A primeira coisa que se precisa saber é que não se deve esperar que Piano Vermelho seja um Caixa de Pássaros, porque, apesar de toda a maestria em sua construção, ele não é afinado como o canto dos pássaros presos na caixa de Malorie.
Tartarugas Até Lá Embaixo é a história comovente e divertida sobre Aza Holmes, a garota que acredita que a vida é uma história que contam sobre nós, não uma história que escolhemos contar.
O Livro do Juízo Final transcende o gênero pelo qual é classificado. Ele é, acima de tudo, um livro que fala sobre amor, respeito e confiança. E é por isso que me marcou e ainda será capaz de marcar muito amantes de ficção — científica ou não.
Jenny escreveu Agora e Para Sempre, Lara Jean para deixar seus leitores felizes e de coração aquecido com essa história cheia de aprendizado. Não tenho dúvidas de que vão amar essa história.
Apesar de ter apenas 149 páginas, A Hora do Lobisomem é daqueles feitos para serem lidos de uma só vez, como um grande conto. Com uma linguagem rápida e capítulos curtos, dificilmente é um dos livros mais aterrorizantes, mas ainda assim tem a capacidade de surpreender.
"Entre páginas e telas" será quinzenal, e irá falar sobre filmes que foram adaptados as telas, ou vice-versa. Aqui iremos dar nossa opinião sobre a adaptação, então queremos que vocês façam o mesmo!
Vamos ao livro — que virou filme — de estréia dessa coluna: A Mulher de Preto. Escrito por Susan Hill e publicado originalmente há trinta anos atrás, recentemente deu origem ao filme com o mesmo nome, e foi estreado pelo eterno Harry, Daniel Radcliffe.
Livro original e poster brasileiro do filme.
Tudo começa quando Arthur Kipps, um advogado, é mandado por seu chefe à Casa do Brejo da Enguia, para tratar dos documentos da Sra Drablow, já morta. É naquela estranha e abandonada casa, que Arthur sente presenças estranhas de fantasmas que começam atormentá-lo, e descobre a verdadeira história da família Drablow.
Com o comparecimento do advogado no vilarejo, as crianças que lá habitavam começam a morrer seguidamente, e todos os adultos parecem saber o motivo de tal praga. Arthur irá desistir? Voltar para casa para junto de seu filho e deixar-se ser demitido? Contudo, parece que a persistência do nosso advogado irá levá-lo para um mal que nunca poderá ser detido.
Ainda estou maravilhada com esse filme. Nunca achei que poderia encontrar um filme terror/suspense que trabalhasse tão bem com a história, pois, geralmente, ou os filmes têm muita história e poucas cenas assustadoras, ou têm muitas cenas assustadoras e pouca história (um péssimo enredo), como é o caso de Atividade Paranormal.
Talvez seja por esse motivo que não vejo com tanta freqüência um filme assustador. Para mim, a história é totalmente fundamental para que o filme seja, ao menos, bom.
Mas esse filme é praticamente perfeito. Com um equilíbrio grande entre as cenas: alguns clichês de filmes de terror – clichês fundamentais dos quais ninguém reclama. E no final... Bem, o final muitas pessoas reclamaram. Mas eu achei perfeito. Não é porque o filme não seguiu o clichê, ou pior, não seguiu o nosso desejo, que devemos classificá-lo como mau, correto? Esse é o ponto. O filme não segue de jeito nenhum o previsível, e esse foi um dos maiores motivos pelo qual continuo gostando da trama.
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