Olá, pessoal! Hoje trouxemos para vocês uma entrevista super interessante com a autora Catherine Mckenzie, autora da obra "Desaparecida" publicada pela editora Leya. As perguntas foram feitas por vários blogueiros(as) e estão devidamente identificadas. Confira abaixo as novidades!

SinopseEmma Tupper não existe mais. E por que não, então, inventar uma nova Emma Tupper? “Só poeira. É como se eu tivesse sido apagada. Transformada em cinzas.” Quem nunca sonhou em recomeçar a própria vida do zero? A jovem advogada Emma Tupper se vê diante dessa oportunidade quando volta para casa, após passar seis meses desaparecida na África. Surpresa, percebe que todos acreditam que ela estava... morta. Emma descobre que sua antiga vida foi apagada. O apartamento onde vivia acaba de ser alugado para um novo inquilino, o misterioso fotógrafo Dominic. No escritório de advocacia, no qual construía uma carreira brilhante com chances de concorrer ao cargo de sócia, sua rival Sophie se apossou não só de seus clientes e de sua sala, mas também de seu namorado, Craig. Enquanto tenta resolver o caos no qual seu mundo se transformou, Emma se questiona: ela era feliz antes de sua viagem à África? Tinha valido a pena se sacrificar tanto em nome do trabalho? Amava Craig de verdade? Queria mesmo ter aquela vida de volta? Romântico e espirituoso, Desaparecida revela a envolvente trama de uma mulher à procura de si mesma.



S O B R E   A   A U T O R A
Catherine McKenzie nasceu em Montreal, no Canadá. Formou-se em História e em Direito na McGill University e exerce a profissão de advogada. Lançou o primeiro romance, Spin, em 2012, e desde então todos os seus livros tornaram-se best-sellers. Catherine é colaboradora do portal de notícias The Huffington Post.





1. A personagem principal teve inspiração em você? Em algum momento teve vontade de começar do zero? (Oliver)
R: A personagem principal não foi baseada em mim, mas em uma história que ouvi sobre uma pessoa que ficou doente enquanto estava na África. Quando ela retornou à sua cidade, alguém estava morando em seu apartamento e todos os seus objetos foram jogados fora. Achei que esta era uma boa premissa para explorar temas sobre os quais já andava pensando. E se alguém não quisesse uma segunda chance para fazer as coisas da forma certa?

2. Quais são suas maiores influências literárias? Quais autores mais influenciam seu trabalho como escritora? (Loren-Louise)
R: É difícil escolher um único autor porque sou uma leitora voraz de diversos gêneros. Acho que o que mais influenciou minha escrita foi ler, ler e ler, possibilitando que eu aprendesse o máximo que eu pudesse sobre escrever.

3. A África não é comumente vista na lista de lugares mais desejados para se visitar, de onde surgiu a ideia? É algum toque pessoal seu? (Andreia Leal - Mais que Livros)
R: A história foi realmente baseada em outra que eu ouvi. Também tive um amigo que morou na África por cinco anos, então eu consegui escrever baseada na experiência dele.

4. A inserção do suspense no fim do livro trouxe bastante dinamismo a história, quando você começou a escrever o livro, você já tinha pensado em inserir esse elemento? (Andreia Leal - Mais que Livros)
R: Obrigada. Não tenho certeza de quando exatamente decidi adicionar o mistério ao livro, mas com certeza surgiu enquanto eu pensava no livro – um processo pelo qual sempre passo antes de começar a escrevê-lo.

5. Seus personagens são baseados em pessoas reais ou são totalmente fictícios? (Andreia Leal - Mais que Livros)
R: Totalmente fictícios.

6. Eu levei menos de um dia para concluir a leitura desse livro, mas quanto tempo você levou para escrevê-la? (Andreia Leal - Mais que Livros)
R: Ha! O primeiro rascunho demorou mais ou menos um ano para ser escrito, então vieram muitas revisões. Mas fui interrompida algumas vezes por conta de outros projetos.

7. Fui procurar "Tswanaland" no Google e as únicas páginas em português que aparecem são uma referência ao livro. Como você descobriu esse pedacinho da África? E por que o escolheu para ser cenário da tragédia? (Giulia - Prazer, Me Chamo Livro)
R: Eu quis descrever um país que tivesse as características geográficas que eu pensava, então olhei um mapa da África e encontrei o que procurava. Pesquisando sobre a área, descobri que parte dela foi originalmente chamada assim, ou algo similar a isso; foi daí que surgiu o nome. Acho que os nativos se chamam Tswana.

8. Todos nós temos uma coleção de recordações de viagem. Eu compro ímãs em cada lugar que vou, alguns juntam canecas, outros preferem enfeites. Emma gosta de guardar a terra de onde pisou. Você ou algum conhecido seu faz isso? Existe algum simbolismo ou significado dessa lembrança na vida real ou na história? (Giulia -Prazer, Me Chamo Livro)
R: Eu realmente fiz isso – guardar a terra de um lugar que estive (Ilha do Príncipe Edward¹) – quando eu era adolescente. Guardei porque era tão bonita! Mas esqueci disso até agora.  Engraçado como o subconsciente funciona. 
¹É uma das dez províncias do Canadá.

9. Em algum momento você cogitou alterar o final e apresentar uma Emma totalmente transformada e altruísta? (Giulia - Prazer, Me Chamo Livro)
R: Eu deliberadamente rejeitei essa ideia porque acho que seria um desfecho previsível, é a 
forma que filmes desse gênero terminam: experiência de quase morte = você precisa se 
tornar uma pessoa melhor, diferente. Eu quis explorar o que acontece quando todo mundo 
quer que você aja dessa forma, mas você não.

10. A capa brasileira mantém alguns elementos da [capa] original - uma menina de costas na estrada carregando uma mala -, mas inova tanto no cenário quanto na inserção de elementos femininos. O que você achou dessa mudança? Isso aproxima ou afasta o leitor da essência da história? (Giulia - Prazer, Me Chamo Livro)
R: Eu realmente amei a capa brasileira, é uma das minhas favoritas de todos os meus livros. 
Acho que se encaixa perfeitamente ao livro.


O que acharam da entrevista? Ficaram curiosos para ler "Desaparecida"? Eu sim! Espero ter a oportunidade de lê-lo logo e compartilhar minha opinião com vocês!


Olá, leitores! Alguns meses atrás publiquei no blog a resenha de Pacto Secreto, livro escrito pela autora nacional Eliane Quintella. Quem leu a resenha percebeu o quanto esse livro foi marcante para mim. Então, com o consentimento da gentil autora, fiz uma entrevista para esclarecer algumas dúvidas e curiosidades minhas. Espero que apreciem!

1. Como e quando você resolveu que iria se tornar escritora?
Letícia, a verdade é que acho que essa vontade nasceu comigo. Desde que aprendi a ler e a escrever eu soube que era o que eu queria fazer. Tem um poema que escrevi quando era muito pequena, que já falava dessa paixão e chegou a ser publicado no Jornal do bairro em que morava.

2. Quais são suas principais inspirações? O meio em que vive, os livros que lê, os filmes que assiste influenciam em suas histórias?
Eu acho que qualquer coisa que fisgue de alguma forma sua atenção pode servir de inspiração, desde uma cena cotidiana banal até uma imagem, um filme, uma experiência de vida… Sabe, Letícia, justamente por sofrermos toda e qualquer influência eu prefiro não ler nenhum livro durante o meu processo de criação, abro exceção para livros de não ficção. Acho que isso é uma mania que eu tenho e recentemente descobri que outros escritores também têm essa mania.

3.Valentina, a protagonista do livro Pacto Secreto, foi sendo construída aos poucos, ou você já tinha conhecimento total da personagem que trabalhava? 
Antes de escrever sobre um personagem eu procuro definir as principais características de sua personalidade, se é medroso, corajoso, metido, humilde, sincero, mentiroso, e por aí vai. Para criar Valentina eu me inspirei nas características de personalidade dos heroís e heroínas que admiro. Eu queria que ela fosse forte, perseverante, corajosa, cheia de si, amasse sua família, lutasse por ela, ao mesmo tempo queria que fosse crítica em relação às regras morais, desafiasse aquilo que não lhe interessasse e quebrasse regras que não concordasse, entre outras características. É claro que conforme o livro vai sendo escrito eu brinco que os personagens ganham vida e começam a determinar o rumo da história. E isso realmente faz sentido. Uma personagem corajosa como a Valentina, pense comigo, faria o que? Bom, você que já leu sabe até onde ela foi capaz de ir. 

4.Sempre quando eu (Letícia) escrevo, concedo às minhas personagens algumas habilidades ou características minhas (gostos musicais, habilidades artísticas, manias e etc). Há alguma similaridade entre você e Valentina? Se sim, foi proposital?
No final, acho que a Valentina tem sim…. Já explico! A Valentina foi inspirada em heróis e heroínas que eu admiro, cujas características eu procuro trazer para minha própria vida. Só por esse motivo que temos alguma semelhança. Eu gosto que meus personagens sejam autênticos, gosto que tenham vida própria, quero que tenham vida fora do livro, por isso nunca foi minha intenção reproduzir minha própria identidade em qualquer deles, mas realmente às vezes eles pegam uma coisa ou outra. Letícia o que geralmente acontece é que muitos personagens têm gostos parecidos com os meus, isso aparece tanto na trilogia PACTO SECRETO, quanto no novo livro que estou escrevendo agora CAFÉ FORTE. Valentina gosta de vinho, queijos, doces, e eu também. Você se lembra dela comendo doce de leite ou brigadeiro? Isso é coisa minha, sim. A turma do CAFÉ FORTE, como o próprio nome já diz, é viciada em um cafezinho, e eu também. A Clara, médica do CAFÉ FORTE, curte um chocolate suíço e uma coca-cola e eu também.

5. O que você pensa a respeito da literatura inserida no âmbito escolar? 
Via de regra sem graça… Por algum motivo que eu desconheço os professores insistem em recomendar apenas os clássicos aos alunos, contudo, apesar de ser uma literatura de qualidade, retrata outra época, outras preocupações, pensamentos…Acho que os professores deveriam recomendar os clássicos, mas deviam também oferecer aos alunos escritores da atualidade. Uma literatura mais atual, moderna acho que estimularia mais os alunos a lerem. Felizmente, tive a oportunidade de conhecer professores que estão preocupados com isso e estão fazendo a diferença.

6.Você consegue escrever sempre que deseja, ou precisa da “inspiração”? 
Tem dias que a gente está mais inspirada ou disposta a trabalhar eu não tenho dúvidas disso. Eu sempre consigo escrever, mas não é sempre que o resultado me agrada. Já escrevi capítulos que foram direto para o lixo. Aliás, o começo do livro sempre é complicado. CAFÉ FORTE acho que escrevi uns três começos diferentes e no final aproveitei só uma versão. Então, o escritor precisa olhar aquelas 50 ou 90 páginas e não ter dó de jogar no lixo.

7. Pensa em escrever outros livros ou séries além da trilogia Pacto Secreto? Já tem uma ideia em mente? 
Bom, estou terminando de escrever CAFÉ FORTE, que é um livro de suspense tenso, muito tenso. Estou soltando diariamente os capítulos no whattpad. Para quem quiser conferir, clique aqui.
Estou achando muito bacana a experiência de dividir com os leitores o meu livro, vamos colocar assim, bruto, e poder aprimorá-lo, conhecer seus pontos frágeis antes de enviar para uma editora.

8. Quais são as principais dificuldades que encontra em sua carreira? Já teve vontade de jogar tudo para o alto e desistir?
Acho que quem quer ser escritor tem que amar escrever e criar histórias, então, isso nunca foi um problema para mim. Na minha opinião, a maior dificuldade do escritor, especialmente o escritor no começo de carreira, é divulgar sua obra. Hoje há muita oferta de entretenimento por aí. É preciso se diferenciar de alguma forma e achar seu espaço ao sol. Como fazer isso é que é difícil. Mas não tenho nenhuma vontade de desistir. Vou lutar até o osso!

9. Conte-nos como procedeu a publicação de Pacto Secreto. Demorou? Você influenciou na diagramação?
Pacto Secreto foi jogo rápido. Como era meu primeiro livro, assim que recebi a resposta da Novo Século fechei o contrato sem olhar para trás ou esperar outras respostas. Meu nível de ansiedade era extremo. Assinamos o contrato. Depois disso, programamos o lançamento e mexemos no livro alguns meses antes. Eu cuidei de revisar principalmente a redação e escolhi a capa entre algumas opções que me enviaram. Mas isso não é regra. Existe abertura com a Editora. Sei que há autores que querem uma capa específica, uma diagramação específica e conseguem. O meu foco principal era o conteúdo do livro em si.

10. Fiquei mega ansiosa para ler a continuação de Pacto Secreto. Libere alguns spoilers para seus fãs lindos! O que o segundo volume da trilogia nos aguarda?
Muita coisa! O primeiro livro da saga da Valentina nós temos muito sobre a visão dela sobre o diabo, a ordem demoníaca, o pacto entre outras coisas. Nos próximos livros, começamos também a ter a visão dos membros da ordem sobre algumas coisas e isso é bastante esclarecedor ao leitor. Valentina descobre que tinha uma visão errada e preconceituosa em relação a muitos pontos. Além disso, nós temos morte, romance, e começamos a desvendar tudo e mais um pouco sobre a misteriosa ordem demoníaca. Eu convido o leitor a entrar fundo nesse universo!

J O G O     R Á P I D O 
Estou lendo atualmente... Pesadelo de Lars Kepler, mas parei por conta do CAFÉ Forte e meu receio de ser influenciada. 
O último livro que li foi... A sombra do vento do Zafón 
Meu livro favorito é... A Revolta de Atlas da Ayn Rand pela filosofia que traz 
Meu clássico preferido é... O caso dos dez negrinhos da Agatha Christie 
Uma leitura obrigatória... não acho que ninguém possa ser obrigado a nada 
Um livro que eu gostaria de ver transformado em filme... Poxa, sou suspeita para dizer, mas queria muito que a trilogia PACTO SECRETO virasse filme! 
Minha citação favorita é...para falar a verdade eu não tenho, mas como ideia geral eu acho que ninguém deve se colocar como vítima do mundo, pessoas que fazem isso não vão muito longe. Gosto dos homens virtuosos de Maquiavel, de pessoas que com suas garras de aço moldam seus próprios destinos.




Quero agradecer a você, Letícia. Eu adorei a entrevista e achei muito interessantes suas perguntas! Queria que as tivesse respondido ao vivo e a cores junto com uma boa conversa e muito café!

Entre em contato com a autora:
Twitter da autora                                    Onde Comprar Pacto Secreto
Skoob do Livro                                       Blog da Autora                        
Blog do Livro



O livro Café Forte foi muito mencionado nessa entrevista, confira sua sinopse:


Miguel vê sua namorada aterrorizada por um demônio. Ele não acredita, acha que há alguém por trás de tudo e resolve descobrir quem é. Nessa jornada, o ceticismo de Miguel é colocado à prova e ele descobre muito mais do que podia imaginar. Um suspense fantástico que vai deixar o leitor faminto por cada dia um pouco mais de história! 

Quero agradecer a você, Eliane, por ter cedido seu tempo e ter nos deixado conhecer melhor sua vida!
As respostas foram muito esclarecedoras! Posso dizer que admiro muito seu trabalho, sua garra, e sua simplicidade. Parabéns e muito obrigada!

E vocês, leitores? O que acharam da entrevista? A autora está disponibilizando os capítulos de Café Forte na internet, portanto, não deixem de conferir!



     Olá leitores! Como vão vocês?  Quem já leu a resenha de Contos de Meigan aqui do blog sabe que esse livro virou um dos meus favoritos.
     Então, como acredito que todos precisam ler essa história mágica, hoje trago uma entrevista com uma das autoras de Contos de Meigan, a Roberta Spindler, para que, quem ainda não leu, conheça um pouco mais sobre a autora e a obra. 
   A Roberta foi super simpática e topou falar um pouco sobre como começou a escrever, sobre a continuação de Contos de Meigan: A Fúria dos Cártagos e, é claro, sobre o próprio livro. Então, corra e confira!



   1. Vamos começar com uma pergunta um pouco clichê, mas difícil. Quem é Roberta Spindler?
Bom, tenho 27 anos e nasci em Belém do Pará. Adoro histórias em quadrinhos, vídeo games, cinema e RPG. Escrevo desde a adolescência e sou apaixonada por literatura fantástica. Além de Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos, publiquei em diversas antologias.


   2. Quando e como você começou a escrever? Já planejava, desde o início, publicar um livro de sua autoria ou a escrita era só um passatempo?
Comecei a escrever na adolescência. Eram fanfics, principalmente sobre o seriado Arquivo X. No início foi um passatempo, mas com o passar do tempo, principalmente depois que surgiu a ideia de criar Contos de Meigan, passei a levar a escrita a sério. Desde então, busco me aprimorar cada vez mais.


   3. Escrever em dupla uma só história parece ser complicado. Como funciona o processo da escrita de vocês? Cada uma escreve um capítulo, ou as idéias acabam se encaixando?
Eu e a Oriana somos amigas desde a época do colégio. Sempre tivemos gosto por escrever e já tínhamos o hábito de criar em conjunto. Com Contos de Meigan não foi diferente. Com A Fúria dos Cártagos trabalhamos da seguinte forma: criávamos o enredo juntas e depois delegávamos tarefas. Ao final de um capítulo, por exemplo, marcávamos uma reunião (real ou virtual) para discutir novas ideias e revisar o texto.


   4. A Fúria dos Cártagos é um dos livros mais originais que já li. De onde surgiu a idéia para esse mundo totalmente novo?
A ideia de Contos de Meigan surgiu quando ainda estava no ensino médio. Eu e a Oriana costumávamos conversar sobre um mundo novo, chamado Meigan, e inventar situações e histórias sobre este lugar. Quando percebemos que tínhamos um material interessante nas mãos, decidimos investir na ideia e transformá-la em um romance.


   5. Vocês enfrentaram dificuldades para publicar o livro? Quem foram as pessoas que mais acreditaram em vocês? 
Procuramos editoras que tivessem o perfil da nossa obra e ficamos felizes com o interesse da Dracaena. Minha irmã Paula foi quem mais me incentivou a buscar a publicação de Contos de Meigan, ela sempre acreditou na história e sem seu apoio não seria uma realidade hoje. 


   6. Algo que me encantou no livro desde o começo foi a protagonista. Maya não é do tipo ‘chata e bobinha’, sem contar que podemos ver um grande amadurecimento dela no decorrer do primeiro livro. Como foi criar uma personagem forte assim? Há alguém em quem vocês se inspiraram?
Eu e a Oriana decidimos que Maya seria uma protagonista forte, mas que também possuiria diversas falhas, como qualquer pessoa de carne e osso. Queríamos que as provações que ela passa durante sua jornada contribuíssem para uma lenta mudança de comportamento, um amadurecimento como você bem citou.


   7. As cenas de ação do livro são bem constantes, agitadas, e nem um pouco cansativas. Há algo que ajudou você a escrever cenas de ação? De onde vem a inspiração para elas? 
Gosto muito de escrever cenas de ação, lutas com poderes e momentos de tirar o fôlego. Tento torná-las o mais interessante possível para o leitor, buscando também criar situações diferentes e interessantes para cada batalha. Acredito que filmes, jogos e animes são minhas principais inspirações. 


   8. O romance é sutil, mas está presente no enredo (e é impossível não se encantar por Seth!). O que podemos esperar do relacionamento de Seth e Maya no próximo livro?
O segundo livro terá um foco maior no relacionamento dos dois. O romance ganhará mais destaque, por isso os leitores podem esperar momentos bem emocionantes. 


   9. Como está o andamento do segundo livro? Já há alguma data de lançamento prevista? (Eu preciso perguntar, rs.)
Estou na revisão do segundo livro, Contos de Meigan – Entre dois mundos. Ainda não há uma data para o lançamento, mas se tudo der certo terei novidades ainda este ano!


   10. Foi ótimo poder falar com você, Roberta. Deixe alguma mensagem para seus leitores!
Agradeço pelo espaço aqui no Palácio de Livros e por todo o apoio. Espero que os leitores continuem acompanhando o desenvolvimento de Meigan e de outras histórias que ainda irão surgir.
J O G O  R Á P I D O
Estou lendo atualmente...  Palladinum – Pesadelo Perpétuo, de Marcelo Amaral
O último livro que li foi... O Prisioneiro do céu, de Carlos Ruiz Zafón
Meu livro favorito é... Nossa, tenho vários! Vou ficar com 1984, de George Orwell.
Meu clássico preferido é... Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machados de Assis.
Uma leitura obrigatória... As Crônicas de Gelo e Fogo, de G. R. R. Martin
Um livro que eu gostaria de ver transformado em filme... O Silmarillion, de J. R. R. Tolkien
Minha citação favorita é... “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades.”

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Você também pode enviar um e-mail para contosdemeigan@gmail.com e encomendar seu exemplar autografado diretamente com a autora!

     Muito obrigada novamente, Roberta! E iremos esperar ansiosamente pela continuação, "Contos de Meigan – Entre Dois Mundos". Fiquem antenados aqui no blog pois, assim que tivermos mais informações sobre o lançamento, iremos contar a vocês. 


Olá, queridos leitores! Como foi a semana de vocês? Hoje vim trazer uma entrevista muito bacana que fiz com a autora Iracy Araujo, autora do livro O Primeiro- Ministro, o primeiro volume de As Crônicas da Terra do Lago.  Vamos lá?

1 – Com que idade percebeu que tinha o dom para a escrita?
Oi pessoal, tudo bom? Ganhei meu primeiro livro com 7 anos e comecei a escrever na adolescência, mas não sabia se tinha "jeito pra coisa", não mostrava o que escrevia para os outros. Só quando comecei a escrever O Primeiro Ministro foi que resolvi que iria deixar as pessoas lerem. Escrevo por que gosto e me faz bem. Faço poesias desde a adolescência ( já publiquei algumas delas no meu blog ) e gosto de redigir textos, faço crônicas urbanas as vezes, enfim, gosto de manusear com as palavras, acho o Português belissimo, tanto escrito quanto o falado com os mais diversos sotaques do nosso pais continental.

2 – Quando surgiu a ideia das Crônicas da Terra do Lago? Essa idéia surgiu de uma hora para outra, pronta; ou foi construída com o tempo?
Faz muito tempo que penso nisso. Sempre gostei de contos de fadas e gostava de imaginar aventuras em florestas e castelos. A estória de Diana e Selene foi surgindo desses "sonhos", aos poucos eu fui dando forma às duas personagens e depois o enredo foi aparecendo naturalmente.

3 – Quanto tempo demorou para que O primeiro – Ministro terminasse?
Eu escrevo muito devagar e ainda tem momentos que eu simplesmente não consigo escrever uma linha sequer. O primeiro ministro levou de três a quatro anos para ficar pronto. O castelo da floresta vai demorar quase o mesmo tempo.

4 – Houve, em alguma ocasião, um conflito entre a sua profissão – que com certeza, lhe custa tempo – e o seu anseio de publicar? (lembrando que Iracy Araujo é médica-pediatra).
O problema maior é o tempo mesmo, todo médico brasileiro trabalha muito, eu não sou diferente. Além do trabalho, nós precisamos estar sempre estudando também, o que demanda mais tempo. Eu tenho outras publicações na área médica, tenho alguns capitulos de livros médicos já publicados e mais um deve ser lançado nos próximos meses, mas publicar um livro de contos é diferente. Lembro que quando fui registrar o original e a funcionaria olhou minha profissão na ficha de inscrição achou estranho o titulo do livro por que a maioria dos médicos que iam lá registravam obras técnicas e não contos. Mas existem vários outros médicos escritores no país, dá para fazer as duas coisas.

5 – Pretende publicar mais obras? Já tem alguma história em mente?
A segunda parte das Crônicas da Terra do Lago - O castelo da floresta - está quase pronto e devo estar mandando para a editora no primeiro semestre do ano que vem. Quando terminar de escrever As crônicas já tenho um novo livro em mente, já escrevi a sinopse e o primeiro capítulo para não perder a idéia. Mas ainda vai demorar para ficar pronto.

6 – Quem mais lhe apoiou na publicação de sua obra?
Minha familia sempre me apoia. Eles conseguem me dar tranquilidade para escrever e enfrentar as turbulências do caminho. São meu porto seguro.

7 – A capa superou sua expectativa, e foi conforme idealizava?
Eu achei o trabalho dos desenhistas incrivel, eles fizeram quatro capas para mim a partir do resumo do livro que enviei para eles. Todas ficaram boas, mas quando vi a capa azul, com o castelo e as três luas no céu e senti que era ela. A espada ficou ótima também e a idéia de colocá-la formando a letra "T" do título foi perfeita. Realmente eles conseguiram traduzir o que eu tinha imaginado e eu acho que o resultado final ficou lindo.

8 – Como a Editora Novo Século (Novos Talentos) tratou-a? Já esperava que seu livro fosse aprovado pela mesma?
Não tinha certeza que meu livro seria aprovado, sou muito exigente e sempre acho que poderia fazer melhor. Acho que esse é um dos motivos que demoro tanto para terminar um livro ( faço e refaço uma cena mil vezes até achar que está boa ). A Novo Século foi a primeira editora que procurei, fiz uma pesquisa de mercado antes para ver quem tinha uma linha de literatura na qual o meu livro se enquadrasse. Quando mandei o original eles demoraram cerca de seis meses para me dar a resposta e quando fechamos contrato eles seguiram todos os prazos, o resultado final foi bem satisfatório.

9 – Já teve vontade de desistir de suas histórias? 
Diversas vezes, inclusive nunca terminei o meu primeiro conto " A tempestade ", que fiz quando ainda era adolescente, até os originais eu não tenho mais. E isso acontece por vários motivos: as vezes acho que a estória não está boa, que é muita pretensão minha querer escrever, as vezes acho que não é o momento para escrever e algumas vezes é só falta de inspiração mesmo. Mas depois de um tempo eu releio o que já escrevi, junto os fios soltos e volto a dar vida a estória. Acho que apesar de tudo enquanto eu conseguir sonhar, vou conseguir escrever.
10 – Porque indica seu livro à nossos leitores? Qual é o ponto mais forte de O Primeiro-Ministro?
No Primeiro Ministro vocês irão encontrar uma estória de amor e lealdade. Honra e honestidade. Sentimentos e atitudes que nos mostram por que vale a pena lutar por um ideal e por alguém. São conceitos um pouco fora de moda, mas eu acredito neles. E acho que devemos falar disso, principalmente para os mais jovens. Afinal quem de nós não gostaria de ter uma pessoa de bom carater ao nosso lado para nos ajudar e proteger.


Um grande abraço a todos!
Iracy

Twitter da autora


Obrigada, Iracy, por ter nos concedido seu tempo para contar um pouquinho mais sobre você e sua obra! Foi ótimo lhe conhecer melhor! E leitores, a resenha de O Primeiro-Ministro logo, logo estará disponível à vocês aqui no blog. Mantenham-se atentos!





Olá, queridos leitores! Hoje vim trazer à vocês mais uma entrevista do nosso autor parceiro, Michel Fonseca, feita para a Rádio My Way.  Espero que gostem!

"A primeira entrevista do novo programa da Rádio My Way é com o autor do livro 'Os sete cavaleiros de Algord' Michel Fonseca. O carioca de 31 anos escreveu seu livro que é um conto de ficção, que nasceu a partir de um sonho, que ele conta para o entrevistador Leonardo Lobo."





A origem da ideia do livro ainda me encanta! E o carisma do Michel é insubstituível! Obrigada, Michel por nos conceder essa chance de conhecer melhor seu trabalho.

E vocês, leitores? O que acharam?




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