceira música, e a minha preferida das três é Only One, de Alex Band. Essa música me lembra a primeira temporada e também dos dois primeiros livros da série escrita por L.J. Smith.


Gostaram das musicas? Tem alguma música que lembra vocês da Série de TV ou dos livros?




Olá pessoal! Hoje viemos com uma promoção imperdível em parceria com o autor Markus Thayer. Iremos sortear um exemplar do livro "Hathor" para os leitores do blog. Quem ainda não conhece o livro?




John McBrian é estudante de engenharia e tem uma vida normal até encontrar um antigo mapa na biblioteca do King’s College. Acompanhado de seu professor e de seu melhor amigo, ele cruzará o oceano com o objetivo de chegar até onde o mapa aponta: a Serra do Roncador, no Brasil. Perseguidos por pessoas misteriosas e atormentados pela incerteza, eles serão movidos pela coragem e pelo desejo de possuir o maior de todos os tesouros. Mas existe algo que ninguém sabe: Apenas John McBrian tem a chave!





a Rafflecopter giveaway

- Na opção twittar sobre a promoção, no formulário, basta clicar no ícone do twitter que uma janela irá aparecer com a frase. que você deve twitter. Depois confirme, copie o link e cole no local indicado.
- Não sabe usar o Rafflecopter? Veja como usar aqui.  (Créditos: Itcultgen)

É obrigatório: 
 Seguir publicamente o blog Palácio de Livros pelo Google Friends Connect.
 Residir no Brasil
 Cumprir com as três primeiras regras (obrigatórias)
O vencedor terá três dias para responder o -e-mail com o envio dos dados corretos, ou haverá um novo sorteio.
♔ Se o ganhador não cumprir as regras, será desclassificado e haverá um novo sorteio.
♔ O envio do livro ao ganhador será feito pelo autor, Markus Thayer.

"E que a sorte esteja sempre com você!" 



Oi gente! Animados para a sexta feira? Eu estou! E trago, também, três ótimos livro para vocês conferirem. A autora Nádia São Paulo concordou em fechar parceria com o PL, e já recebemos dois livros dela para serem resenhados. (Obrigada, Nádia!) 
Mas, por enquanto, que tal conhecer um pouco mais sobre as obras da Nádia?




Assassinato no Baile de Debutantes 

Quem não tem pelo menos um segredo guardado a sete chaves? Segredos da infância, da adolescência ou da vida adulta? Segredos que nunca deveriam vir à tona.  Serem revelados... No entanto, nem sempre isto é possível. Às vezes, como fantasmas que sempre voltam para nos assombrar, esses segredos ganham vida própria e saem do calabouço de onde estavam aprisionados; para nos torturar, enlouquecer e até matar. Noutras vezes, eles simplesmente saem desse mesmo calabouço, só para nos dar a chance de consertar tudo e, a duras penas, nos fazer recomeçar...
Esta é a história de Naná, uma criança adorável, com uma grande curiosidade: um amigo imaginário capaz de fazer adivinhações sobre o futuro. Mas ele não preveniu sobre o assassinato de Elga, irmã de Naná, na noite de seu baile de debutantes. Revoltada, Naná rompe com o amigo e jura descobrir o que realmente aconteceu com sua querida irmã. Só que ela não fará isso sozinha... O brilhante inspetor Xavier, entrará em cena para ajudar na solução de mais um caso intrigante.
Libertar segredos será a difícil missão do experiente Inspetor Xavier e da pequena Naná, nesta trama cheia de crimes, armadilhas e desilusões, onde nada é o que parece ser.





O Mistério da Casa na Praia
Realidade, ou loucura?
Morte acidental, ou homicídio?
Que mistérios envolvem a casa onde Elizabete e sua família, irão morar?
Essa é a história de Elizabete, seu marido Eduardo e a única filha do casal, a adolescente Ana Julia. Uma família muito divertida e bem-humorada, que está de mudança para Guarapari. Um belo balneário situado no estado do Espírito Santo.
Acostumados com uma vida de mudanças, eles adoram imaginar como será a nova casa, quem serão os novos amigos, vizinhos, e o que o destino lhes reserva... Enfim, divertem-se imaginando o que virá pela frente.
Mas, infelizmente, desta vez a aventura não será tão agradável como de costume. Eles farão parte de uma trama sobrenatural, cheia de suspense e aparições, onde terão que desvendar um grande mistério envolvendo a casa onde irão morar.Todo esse mistério acabará colocando em risco o bom relacionamento da família, a sanidade mental de Elizabete e a vida da jovem Ana Julia.
BOOKTRAILER
                                      




Morte no Litoral - Um crime quase perfeito

Olívia sempre foi uma garota muito solitária. Rejeitada pela família, pelo grande amor da sua vida e por uma amiga da escola. Aos treze anos de idade, resolve fugir de casa para tentar um futuro melhor. Mas, as coisas não acontecem exatamente como ela imagina, e sem opção, acaba passando quase um ano vivendo como menina de rua.
Um dia, é surpreendida por uma mulher que decide lhe dar abrigo, alterando completamente o curso do seu destino. Mas, segundo a misteriosa mulher, tanta mudança terá um preço muito alto na vida da garota, e um dia, terá que ser pago.
Resta saber, se Olívia estará disposta a pagar este preço quando chegar o momento.
Deixando para pensar depois, Olívia decide aceitar a ajuda da estranha mulher, mudando radicalmente de vida. Crescerá com uma educação impecável, e aos vinte e três anos de idade irá trabalhar numa grande construtora onde conhecerá Ronaldo, o seu futuro marido. Mas, nem tudo serão flores. Olívia vai embarcar numa aventura sem volta, cercada de mortes misteriosas e acidentes inexplicáveis, com direito a um desfecho surpreendente.



SOBRE A AUTORA
Nádia São Paulo nasceu em Salvador – BA. É formada em Gestão e Design de Moda pela UNIFACS, e trabalhou vários anos como bancária. Tem grande paixão pelas artes em geral e, desde criança, é leitora voraz dos livros de suspense e policial. Fato este que a levou a sentir uma grande necessidade de criar suas próprias histórias. É também autora do romance Morte no Litoral – Um Crime Quase Perfeito e Assassinato no Baile de debutantes. Em 2010, foi contemplada no edital de Apoio à Edição de Livros de Autores Baianos pela Secretaria de Cultura da Bahia, com o romance O Mistério da Casa na Praia.  Tem nos autores Agatha Christie, Edgar Alan Poe e Arthur Conan Doyle, suas maiores fontes de inspiração.


Blog da autora
Skoob



Olá gente! Estamos no ar com a primeira Caixa de Correio do blog! Pedimos perdão pelos erros, mas foi uma primeira experiência, rs. Estaremos logo logo postando a segunda Caixa de Correio, então, fiquem ligados!


C A I X A  D E  C O R R E I O  # 1



L I V R O S   C I T A D O S
Agnus Dei — Ju Costa
Moedas para o Barqueiro — Volume III
Dança dos Dragões — George R.R. Martin


Então é isso! Esperamos que gostem, e queremos saber o que vocês acharam. 


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