Sinopse: Não há lugar para a honra na sobrevivência. Fãs de Star Wars e Divergente vão adorar a nova série de fantasia e ficção científica da escritora best-seller internacional Veronica Roth. Em um planeta onde a violência e a vingança imperam, em uma galáxia onde alguns são afortunados, todos desenvolvem habilidades especiais – o dom-da-corrente – um poder único para moldar o futuro. Enquanto a maioria se beneficia desses dons, Akos e Cyra não. Seus dons-da-corrente os tornam vulneráveis ao controle dos outros. Será que vão conseguir recuperar o controle de seus dons, de seus destinos e das próprias vidas, e ainda instaurar o equilíbrio de poder no mundo? Cyra é irmã de um tirano brutal que governa o povo de Shotet. Os dons especiais da jovem causam dor, mas trazem poder – algo explorado por seu irmão, que a usa para torturar seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma na mão do irmão: ela tem uma resistência fora do comum, o raciocínio rápido e é mais esperta do que ele imagina. Akos vem de Thuvhe, a nação amante da paz, e a lealdade à sua família não tem limite. Mesmo protegido por um dom especial incomum, Akos não evita que ele e seu irmão sejam capturados por soldados inimigos shotet. Akos se desespera e quer resgatar o irmão vivo, não importa a que custo. Quando Akos é empurrado para o mundo de Cyra, a inimizade entre seus países e famílias parece intransponível. Acreditando ser a única saída, Akos decide se unir a Cyra. Uma união que pode resultar na sobrevivência – ou na destruição de ambos… Numa narrativa eletrizante, no viés de Star Wars e Divergente, Veronica Roth explora – com equilíbrio e pungência – a história de um jovem que faz uma aliança com o inimigo para escapar da opressão que governa sua vida. Juntos, partem em busca de seus únicos objetivos: para um, a redenção; para o outro, a vingança.
E os fãs da famosa autora assassina Veronica Roth têm muito o que comemorar. O novo livro da autora de Divergente chega ao Brasil em lançamento simultâneo com outros 30 países agora em Janeiro. Confiram abaixo a capa e a sinopse:
O lançamento acontece no dia 17 de Janeiro (e só nos resta esperar que nenhum personagem morra!!).
☛ Confira um trecho exclusivo do livro clicando aqui.
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Olá, galera! É com extrema emoção e ansiedade que venho apresentar a vocês o trailer da adaptação "Insurgente" continuação de "Divergente" estrado no dia 17 de Abril desse ano . Trata-se de uma trilogia de livros escrito pela renomada autora estadunidense, Veronica Roth, publicados no Brasil através da Editora Rocco. Confira o poster o oficial e o trailer Insurgente que estreará 20 de março de 2015.
Sinopse do livro: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
T R A I L E R I N S U R G E N T E
O que acharam do poster e do trailer? Achei que os roteiristas e os produtores fugiram um pouco da ideia do primeiro filme. Na minha opinião, pareceu que eles tentaram copiar o clima de "Jogos Vorazes" e acrescentaram imagens desnecessárias e cheias de efeitos. Mas, apesar de tudo, gostei muito do que vi; da ação, dos diálogos... E quanto a vocês?
Olá, pessoal! Hoje, aqui no Entre Páginas e Telas, vou falar sobre a adaptação de uma das minhas séries distópicas favoritas, que teve o último volume lançado há pouco no Brasil: essa é a resenha do filme Divergente. Apesar de só estrear em terras brasileiras no dia 17 de Abril, eu já vi o filme e conto a seguir minha opinião para vocês.
Divergente, a adaptação do primeiro volume da série de livros homônima de Veronica Roth, é uma das muitas adaptações que estão sendo lançadas nos cinemas, agora que há um enorme espaço – antes, tão amplamente ocupado por Harry Potter, Crepúsculo e Jogos Vorazes – nos corações dos espectadores mais jovens. Teve sua estreia nos Estados Unidos na última sexta-feira, 21 de março, e arrecadou 56 milhões até o dia 23 (estimativa do Box Office Mojo). Com a estreia marcada no Brasil para o dia 17 de abril, entretanto, os fãs brasileiros ainda sofrem da curiosidade: terá Divergente feito jus ao livro?

Antes de tudo, deixo claro que sou fã da série de livros criada por Veronica Roth. E, como já é amplamente conhecido por todos que leram os livros de alguma série e depois assistem à adaptação, é difícil não criarmos algumas expectativas, especialmente quando gostamos muito da estória. Preciso dizer o quanto fiquei feliz, levando isso em conta, quando me deparei com um filme tão fiel ao livro. Mas, vamos por partes...
Dirigido por Neil Burger (O Ilusionista; Sem Limites), Divergente conta a história de uma sociedade futurística que, depois de abalada por uma guerra, se dividiu em cinco facções para uma melhor organização do sistema: Erudição, a facção dos inteligentes, Franqueza, a dos sinceros, Abnegação, a dos altruístas, Amizade, a dos gentis, e Audácia, a dos corajosos. Ao completar dezesseis anos, jovens precisam fazer uma escolha, e decidir em qual delas desejam viver pelo resto de suas vidas. Beatrice Prior faz uma escolha que surpreende a todos, e deve agora lidar com os testes que precisa passar para tornar-se definitivamente um membro de sua facção de escolha. O que ela esconde, entretanto, é que é Divergente – o que significa que ela não se encaixa em apenas uma categoria –, já que isso significaria sua morte certa. Quando Tris descobre um crescente conflito que pode ameaçar destruir a sociedade tão cuidadosamente construída, ela precisa tentar salvar aqueles a quem ama, antes que seja destruída.
Estrelando Shailene Woodley como Tris e Theo James como Quatro, a atuação é sem dúvidas a característica mais marcante da adaptação. Com uma protagonista feminina, tudo indica que alguns clichês irão se repetir, mas Tris consegue quebrar a todos – ela é forte, corajosa, mas, acima de tudo, não é conformada com as circunstâncias. O modo como Shailene Woodley transmitiu a essência da personagem para as telas foi impressionante. As expressões da atriz, a dor e a alegria foram quase palpáveis, tão sinceras, e esse padrão se manteve durante toda a longa.
Theo James também se destaca, dando vida a um Quatro um tanto mais charmoso do que o original, mas extremamente fiel: corajoso, pragmático, “cru”, mas galante. A química entre os dois atores, além disso, é enorme. O romance – assim como no livro – não é idealizado, mas extremamente real. É um daqueles raros casos em que os dois atores principais conseguem incorporar a estória de modo quase assustador, deixando quem assiste ao filme crente de que tudo realmente aconteceu.

Talvez por toda essa química, senti um pouco de falta dos detalhes sobre relacionamento dos dois. Não é que ele ficou apagado – pelo contrário, quando há cenas românticas não há como desviar os olhos da tela –, todavia, eu não teria me importado em ver um pouco mais da relação entre Tris e Quatro.
Vale também mencionar o elenco de apoio, com Jai Courtney (Eric) se destacando em qualquer cena que apareça, interpretando o cara malvado, e Ashley Judd e Tony Goldwyn que, mesmo com pouco espaço na longa, não poderiam ter sido melhores como pais de Tris. Também há Kate Winslet (Janine), a vilã do filme, outra atriz impecável que consegue revoltar o espectador (e parecer entediada e cheia de si como um verdadeiro membro da Erudição!) em todas as cenas.
A caracterização e o modo como as facções, tão importantes para a história, foram demonstradas foi incrível. Tudo, desde o vestuário dos figurantes até mesmo o visual da Chicago futurística ficou impecável, com efeitos especiais intensamente críveis. Há muitas cenas de ação, é claro, e em todas elas conseguimos captar a atmosfera que Divergente deseja passar: a de um plot enérgico e, a sua maneira, cruel. Não há nada idealizado, nem todos são felizes e muitos erros pessoais são cometidos, e é justamente isso que atraiu milhões de fãs à série de livros. Somando-se a isso, há o fato de que o final do filme é utilizado de um modo muito mais astuto do que o original, sem mudar o desenrolar dos fatos e seus objetivos.
Mesmo que o elenco tenha sido elogiado de modo extenso nas resenhas dos Estados Unidos, o filme não foi exageradamente bem recebido pelos críticos americanos, e a maior crítica foi a mesma: a dificuldade de entender a história, além de ela parecer pouco plausível. Realmente, olhando pela perspectiva de quem não leu os livros, isso é verdade, e, em minha opinião, o único defeito da adaptação. Faltou sim, um pouco de explicação, mesmo que essa dúvida seja também existente (porém em menor proporção) no primeiro livro.

Se, porém, levando em consideração que a história precisava ser condensada de algum modo em meras horas, acredito que foi feito um ótimo trabalho da parte do diretor, Neil Burger, e dos roteiristas, Evan Daugherty e Vanessa Taylor. Foi uma das minhas coisas favoritas sobre o filme: o modo como não há cenas importantes excluídas, como só houve pequenas mudanças, e em nada que fosse necessário (a única exceção para essa afirmação é o fato de Uriah não ter aparecido no filme, ainda que, segundo os produtores, ele terá um papel maior em Insurgente).
A trilha sonora é outro ponto alto, com Ellie Goulding caindo em peso nas cenas importantes. As músicas que compõem a trilha, no geral, são extremamente variadas, e foram crucias para o filme como um todo, completando de forma magistral as situações vividas. Fiquei encantada com as músicas, e já tenho boa parte delas na minha playlist.
Foram citadas, em jornais e resenhas sobre o filme, várias comparações com Jogos Vorazes, mas acredito que isso deve-se mais ao fato de a estória se tratar de uma distopia com uma personagem de atitude, do que com o desenrolar dos fatos em si. Garanto prontamente que não há semelhanças – além do óbvio – entre as duas séries, tanto na literatura quando no cinema.
Por fim, posso afirmar, com certeza, que Divergente entrou para minha lista de adaptações favoritas. Se você é um fã da trilogia, creio que amará o trabalho feito com a adaptação; e, se ainda não leu os livros, estou certa de que o filme irá lhe convencer a tanto. É uma versão mais afiada, sem tanta procrastinação e possuidora de muita ação, do livro, ao mesmo tempo que explora os mesmos temas que Roth, sobre individualismo e escolhas. Esse é dos raros casos em que o filme é tão bom quanto o livro no qual ele foi baseado.
Reveladas as capas dos contos extras à trilogia Divergente da escritora Veronica Roth. Os contos são narrados a partir do ponto de vista do Tobias/Four. São quatro contos no total, mas só o primeiro foi disponibilizado.
Ainda não sabemos a data de lançamento dos contos aqui no Brasil e se pode haver lançamento em e-book e um livro físico unindo os cinco contos. A Rocco até citou os contos mas ainda não confirmou nada.
Divergente, o filme, estreia em 18 de abril no Brasil. A produtora já anunciou que Insurgente chegará às telas em março de 2015. As gravações de Insurgente começam nessa primavera. Confira abaixo o trailer legendado de Divergente.
Achei as capas lindíssimas, e vocês? A Minha preferida foi, sem dúvidas, foi Four The Traitor! Quem está ansioso para as publicações?

Título original: Allegiant
Autor (a): Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 526
ISBN: 9788579801860
Sinopse: "Uma escolha irá te definir. E se todo o seu mundo fosse uma mentira? E se uma única revelação - assim como uma única escolha - mudasse tudo? E se o amor e a lealdade fizessem você fazer coisas que jamais esperaria? A conclusão explosiva para a trilogia Divergente, bestseller mais vendidos do New York Times, revela os segredos de um mundo distópico que cativou milhões de leitores em "Divergente" e "Insurgente"!"
TRILOGIA "DIVERGENTE"
Depois de encabeçar a lista dos mais vendidos por semanas consecutivas com seu primeiro livro, Divergente, Veronica Roth continuou a fazer a alegria daqueles que se apegaram à série com o segundo volume, Insurgente. Eis que depois de muita polêmica quanto ao segundo livro, finalmente chega ao Brasil o terceiro e último volume da série. Convergente, traduzido (erroneamente, devo frisar!) do original "Allegiant", é o livro mais polêmico da carreira de Roth — e o mais chocante também.
Se eu gostei? Sim. Não. Até agora não tenho certeza.
O vídeo de Edith Prior a respeito dos Divergentes e do mundo fora da cerca foi revelado a toda Chicago, e Tris é a pessoa que podem culpar por isso. Mantida prisioneira sobre o regime da mãe de Tobias, Evelyn, Tris não sabe em quem confiar — os sem-facção liderados por Evelyn não são nada mais do que outro regime opressor, parcamente diferentes do que o comandado por Jeanine.
Com as facções recém diluídas, em uma nova era onde os líderes, supostamente, pregam pela igualdade, há uma guerra acontecendo dentro de Chicago. De um lado, os que desejam a volta das facções e estão insatisfeitos em ter a antiga tirania substituída por outra, e, de outro, aqueles anteriormente excluídos — os sem facções — que, finalmente, reivindicaram seus lugares na sociedade. Além desses dois grupos, entretanto, forma-se uma união não prevista: auto-denominados os Leais (The Allegiant, no original), esses membros vão contra o atual governo e desejam saber o que há além da cerca.
Embarcando nessa jornada desconhecida, Tris encontra uma maneira de descobrir mais sobre sua própria história, e os mistérios que ainda rondam sua família. Ela e Tobias juntam-se ao grupo em uma excursão para fora dos limites de Chicago, e é a partir desse ponto que começamos a entender de forma mais plena o universo criado por Veronica Roth.
Quem sabe ao menos um pouquinho sobre meu gosto literário, sabe que sou apaixonada por distopias. Preciso ser sincera ao dizer que Divergente foi, desde a primeira obra, minha série distópica preferida, mesmo que eu possuísse uma relação de amor/ódio com a história. Talvez, minhas expectativas para um volume final fossem muito altas. Eu estava esperando um desfecho genial, com todas as respostas para as perguntas levantadas durante os dois primeiros livros. Se encontrei tudo isso? Sim. Mas não da forma como eu esperava.
Convergente já surpreende pela narração inédita. Dessa vez, a história é contada tanto por Tris quanto por Tobias, alternados, mais ou menos, em um capítulo cada. O modo da narração deu uma dinâmica ótima para a história, já que deixa o leitor a par de todos os acontecimentos, além de mostrar uma visão mais ampla sobre as situações. Dessa vez, não estamos apenas limitados à visão da Tris, uma "novata" naquele mundo. Estava muito ansiosa para saber mais sobre o modo como Tobias pensa, para conhecer um pouco mais o personagem, e não tive nenhuma decepção quanto a isso.
É notável a mudança na personalidade, tanto de Tobias quanto na da Tris. Eles não são mais apenas jovens, irracionais e um pouco irresponsáveis. Ambos estão amadurecidos, já viram mais do mundo do que tantos outros, e, certamente, isso os afetou. É claro, eles ainda valorizam muito as emoções, suas vontades — porém, é perceptível o crescimento dos dois ao notá-los fazer isso de modo mais racional. Outro fator que sempre adorei sobre o relacionamento dos dois é a quantidade de realidade imposta sobre o tal. Eles brigam, discutem e discordam, mas se perdoam também. Tudo isso é altamente mostrado em Convergente, e até há um pouquinho mais de romance do que houve em Insurgente.

Veronica Roth sempre soube combinar esse clima romântico com muita ação e adrenalina. Nesse volume entretanto, as coisas estão um pouco diferentes. Não há mais o ritmo alucinante, cheio de reviravoltas que tornou-se tão característico com Divergente: o livro é mais concentrado em prestar as devidas explicações sobre como as facções foram formadas, o que levou a cidade a tornar-se o que é hoje, e resolver o grande problema com a ditadura de Evelyn. E é nesse ponto em que, pessoalmente, acredito residir o maior problema da história.
Sempre gostei da escrita extremamente realista da autora. Ela nunca suavizou fatos nem pessoas, nunca idealizou as coisas — os personagens de Roth brigam, traem, zangam-se e ficam felizes. O incômodo, contudo, foi que, por mais que a autora tenha explicado tudo detalhadamente, senti uma falta de nexo enorme na história. Há tantas coisas que ficaram mal explicadas ou parcamente críveis — porém, ao mesmo tempo, existem fatos que fazem total sentido, e condizem com o que foi explicado da estória desde Divergente.
Possivelmente, creio que o que aconteceu foi que Veronica Roth não conseguiu trabalhar muito bem com o desenrolar dos fatos que ela mesma criou. A atitude dos personagens ao ver um mundo completamente novo, por exemplo, é um dos fatos que meramente não fez sentido — sem acharem nada muito estranho, sem uma curiosidade enorme. Eles apenas entraram em uma esfera inédita, e a aceitaram sem fazer muitas perguntas. Sem contar que a justificativa para o clímax final foi muito mal formulada, algo que não é característico da autora. Será que não passou pela cabeça de ninguém que eles poderiam, simplesmente, fazer mais soro?!
Apesar de todo o supracitado, quero deixar bem claro que Convergente não é um livro ruim, ou completamente decepcionante. Eu fiquei totalmente presa à leitura, como sempre aconteceu com a série, mesmo que não estivesse gostando do decorrer da história. O meu impasse é que, para uma das minhas séries preferidas, eu esperava um final magistral. Não é um livro ruim, mas está muito longe de ser um volume de desfecho ótimo.
O humor presente no livro é notável, como já é de costume. Acho incrível o fato de que, em um livro com tanto drama e uma carga emocional extremamente pesada, ainda seja possível, em alguns momentos, o leitor dar gargalhadas, ou encontrar-se suspirando com o romance de certas partes. Sobre tudo isso, alguns personagens secundários, como Uriah e Caleb, por exemplo, tem certo destaque na trama, e trazem alguns conflitos que estão esperando para serem resolvidos desde o primeiro volume.
E, POR FIM, A ESCOLHA QUE TE DEFINE...
Finalmente, como fã e como leitora, não há como terminar essa resenha sem citar o final do livro. Vou tentar não dar nenhum spoiler nem estragar o enredo para quem ainda lerá o livro, mas preciso deixar aqui minha opinião como alguém que acompanhou a trilogia desde o início."Suponho que um fogo que queima tão brilhante não é feito para durar."Trata-se de um assunto espinhoso para mim, pois, em suma, é simples, mas tão complicado: eu queria um final épico. Queria uma grande cena final, um acerto de contas, romance e tudo que acho que a série merecia. Mas nada disso aconteceu. Repito o que já disse ao afirmar que Convergente não é um livro essencialmente ruim. Entretanto, acredito que o livro ficou tão aquém ao que a série merecia, ao que os personagens mereciam, e ao que a própria autora já mostrou-se capaz de escrever.
O final acabou comigo. Chorei, solucei e tive que parar para me recompor depois do epílogo, porque tudo era simplesmente demais para mim. Acredito que, como fã, nunca vou aceitar completamente o desfecho que Roth deu para a série, mas, ao mesmo tempo, como uma leitora, senti um pouco de orgulho da estória. Não foi um final utópico. Tudo não terminou bem. Contudo, simultaneamente, o significado dos acontecimentos finais é tão palpável, tão bonito, que torna-se difícil odiar completamente o fim (mesmo que eu não concorde com ele). É o relato sobre um grupo de jovens que fez a diferença, mas que não salvou todo o mundo.
Se Convergente me decepcionou? Sim, e muito. Mas, apesar disso, o final não foi o suficiente para tirar todo o mérito que a série vinha acumulando, e não consegue tornar os livros anteriores, nem a estória, menos merecedora de admiração.
E, para aqueles ainda vão terminar a série, vou dizer uma última vez.
Be brave.
Melhor quote:
"... Todo mundo tem algum mal dentro deles, e o primeiro passo para amar alguém é reconhecer o mesmo mal em nós mesmos, assim seremos capazes de perdoá-lo."



Acabou de sair o mais novo trailer “Divergente”, adaptação do primeiro livro da trilogia homônima bestseller de Veronica Roth. Prontos para conferir?
Os livros envolvem uma distopia sobre uma sociedade dividida em cinco facções. E aos dezesseis anos, todos devem fazem um teste para definir à qual facção pertence. Porém, há um grupo de pessoas que não se encaixam, os Divergentes.
A produtora já anunciou que Insurgente chegará às telas em março de 2015 e Convergente, o último livro da série em março de 2016. No Brasil o livro será publicado pela Rocco. As gravações de Insurgente começam nessa primavera. Já o primeiro filme estreia em 18 de abril no Brasil.
Achei o trailer bem empolgante, e parece que o filme será bem fiel ao livro, concordam? Quem aí está ansioso para a estreia?
Achei o trailer bem empolgante, e parece que o filme será bem fiel ao livro, concordam? Quem aí está ansioso para a estreia?
Olá, pessoal! Hoje viemos agradar os fãs de Divergente! Finalmente o poster e o trailer oficial foram liberados. O filme tem previsão para estrear dia 21 de março de 2014. Vamos conferir?
O livro é baseado na trilogia de sucesso homônima de Veronica Roth. O último livro, Convergente, será publicado em março, mesmo mês da estreia do filme. Divergente, publicado pela Rocco no Brasil, é uma distopia sobre uma sociedade dividida em cinco facções. E aos dezesseis anos, todos devem fazem um teste para definir à qual facção pertence. Porém, há um grupo de pessoas que não se encaixam, os Divergentes.
O que acharam, leitores? Eu pirei nas cenas! Acredito que esse será um filme nível Jogos Vorazes. Bem, vamos torcer para não nos decepcionarmos...
Olá, pessoal! Hoje trazemos novidades especiais aos fãs de Divergente. O post está recheado de novidades sobre a série tão amada por seus leitores.
Primeiramente, dois posters inéditos foram divulgados! Vamos conferir?
Sinpose: Na futurística Chicago, quando a adolescente Beatrice (Shailene Woodley) completa 16 anos ela tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida. Elas são cinco, e cada uma representa um valor diferente, como honestidade, generosidade, coragem e outros. Beatrice surpreende a todos e até a si mesma quando decide pela facção dos destemidos, escolhendo uma diferente da família, e tendo que abandonar o lar. Ao entrar para a Dauntless, ela torna-se Tris e vai enfrentar uma jornada para afastar seus medos e descobrir quem é de verdade. Além disso, Tris conhece Four, um rapaz mais experiente na facção que ela, e que consegue intrigá-la e encantá-la ao mesmo tempo.
Mas as Novidades não param por aí! Foi divulgado a capa do “The Transfer” (O Transferido), primeira de quatro histórias do ponto de vista do Tobias (Quatro)!
The Transfer é o primeiro de outros quatro livretos que serão lançados entre 3 de Setembro e 11 de Fevereiro.
As estórias serão divulgadas primeiramente em e-book e uma versão impressa de todas as 5, contadas na perspectiva do Quatro, incluindo o já lançado Free Four, serão vendidas a partir de 11 de Fevereiro de 2014.
A capa do The Transfer segue os passos básicos do design das outras capas da trilogia, com uma forma circular atrás do título. No caso do The Transfer, vagões de trem criam o círculo e em quatro lugares dentro dele, pode-se notar vagões colidindo.
Como nas outras capas, essa mostra uma paisagem de Chicago na parte inferior.
Com as outras três histórias curtas, que será chamado “The Transfer” (O Transferido), será de 30 páginas, e custará $1,99. Os outros (“The Initiate” – O Iniciado, “The Son” – O Filho e “The Traitor”- O Traidor”) sairão dia 17 de dezembro (“The Initiate”), 21 de janeiro (“The Son”) e 11 de Fevereiro (“The Traitor”)
As “histórias curtas” irão abordar o passado de Tobias e algumas das coisas misteriosas que estava acontecendo no mundo antes de Tris escolher a facção da Audácia”, disse Roth. “Juntos, eles meio que formam histórias passadas de Divergente centradas no Tobias, embora haja alguma sobreposição.
Para quem se interessou pela adaptação, abaixo está o trailer! O filme está previsto para dia 21 de Março de 2014, portanto, aguenta o coração!
O que acharam das novidades, leitores? Quem aí está ansioso? Conte-nos que acharam dos posters, do trailer, dos atores escolhidos e do livro curtíssimo The Transfer!
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