Olá, pessoal! Reunimos nesse post os lançamentos do mês de duas editoras: a Suma de Letras e a Galera Record. Junho está cheio de novidades e esperamos que gostem dos lançamentos! Confira abaixo. 


EDITORA SUMA DE LETRAS


A Aposta 

Kacey e Jake são amigos de infância que se reencontram na juventude. Ele tornou-se milionário e faz um pedido a ela: fingir que é sua noiva em uma visita à avó, que está doente. Afinal, o que poderia acontecer em quatro dias? Na casa da avó Nadine, no entanto, eles encontram Travis, o irmão mais velho de Jake. Ele ganhou de Kacey o apelido de “satã”, por provocá-la quando os dois eram crianças. Mas quando eles se reencontram, tamanha implicância se transforma em outro sentimento. Kacey não sabe, no entanto, que quando eram meninos os dois irmãos fizeram uma aposta: quem se casasse com ela receberia um milhão de dólares do outro. Confusa com toda a situação, sua única certeza é que jamais deveria ter aceitado a oferta de Jake.



Meu Nome é Memória

Daniel se apaixona ao longo dos séculos pela mesma mulher. Vida após vida, em diferentes continentes e períodos históricos, ele e Sophia sempre se encontram, com outros nomes e aparências. E ele é capaz de se recordar de todos os momentos, graças a uma habilidade sobrenatural, que se mostra ora como um presente, ora como um castigo. Desde 552 na Ásia Menor à Inglaterra de 1918 e também em 1972, na Virginia, as duas almas compartilham um longo e, por vezes, tortuoso caminho procurando uma à outra, mas sempre são separados após um curto período de tempo. Por isso, querem juntos e no momento presente - após Sophia, que agora é Lucy, descobrir toda a verdade - entender o que está no caminho desse amor para conseguirem desfrutar por fim um amor que atravessa os séculos.



O Rei Demônio

Em O Rei Demônio, Raissa ana’Marianna e Han Alister são os protagonistas de uma história que se passa em um mundo mágico, mas marcado pela desigualdade entre as classes. Ela é a princesa herdeira de Torres, que acaba de retornar à corte depois de três anos de relativa liberdade com a família do pai, na Aldeia Demonai. Ao completar 16 anos, sua mãe começa a fazer planos para o casamento, mas Raissa deseja ser independente como Hanalea, a lendária rainha guerreira que matou o Rei Demônio e salvou o mundo. No lado oposto da corte, está Han Alister, um jovem pobre que é capaz de fazer quase qualquer coisa para garantir o sustento da mãe e da irmã, Mari. Ironicamente, a única coisa valiosa que ele possui não pode ser vendida: largos e enfeitiçados braceletes de prata, marcados com runas, adornam seus pulsos desde que nasceu, acompanhando seu crescimento. O primeiro livro da série Os sete reinos dá todo o pano de fundo sobre o que irá acontecer ao longo da série.


EDITORA GALERA RECORD



Princesa Adormecida

Este mês temos o lançamento do aguardando livro de Paula Pimenta, em mais uma incursão no mundo dos contos de fadas: Princesa Adormecida! Desta vez, a autora das séries Fazendo meu filme e Minha vida fora de série nos oferece uma recriação do clássico conto da Bela adormecida. Nela, Anna Rosa é uma adolescente supostamente normal, com várias amigas, boas notas, e um trio de tios talvez um pouco super protetores demais. Mas algumas mensagens de celular, vindas de um contato misterioso, parecem trazer à tona um passado que ela sequer se lembrava que existia. Paula também participou da coletânea O Livro das Princesas e agora acompanha seu novo livro em uma turnê por todo o Brasil. Confiram a agenda da autora e corram para o evento mais próximo!




A Evolução de Mara Dyer

Na aguardada continuação de A desconstrução de Mara Dyer, as misteriosas – e perigosas – habilidades de Mara continuam a evoluir. Ela sabe que não está louca. Não está alucinando, projetando a culpa ou sofrendo de estresse pós-traumático. Ela sabe que é tudo real – pode matar com um simples pensamento, e Noah pode curar com
apenas um toque. Também sabe que Jude, o ex-namorado morto por ela, voltou. Não é apenas sua imaginação. Mas Mara, se quiser descobrir as intenções de Jude, deve evitar uma internação em um hospital psiquiátrico. Confusa, com as paredes se fechando e ruindo ao seu redor, ela deve aprender a usar seu poder.





Confesso que Menti


Micah Wilkins é uma mentirosa compulsiva. Mentir é tão natural para ela quanto respirar. Desde que nasceu com a doença da família, ela criou um labirinto de mentiras, para manter todos afastados de uma verdade indizível. Um segredo envolve o outro. Nenhum relato seu é confiável. Mas quando o seu namorado é encontrado morto em circunstâncias violentas e misteriosas, ela decide provar a sua inocência – e promete contar apenas a verdade.









Inimigo Sombrio - Amada Imortal 3

Natasya está de volta a River's Edge, ainda se recuperando dos eventos traumáticos de Cair das Trevas. E, quem sabe, de um entendimento com Reyn, o escandinavo que fez parte da horda que destruiu o castelo de seu clã. Só que quando representantes das oito casas imortais aparecem mortos e drenados de seus poderes, e os irmãos de River chegam ao retiro, ela descobre que há coisas muito mais graves em curso.


A editora Arqueiro divulgou a capa do conto que antecede o último livro da série Crônica do Matador do Rei, escrito por Patrick Rothfuss. Intitulado A Música do Silêncio, a editora já divulgou que pretendo publicar o conto bem perto da data de publicação lá de fora, podendo ocorrer também um lançamento simultâneo. 
Segundo o Goodreads, a edição americana terá cerca 176 páginas e o lançamento está previsto para 28 de outubro deste ano.


Sinopse: Considerada a meca do conhecimento, a Universidade atrai as mentes mais brilhantes que buscam desmistificar os mistérios das ciências iluminadas, como feitiçaria e alquimia. Porém, bem abaixo de seus lotados corredores existe um complexo de quartos abandonados e passagens antigas. No coração desse labirinto cavernoso encontra-se uma jovem mulher chamara Auri, que chama este local de lar. Ex-estudante da Universidade, Auri agora gasta seu tempo cuidando do mundo ao seu redor. Ela sabe que alguns mistérios devem permanecer selados. Agora que não se deixa enganar pela racionalidade cega que àqueles que vivem acima dela confiam, Auri vê além da superficialidade das coisas e enxerga os perigos sutis e os nomes escondidos das coisas.


Livro: A Neta da Maharani: A história real da princesa de Kapurthala
Título original: The Maharani's Hidden Granddaughter 
Autor (a): Maha Aktar
Editora: Primavera Editorial
Páginas: 368
ISBN: 9788561977092
Sinopse: Em três gerações e um século completo, o livro traz a história de quatro mulheres admiráveis marcadas por amores secretos. A neta da Maharani é um romance de memórias que retrata amor, esperança e choque cultural. Relato da saga de Maha Akthtar em busca de sua verdadeira origem, a obra é um resgate de experiências que o tempo tentou apagar. Em três gerações, o livro traz a história de quatro mulheres marcadas por amores secretos - Anita Delgado, uma bailaora espanhola que aos 17 anos se casou com o marajá de Kapurthala, na Índia; Laila, uma mulher libanesa independente e à frente de seu tempo; Zahra que cometeu o erro de se apaixonar por Ajit, filho de Anita Delgado e do marajá; e Maha que busca a verdadeira identidade em viagem que começa em Nova York, passa pela Europa e chega à Índia.

    Maha Aktar sempre acreditou ter nascido na Austrália. Jornalista e dançarina de flamenco, supostamente filha de uma indiana com um paquistanês, Maha é pega se surpresa quando, ao necessitar de sua certidão de nascimento para renovar seu passaporte, descobre que não existe registro algum de seu nascimento. Depois de meses de extensa procura, Maha – que não fala com a mãe há algum tempo – se vê obrigada a pressionar a família por respostas, e é aí que se vê entrando em uma história quase inacreditável: ela é, de fato, filha de sua mãe, mas seu pai é Ajit Singh, o filho de uma bailarina de flamenco que, muito jovem, se casou com o marajá Jagatjit Singh, um dos homens mais ricos e influentes da Índia. 
    É partir desde fato revelador que a história de A Neta da Maharani começa a se desenvolver. Depois de reveladas as origens de Maha, somos transportados pelo tempo para a história de suas antepassadas, que, assim como ela, foram mulheres poderosas que precisaram lidar com as dificuldades impostas pela vida e lutar pelo amor. 

    Raras vezes temos a oportunidade de ler um livro tão tocante como o que relata a história de Maha Aktar. Que menina nunca sonhou em ser uma princesa? Contos de fadas, sejam eles modernos ou antigos, sempre tiveram seu charme e atraíram milhares de leitores: é claro, tudo isso é apenas mais encantador ainda quando trata-se de uma história real
     O livro é narrado em primeira pessoa por Maha, e, depois, quando conta-nos sobre as jornadas de suas antepassadas, em terceira pessoa. Sempre adorei esse tipo de narração mais pessoal, e tudo torna-se ainda mais mágico devido ao fato de que todo o livro soa como um relato das próprias mulheres protagonistas. 
"Depois de Anita houve muitas outras mulheres na vida de Jagatjit... Mas ninguém cativou seu coração e sua lama como ela o fizera. Talvez fosse sua inocência ou ingenuidade o que a tornavam tão sedutora, talvez sua vontade de se transformar no que queria ser ou, talvez, tenha sido algo tão simples quanto o amor..."
    A Neta da Maharani consegue entrelaçar passado e futuro de maneira magistral: depois de sermos apresentados à história de Maha, conhecemos a das três gerações anteriores: Zahra, a mãe de Maha, uma eterna sonhadora que precisou aprender a lidar com a tristeza depois de uma decepção, Laila, uma mulher forte, que teve o amor tirado de si, apenas para reencontrá-lo anos depois, e Anita Delgado, uma jovem de 17 anos que se apaixona e entra em um casamento com o poderosíssimo, e muito mais velho, marajá Jagatjit Singh. 

     Não contarei, em detalhes, sobre a história de cada mulher – até porque isso tiraria um pouco da graça do livro. Cada mulher é tão forte, e achei incrível o fato de que, a sua própria maneira e enfrentando as muitas dificuldades de seus tempos, elas tiveram que lutar com unhas e dentes por sua felicidade. Nem tudo acaba bem para todas, mas, é aí que está a grande lição de vida que o livro passa: como precisamos lutar com tudo o que temos pelo que achamos certo, e, quando há alguma decepção em nossa vida, necessitamos aprender a lidar com isso da melhor maneira que podemos. 
    Além disso, o livro possui um cenário histórico impecável: somos levados a passeios pelas ruas de Beirute, Damasco, e tantas outras localizações fascinantes. São vários lugares que, através de muitas gerações, estão conectados e emaranhados sem que ninguém se dê conta disso. Além disso, achei incrível o fato de que, com a leitura, acabei conhecendo muito de uma cultura que nunca havia pesquisado a fundo. As tradições, costumes, a culinária e a paisagem tão diferentes da nossa usual são como um sopro de ar fresco para quem é (como eu!) fã de diferentes culturas.


Olá, pessoal! Estamos no começo de mais um mês e, com isso, as editoras começam a divulgar seus lançamentos da vez. Esse mês, como o usual, temos vários títulos interessantes. Confiram os lançamentos de junho das editoras parceiras Intrínseca e Novo Conceito!

EDITORA INTRÍNSECA





Não Se Apega, Não, Isabela Freitas
Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase “você deve encontrar a metade da sua laranja”. Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos. Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar um namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal PER-FEI-TO! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos. Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, das tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado. Isabela Freitas, em seu primeiro livro, narra os percalços vividos por sua personagem para encarar a vida e não se apegar ao que não presta, ainda assim, preservando seu lado romântico.


A Pequena Cozinha em Paris, Rachel Khoo
"A pequena cozinha em Paris é um livro recheado de charme e bom gosto. As receitas são saborosas e, acima de tudo, funcionam. E são fáceis de preparar." - The Boston Globe. "O conceito de 'pequena cozinha' pode ser um grande entrave para a maioria dos chefs, mas Rachel Khoo soube tirar proveito. Além disso, sua culinária se adapta bem a qualquer dieta, com dicas para versões veganas e sem glúten." The New York Times




A Verdade Sobre Nós, Amanda Grace

Madelyn Hawkins está cansada. Cansada de ser sempre perfeita. Cansada de tirar A em tudo. Cansada de seguir à risca os planos que os pais fizeram para ela. Madelyn Hawkins está cansada de ser algo que não é, algo que não quer ser. E então ela conhece Bennet Cartwright. Inteligente, sensível, engraçado. A seu lado, ela se sente livre e independente. Uma história que poderia muito bem ter um final feliz, não fosse por um detalhe: Maddie tem apenas 16 anos, e Bennet, além de ter 25 anos, é seu professor. Pressionada pelos pais a participar de um programa para jovens talentos, Maddie pula dois anos do Ensino Médio e vai direto para a faculdade, onde conhece e se apaixona pelo professor de biologia. O sentimento é recíproco, e para dar uma chance àquele novo relacionamento que lhe faz tão bem, ela decide não contar para Bennet sua idade. Não demora muito para que as coisas comecem a dar errado, e as consequências da farsa de Maddie ganham contornos devastadores quando a verdade vem à tona.

O Inverno de Frankie Machine, Don Winslow
Frank Machianno é um assassino de aluguel. Um assassino de aluguel aposentado, na verdade. Quando estava na ativa, era conhecido como Frankie Machine, mas os dias de crime ficaram no passado e ele leva uma vida tranquila no litoral de San Diego, onde é conhecido por ser um empresário comprometido e um pai e ex-marido exemplar. Quando, porém, o filho do atual chefe da máfia lhe pede um favor, Frank se vê obrigado a atender, e as ameaças de sua antiga profissão voltam a atormentá-lo. Alguém do passado o quer morto e Frank precisa descobrir quem e por quê. O problema é que o rol de candidatos é tão extenso quanto a lista telefônica da Califórnia e o tempo de Frankie está acabando. Ao retratar com riqueza de detalhes a violência inata ao mundo da máfia, Don Winslow construiu um thriller magnífico, repleto de ação e de personagens carismáticos. Combinando bom humor, inteligência e dinamismo, O inverno de Frankie Machine transporta o leitor para os cenários quentes de San Diego e da cultura surfista, com o auxílio de um anti-herói cativante.


Ele Está de Volta, Timur Vermes

Berlim, 2011. Adolf Hitler acorda num terreno baldio. Vivo. As coisas mudaram: não há mais Eva Braun, nem partido nazista, nem guerra. Hitler mal pode identificar sua amada pátria, infestada de imigrantes e governada por uma mulher. As pessoas, claro, o reconhecem — como um imitador talentoso que se recusa a sair do personagem. Até que o impensável acontece: o discurso de Hitler torna-se um viral, um campeão de audiência no YouTube, ele ganha o próprio programa de televisão e todos querem ouvi-lo. Tudo isso enquanto tenta convencer as pessoas de que sim, ele é realmente quem diz ser, e, sim, ele quer mesmo dizer o que está dizendo. Ele está de volta é uma sátira mordaz sobre a sociedade contemporânea governada pela mídia. Uma história bizarramente inteligente, bizarramente engraçada e bizarramente plausível contada pela perspectiva de um personagem repulsivo, carismático e até mesmo ridículo, mas indiscutivelmente marcante.


Passarinho, Crystal Chan
O avô de Joia parou de falar no dia em que matou o irmão dela. O menino se chamava John, e achava que tinha asas. Subia e saltava do alto de qualquer coisa, até ganhar do avô o apelido de Passarinho. Joia não teve a chance de conhecê-lo, pois Passarinho se jogou do penhasco bem no dia em que ela nasceu. Ainda assim, por muito tempo ela viveu à sombra de suas asas. Agora, aos doze anos, Joia mora em uma casa tomada por silêncio e segredos. Os pais culpam o avô pela tragédia do passado, atribuem a ele a má sorte da família. Joia tem certeza de que nunca será tão amada quanto o irmão, até que ela conhece um garoto misterioso no alto de uma árvore. Um garoto que também se chama John. O avô está convencido de que esse novo amigo é um duppy — um espírito maldoso —, mas Joia sabe que isso não é verdade. E talvez em John esteja a chave para quebrar a maldição que recaiu sobre sua família desde que Passarinho morreu.



Semideuses e Monstros, Rick Riordan

“Quando fui convidado para editar esta antologia, não soube bem o que pensar. Por que tantos escritores talentosos iriam querer escrever sobre meus livros i infantojuvenis? E mesmo assim, quando li seus textos, fiquei impressionado. Cada um tinha uma perspectiva diferente sobre Percy Jackson — todas fascinantes e intelectualmente instigantes.” - Rick Riordan, na introdução de Semideuses e monstros. A série Percy Jackson e os olimpianos conquistou milhões de fãs mundo afora. E engana-se quem pensa que só crianças e adolescentes foram inspirados pelos livros de Rick Riordan. Muitos adultos também se encantaram pelas aventuras, conflitos e angústias de Percy e seus amigos. Prova disso é Semideuses e monstros, uma coleção de ensaios que explora o universo da série com humor, leveza e boas doses de mitologia e história. Com prefácio do próprio Riordan, que também participou da edição e organização dos textos originais, em Semideuses e monstros o leitor descobrirá como reconhecer monstros que espreitam ao nosso redor, quais são as dores e as delícias de ser uma caçadora de Ártemis, qual deus do Olimpo melhor se sairia no papel de pai e, mais importante: verá que os deuses gregos, assim como nós, são repletos de falhas e imperfeições — o que os torna ainda mais irresistíveis.

EDITORA NOVO CONCEITO


Caçadores de Tesouros – James Patterson e Chris Grabenstein
Ser filho dos Caçadores de Tesouros mais famosos do mundo não é fácil. Mas quando seus pais somem misteriosamente, os irmãos Kidd irão se meter na maior aventura de suas vidas. O Dr. Kidd é um famoso caçador de tesouros que tem quatro filhos: Tommy, Tempestade, Bick e Beck. A família está navegando à procura da Sra. Kidd, que desapareceu numa expedição na ilha de Chipre, quando o barco O Perdido foi chacoalhado por uma violenta tempestade. Depois que as coisas ficam mais calmas, as crianças percebem que… o seu pai também desapareceu! irmãos Kidd decidem, então, continuar as investigações iniciadas pelo pai e prosseguir com as expedições em busca de tesouros. O difícil é saber em quem confiar quando todo mundo parece tão mal-encarado. Junte-se a esta aventura contra os piratas na mais perigosa – e divertida – caçada da vida destes garotos!


O Diamante – J Courtney Sullivan
Cinco personagens, separados pelo tempo e aparentemente sem conexão entre si, contam a história da paixão das mulheres pelo diamante aliás, não só das mulheres! Revezando-se em uma ciranda de acontecimentos divertidos, infelizes, revoltantes ou surpreendentes, a extraordinária Frances Gerety que existiu de verdade e outros indivíduos muito especiais mostram que a história de uma sociedade é construída por meio das relações humanas, na intimidade dos lares. As transformações do mundo moderno nem sempre conseguem abalar aquilo em que se acredita com todo o coração mas as decepções com aqueles que amamos… essas podem mudar as nossas opiniões. Um livro diferente, que fala das muitas formas de viver o amor e que deixa no ar uma pergunta: os casamentos são mesmo feitos para durar?




Incendeia-me – Tahereh Mafi
UM DIA EU POSSO ROMPER
UM DIA EU POSSO R O M P E R
E ME LIBERTAR
NADA MAIS VAI SER IGUAL
O destino do Ponto Ômega é desconhecido. Todas as pessoas com quem Juliette se importa podem estar mortas. Talvez a guerra tenha chegado ao fim antes mesmo de ter começado.
Juliette foi a única que restou no caminho d O Restabelecimento. E sabe que, se ela sobreviver, O Restabelecimento não sobreviverá. Entretanto, para destruir O Restabelecimento e o homem que quase a matou, Juliette vai precisar da ajuda de alguém em quem nunca pensou que pudesse confiar: Warner. Enquanto eles lutam juntos para combater o inimigo, Juliette descobre que tudo que ela pensava saber sobre seu poder, sobre Warner e até mesmo Adam era uma mentira.


Enquanto a Chuva Caía – Christine M
Erik não procura mais a garota dos seus sonhos. Vive em busca de adrenalina e de uma razão para continuar cumprindo tarefas obscuras. Ele sabe que é muito bom no que faz e não vê nada que possa ser melhor do que os seus dias repletos de perigo. O que Erik não esperava é que sua paixão por correr riscos seria a sua ruína. Ameaçado, ele precisa fugir para o exterior e viver disfarçado de cidadão comum, trabalhando como advogado em uma grande empresa. Marina comanda o império da família depois de seu pai ter sucumbido ao mal de Alzheimer. Precisa suportar ver os pais tombarem diante da ação implacável do tempo, enquanto ainda carrega a ferida provocada pela morte do jovem marido. Com o comando das empresas nas mãos, ela percebe que nem todas as atividades da corporação obedecem aos manuais de boa conduta. Quando ambos se encontram, presente e passado se misturam, dando início a um mistério arrebatador que os atrai a uma paixão incontrolável. No entanto, os segredos, cedo ou tarde, virão à tona e os colocarão em lados opostos da balança. Nenhum dos dois é inocente, mas será que eles aceitarão as verdades que tanto se empenham em esconder? É possível construir um futuro mesmo depois de descobrir que nesta história não há mocinha nem herói?


A Verus divulgou a capa de A Lista de Brett, drama de Lori Nelson Spielman sobre o último presente de uma mãe para sua filha. O livro foi um sucesso no exterior e gira em torno de Brett, que recebe uma grande herança de sua mãe, mas com uma condição: ela deve completar sua lista de desejos que criou quando adolescente.


Sinopse: Brett Bohlinger parece ter tudo na vida — um ótimo emprego como executiva de publicidade, um namorado lindo e um loft moderno e espaçoso. Até que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu quando era uma ingênua adolescente.
Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe — seus desejos adolescentes não têm nada a ver com suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. Outros parecem mesmo impossíveis.
Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência. E vai descobrir que, às vezes, os melhores presentes da vida se encontram nos lugares mais inesperados.


S É R I E 
Quem tem Netflix sabe o sucesso que a série da emissora, Orange Is The New Black, é. A série que já conquistou um enorme público ao redor do mundo tem sua estreia da segunda temporada hoje (06/06), para alegria dos fãs impacientes. Dá uma olhada no trailer, e veja o que a segunda temporada promete!


L I V R O
O livro foi lançado pela Editora Intrínseca aqui no Brasil no dia 09 de maio. Inspirou a série original do Netflix, que ganhou o prêmio de melhor programa do ano pelo Instituto Americano de Cinema logo na primeira temporada.  Orange Is the New Black é um relato verídico a respeito do sistema prisional americano. Após cumprir sua pena, Piper se envolveu com o movimento de reforma prisional nos Estados Unidos. Atualmente, participa do conselho da Associação de Mulheres na Prisão.


Quando era jovem, tudo o que Piper Kerman queria era viver novas experiências, conhecer pessoas diferentes e descobrir o que fazer com o diploma recém-adquirido da prestigiosa Smith College. Anos depois, com um bom emprego e prestes a se casar, ela recebe uma visita inesperada: a polícia. Piper estava sendo intimada para responder por envolvimento com o tráfico internacional de drogas. A acusação era verdadeira: recém-formada, Piper teve um caso com uma traficante glamorosa que a convenceu a levar uma maleta de dinheiro para a Europa. Sua aventura pelo submundo do crime voltou à tona no dia em que a polícia bateu à porta dela. Depois de uma dolorosa odisseia pelo sistema judiciário americano, Piper é condenada a quinze meses de detenção numa penitenciária feminina no meio do nada — longe dos amigos, da família e de tudo o que ela conhecia. Em Orange Is the New Black, Piper apresenta casos curiosos, perturbadores, comoventes e divertidos do dia a dia no presídio. Cercada de criminosas, logo percebe que aquelas mulheres são muito mais complexas do que ela imaginava. Ao mesmo tempo que aprende a conviver com regras arbitrárias e um rigoroso código de conduta, Piper revela as alegrias e angústias das presidiárias e analisa a crueldade com que o sistema carcerário as desumaniza e faz com que sejam invisíveis ao mundo exterior.
Adicione o livro no Skoob.

P R O M O Ç Ã O

E ai, bateu aquela vontade de ler o livro? Que bom! Porque em parceria com a Editora Intrínseca o Palácio de Livros vai sortear um kit com um exemplar do livro + uma camiseta linda!  
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- Perfis fakes e/ou exclusivos para divulgação de promoções serão desclassificados;
- O envio dos brindes será responsabilidade da Editora Instrínseca.
- A promoção vai até o dia 20/06/14


Sinopse: Trilogia Estilhaça-me - Livro 3
O destino do Ponto Ômega é desconhecido. Todas as pessoas com quem Juliette se importa podem estar mortas. Talvez a guerra tenha chegado ao fim antes mesmo de ter começado. Juliette foi à única que restou no caminho d O Restabelecimento. E sabe que, se ela sobreviver, O Restabelecimento não sobreviverá. Entretanto, para destruir O Restabelecimento e o homem que quase a matou, Juliette vai precisar da ajuda de alguém em quem nunca pensou que pudesse confiar: Warner. Enquanto eles lutam juntos para combater o inimigo, Juliette descobre que tudo que ela pensava saber sobre seu poder, sobre Warner e até mesmo Adam era uma mentira.
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Livro: Estilhaça-me
Título original: Ignite me
Autor (a): Tahereh Mafi
Editora: Novo Conceito
Páginas: 384
ISBN: 9788581634418
Sinopse: UM DIA EU POSSO ROMPER UM DIA EU POSSO R O M P E R E ME LIBERTAR NADA MAIS VAI SER IGUAL O destino do Ponto Ômega é desconhecido. Todas as pessoas com quem Juliette se importa podem estar mortas. Talvez a guerra tenha chegado ao fim antes mesmo de ter começado. Juliette foi a única que restou no caminho d O Restabelecimento. E sabe que, se ela sobreviver, O Restabelecimento não sobreviverá. Entretanto, para destruir O Restabelecimento e o homem que quase a matou, Juliette vai precisar da ajuda de alguém em quem nunca pensou que pudesse confiar: Warner. Enquanto eles lutam juntos para combater o inimigo, Juliette descobre que tudo que ela pensava saber sobre seu poder, sobre Warner e até mesmo Adam era uma mentira.
 TRILOGIA "ESTILHAÇA-ME"
    1.  Estilhaça-me
    2.  Liberta-me
    3.  Incendeia-me 

     Incendeia-me é o último livro da trilogia que de Tahereh Mafi, Estilhaça-me, que foi inicialmente lançada em 2011. Após o estrondoso sucesso da série, o livro foi vendido para mais 22 países e teve seus direitos de adaptação comprados pela Fox Studio. Agora, a tão esperada e polêmica conclusão chega ao Brasil, e você pode conferir a baixo minha opinião sobre o terceiro livro. 

 ATENÇÃO. A RESENHA CONTÉM SPOILERS DE “ESTILHAÇA-ME” E “LIBERTA-ME”. SE AINDA NÃO LEU OS LIVROS ANTERIORES, PULE OS PRÓXIMOS TRÊS PARÁGRAFOS. 
   Depois ser atacada por Anderson, o Comandante Supremo, no final de Liberta-me, Juliette é salva secretamente por Warner, e somente os dois sabem disso – todos os outros pensam que ela está morta. Agora que viu a morte de perto, Juliette revê seus conceitos sobre muitas coisas que a cercavam, e está decidida: ela quer vingança contra os que a prejudicaram. 
    Ela pensa que seus amigos estão mortos, e se vê aliada a última pessoa que poderia imaginar. Warner apresenta motivos sólidos, que aparentam justificar seus atos anteriores, mas será que Juliette pode realmente confiar nele? E como ela pode lidar com a inexplicável atração que parece sentir por Warner? 
   Mas são tempos de guerra, e nada pode continuar o mesmo – a garotinha que Juliette era já não mais existe. Modificada e endurecida pelo sofrimento, a protagonista sabe que a hora chegou: é sua vez de incendiar o mundo. 

      Começo esta resenha afirmando que é absurdamente difícil falar sobre tudo o que Incendeia-me provocou em mim durante a leitura. Depois que finalizei a leitura do primeiro livro da série, pensei que se tratava de uma história com potencial, mas que ainda deveria crescer muito para se tornar ótima. Quando li Liberta-me, o segundo livro, não pude deixar de ficar decepcionada com o desenrolar da história, mas ainda tinha esperanças de um final decente – é claro, nunca poderia prever o quão impactante a conclusão da trilogia seria. 
      Incendia-me não é nada como os livros anteriores. 
   Não acredito que há outra palavra para definir Incendeia-me além de intenso. Há tantas surpresas durante o decorrer da estória que é impossível não ficar abismado em algum momento, e é, sem dúvidas, o tipo de livro que traz tantos sentimentos contraditórios que acaba por deixar o leitor na dúvida entre o ódio e o amor pela conclusão. 
   Incendeia-me é melhor do que os volumes anteriores de tantos jeitos que é até mesmo difícil colocar em palavras. A primeira mudança (mais do que) positiva é o comportamento de Juliette. Dizem que, na vida, quanto mais alguém apanha, mais aprende. Esse é, sem dúvidas, o caso da protagonista. Lembram da menina bobinha, bondosa e submissa que existiu no primeiro e em grande parte do segundo livro? Bem, ela não existe mais. A Juliette desse terceiro livro é decidida, forte, e nunca esteve tão certa sobre seus sentimentos. Vi algumas reclamações de leitores sobre a mudança abrupta da personagem, mas, honestamente: depois de tudo pelo que ela passou, será que levantar-se e lutar não seria a resposta da maioria das pessoas? Acredito que, ao menos comigo, seria assim. 
   A narrativa de Incendeia-me segue o padrão da série, em primeira pessoa e abusando de metáforas. Preciso destacar aqui, algo que não pude deixar de reparar: nesse livro, não há palavras riscadas – o modo como Juliette, especialmente em Estilhaça-me, expressava seus pensamentos que não gostava nem mesmo de reconhecer ter. Ao parar para pensar no significado disso, a profundidade do fato é quase tocante: a personagem amadureceu, se fortaleceu, e não tem mais medo de dizer o que pensa.


  Eu havia comentado na resenha de Liberta-me (aqui!) que Warner, o dito vilão da estória, havia roubado a cena onde quer que aparecesse. Não estava preparada, contudo, para o que aconteceria nesse livro: fiquei encantada pelo personagem. O jovem sarcástico, um tanto cruel e que parece insano em Estilhaça-me, tem seu passado revelado... e consegue nos tocar de maneiras que pensei não ser possível. E foi assim que, eu, que o havia detestado desde o começo, me vi torcendo pelo seu relacionamento com Juliette.
"– Isso é porque não é frágil – afirma. – Na verdade, todo mundo precisa se proteger de você. Você é como uma besta, droga – ele diz. Depois, acrescenta:
– Digo, você sabe... Tipo, uma besta fofa. Uma pequena besta que rasga as coisas e quebra a terra e suga as vidas das pessoas."
    Ao mesmo tempo que fiquei feliz pelo desenvolvimento da relação de com Warner, todavia, há algo que não pude ignorar durante a leitura. Estou, até agora, extremamente chateada com o que Tahereh Mafi transformou a história de Juliette e Adam. Adam, o jovem bondoso, paciente e apaixonado há anos por uma menina, se transformou em alguém quase irreconhecível. Sua personalidade está completamente diferente de tudo o que já foi, e em certos momentos da leitura, admito que tudo o que eu mais queria fazer era dar uns tapas no personagem. Essa mudança abrupta de comportamento por sua parte é a única coisa que acredito não ter “funcionado” em todo o livro. Fica claro que o objetivo de Mafi era fazer o leitor simpatizar com Juliette e Waner (e, sim, o pior de tudo é que funcionou!), mas fiquei chateada com o rumo do que antes era uma história tão bonita entre os dois. 
    Fico encantada cada vez que lembro da estória impactante e bonita que foi desenvolvida nesse último volume, que foi, sem dúvidas, minha conclusão preferida de uma distopia até agora. Depois do trauma que Convergente me causou, tenho que admitir que estava um tanto receosa com a conclusão, mas acabei feliz com o rumo que a história tomou, especialmente porque é o tipo de fim que eu nunca teria imaginado ao começar a ler Estilhaça-me.


Livro: Os Três
Título original: The Three
Autor (a): Sarah Lotz
Editora: Arqueiro
Páginas: 400
ISBN: 9788580412697
Sinopse: Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo. Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação. A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular que mudará completamente o mundo:
"Eles estão aqui.
O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas... Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele..."
        
     Pamela May Donald decide visitar a filha no Japão, contudo, uma complicação misteriosa faz o avião que a transportava cair em uma floresta escura no país oriental. Antes de morrer, Pam vê um curioso menino japonês, que sem qualquer lesão, a avalia, e logo depois inúmeros espíritos saem da floresta em sua direção. Pam sabe que eles estavam vindo para recolher sua alma. Logo, ela faz uma ligação informando sobre esse estranho menino, e então a morte chega rápido demais...
     Contudo, o acidente de avião não acontecera somente no Japão. Mais três acidentes em outras partes do mundo fizeram a humanidade parar. Em todos esses desastres, alguma criança havia sobrevivido ilesa, e então as teorias conspiratórias começaram a girar pelo mundo. Alguns afirmavam que essa ocorrência era fruto das forças alienígenas, outros diziam que as crianças tinham ligação com os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Mas quais dessas teorias conspiratórias estavam corretas?
     O livro é divido em dez partes ao todo, e não mostra somente como aconteceu os resgates dos três sobreviventes, mas também como as crianças se relacionaram e agiram depois que foram entregues aos seus entes queridos. E é aí que o mistério arrepiante se encontra. As crianças, conforme o tempo passava, tinham atitudes extremamente estranhas... O que mudara nelas? O que acontecera para estarem tão esquisitas?

Os Três foi uma grande aposta da Editora Arqueiro para o primeiro semestre de 2014. O Lançamento foi mundial e a divulgação vasta. A obra foi escrita por Sarah Lotz, uma roteirista, e indicada por Stephen King. Mas será que foi uma aposta bem feita? Confira a resenha a seguir.

     Os Três é um livro perfeito para quem gosta de um suspense de tirar o fôlego. Sabia que encontraria um “ar” sombrio nessa leitura e uma narração bem envolvente, mas não sabia que essa obra seria tão perturbadora e roubaria tanto meus pensamentos.
     É um livro diferente por vários motivos: seu conteúdo não conta com uma narração do presente – e de modo linear –, mas com um relato do passado. Inúmeros personagens vão relatando suas experiências diante dos desastres. É uma espécie de conjunção de informações – sejam elas publicadas em jornais, em noticiários, ou simples conversas por chats e até mesmo depoimentos sobre ocorrências misteriosas – e por causa dessa diversificação em narração e em personagens que a profundidade do livro foi constituída. Parece, por todo o momento, que a Quinta-Feira Negra – como é chamado o dia que aconteceu os acidentes – realmente existiu.
     Infelizmente, alguns relatos desse documentário são inteiramente monótonos e desnecessários para a trama, e isso fez com que a leitura fosse um pouco mais arrastada. Em compensação, os outros capítulos eram muito surpreendentes; faziam-me ter expressões corporais, como arregalar os olhos diante de esclarecimentos, ou segurar o livro de forma mais firme, ansiosa pelo o que seria revelado.
     Os poucos capítulos narrados em primeira pessoa foram os melhores. Creio que, se a autora tivesse investido um pouco mais neles, o suspense seria bem maior e o livro seria inteiramente envolvente e conquistador. 
     Os personagens são extremamente peculiares e complexos, e isso é um dos pontos mais positivos nesta obra. Muitos deles têm problemas com vícios ou problemas psicológicos. Foi interessante lidar com personagens exageradamente religiosos, com perspectivas diferentes e opiniões fora do comum.
     A autora, Sarah Lotz, desenvolve bastante os sentimentos e as ações humanas, até mesmo de forma crítica, demonstrando com clareza ao leitor as consequências de ambos. É observando por fora que aprendemos com erros dos personagens em questão.


     Mas o que faz de Os Três uma aposta ruim? Essa obra não é ruim, somente não me conquistou tanto quanto poderia. Sabe quando você vê um potencial em um enredo e ele não o atinge? Foi isso que aconteceu com Os Três. Simplesmente não sei se compreendi a obra de forma correta em sua totalidade, nem ao menos sei se compreendi a mensagem principal de Sarah Lotz. A autora poderia ter escolhido um caminho mais exato, que desse mais segurança, e, consequentemente, mais êxito em transmitir a essência do livro.
     O desfecho dessa obra foi devastador! Esse é um tipo de livro que não cria uma única verdade, mas deixa que o próprio leitor interprete do modo que ache melhor. Gosto desse tipo de conclusão, mas nesse caso, o acréscimo do suspense não resultou numa boa mistura. A impressão que o leitor tem é que não valeu a pena ler um livro extenso para não ter resposta alguma, ou melhor: para ter respostas demais no meio de tanta incerteza.
     O designe e a diagramação do livro é de arrasar. A capa é simples, mas apreciável e ainda passa o clima e a impressão correta ao possível leitor. Não encontrei erro de gramática, e achei o material das páginas satisfatório. A Editora Arqueiro quis inovar, fazendo as folhas serem negras, entretanto, por causa dessa tentativa foi necessário excluir as abas do livro, fazendo a capa ser instável e dobrável. Enquanto eu fazia minha leitura, a capa entortou muitas vezes.
     Os Três é interessante, curioso, arrebatador e perturbador. Indico a leitura a todos que apreciam esse clima mais sombrio, que gostam de livros que trabalham com temas conspiratórios. Não se trata de um livro de terror, mas de um suspense de arrepiar. Leia Os Três e tire sua própria conclusão!

Primeiro Parágrafo:
“Pam olha a luz indicadora do cinto de segurança, desejando que ela se apague.”
Melhor Quote:
“Nada pode se comparar com o que vimos naquele dia.”
                         


Livro: Pandemônio
Título original: Pandemonium
Autor (a): Lauren Oliver
Editora: Intrínseca
Páginas: 304
ISBN: 9788580573138
Sinopse: "Duas realidades, duas Lenas, diferentes ameaças. Antes e agora. Dividida entre o passado – Alex, a luta pela sobrevivência na Selva – e o presente, no qual crescem as sementes de uma violenta revolução, Lena terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor, sem, porém, se transformar em um zumbi: modo como os Inválidos se referem aos curados. Não importa o quanto o governo tema as emoções: pouco a pouco a sociedade se incendeia pelas faíscas da revolta, vindas de todos os lugares… inclusive de dentro. Achavam que amar era algo sublime. Mas isso foi antes de encontrarem a cura."

SÉRIE "DELÍRIO"
    1.  Delírio
    2.  Pandemônio
    3.  Réquiem

    Lena Haloway já foi apenas uma jovem que não podia esperar pela sua cura – a injeção recebida aos 18 anos, dada pelo governo, que impede os cidadãos de desenvolverem a doença chamada amor deliria nervosa. Tudo mudou, é claro, quando Alex entrou em sua vida. Lena foi infectada pelo amor, e estava feliz com isso. Para viver seu romance, porém, o casal deveria fugir para além da cerca. E foi aí que tudo deu errado…
    Lena conseguiu atravessar a cerca, mas Alex sacrificou-se para isso: ele fora capturado e, provavelmente, morto. Sem forças e a beira da morte, Lena foi resgatada por um grupo de Inválidos, e precisou aprender a viver em um ambiente exótico com pessoas que não conhecia. Na selva, ela descobriu uma nova família a aprendeu, pouco a pouco, a deixar o passado para trás e se adequar ao que a esperava. 
   Agora, ela é parte dos rebeldes, e participa ativamente da missão de lutar contra um sistema que se tornou cada vez mais opressivo. Por mais que sejam reprimidas, é possível ver as faíscas de uma revolução pela sociedade, e depois de entrar em uma enrascada e conhecer Julian – o filho de um importante líder de um movimento contra o amor deliria –, ela terá que lutar para se manter viva, ao mesmo tempo que revive emoções que havia mantido escondidas até agora. 

     Depois do impressionante final de Delírio, o primeiro volume da série, mal pude esperar para ter em mãos o segundo livro. Já iniciei a leitura de Pandemônio com expectativas, indignada com o final que Oliver havia deixado subentendido, e, especialmente, ávida por algumas explicações. Se encontrei tudo o que procurava? Não exatamente. 
   Pandemônio possui, de início, os mesmos problemas que Delírio apresenta no final: muita embromação. A autora delongou o início, se atentando a fatos importantes, mas que poderiam ser facilmente resumidos em alguns parágrafos, e não em várias páginas. Isso dura até a centésima página, mais ou menos, e é só depois desse início introdutório que entendemos aonde exatamente a história deseja chegar. 
   A narrativa de Oliver continua sendo, como já afirmei na resenha de Delírio, o melhor aspecto de todo o livro. Dessa vez, contudo, há uma divisão um tanto diferente: o livro alterna entre o “antes” e o “agora” de Lena, contando os fatos, respectivamente, quando ela havia recentemente chegado à Selva e depois, quando ela se tornou parte do movimento rebelde. Essas duas partes não são contadas de forma cronológica, mas sim alternados entre um capítulo e outro. A descrição da autora continua fluída, leve, sendo quase poética em alguns momentos. 
   Lena foi uma personagem com a qual tive muitos problemas em Delírio, especialmente antes de se apaixonar por Alex – ela era indecidida, um tanto fútil e até mesmo tola. Em Pandemônio, podemos ver o quanto os acontecimentos de sua fuga abalaram a personagem: ela não é a mesma menina de antes. Seu amadurecimento é claro, e chega a ser um pouco triste; ela foi endurecida, e possui uma raiva e vontade de lutar surpreendentes.

"O ódio é isso. Alimenta você e ao mesmo tempo o faz apodrecer."
    Há uma grande adição de personagens que não conhecíamos, que, por serem Inválidos, trazem muito do desconhecido à estória. Isso foi, sim, interessante, entretanto, necessito afirmar que senti muita falta do Alex. Acredito que a autora tenha tentado compensar sua falta inserindo Julian como novo personagem masculino – contudo, por mais que Julian seja realmente para o plot, não acredito que tal manobra funcionou. Simpatizei, sim, com o garoto, mas muitas vezes achei o personagem chato, sem graça demais
   Esse segundo livro é cheio de ação, e consegue mostrar ao leitor uma faceta ainda inédita da sociedade distópica criada por Lauren Oliver. Ele é mais focado na luta dos rebeldes por uma causa, e aí está a clara diferença com Delírio, que tem como principal alicerce a descoberta do amor.
   Por mais que tenha gostado da estória que Pandemônio apresentou, não posso deixar de falar sobre os defeitos da obra. O principal ponto, em minha opinião, foi a falta de emoção, de profundidade dos fatos. Deixe-me colocar desta maneira:


Lauren Kate divulgou a capa de Waterfall, segundo livro de sua saga Teardrop. O primeiro livro, Lágrima, foi lançado no Brasil pela Galera Record. O lançamento foi previsto para outubro nos Estados Unidos. 


Sinopse: As lágrimas de Eureka inundaram a terra. Agora o sombrio mundo de Atlantis está surgindo e Eureka é a única que pode deter isso. Ela viaja através do oceano com o maravilhoso e misterioso Ander, sua melhor amiga Cat, e Solon, um enigmático Seedbearer que sabe como derrotar o tirano de Atlantis, Atlas. Logo Eureka descobre um segredo sombrio sobre Ander: o amor é seu ponto fraco. Qualquer sentimento que sente sobre ela o faz envelhecer rapidamente, o que significa que ela deve seguir em frente por si mesma. Tentando dar sentido ao mundo inundado que sua dor criou, Eureka tem uma revelação ao ver seu reflexo em um lado encantado. Se ela for o suficiente forte, ela pode usar o que descobriu para derrotar Atlas — a não ser que seu coração partido seja justamente o que ele precisa para alimentar seu reino. Ela tem a chance de salvar o mundo, mas para isso ela terá que renunciar a tudo– inclusive o amor.




Livro: Silo
Título original: Wool
Autor (a): Hugh Howey
Editora: Intrínseca
Páginas: 512
ISBN: 9788580574739

Sinopse: O que você faria se o mundo lá fora fosse fatal, se o ar que respira pudesse matá-lo? E se vivesse confinado em um lugar em que cada nascimento precisa ser precedido por uma morte, e uma escolha errada pode significar o fim de toda a humanidade? Essa é a história de Juliette. Esse é o mundo do Silo. Em uma paisagem destruída e hostil, em um futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste, confinada em um gigantesco silo subterrâneo. Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras. Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os outros com seu otimismo.
Um crime cuja punição é simples e mortal. Elas são levadas para o lado de fora. Juliette é uma dessas pessoas. E talvez seja a última.

TRILOGIA "SILO"
    1.  Silo
    2.  Shift (sem previsão de lançamento no Brasil)
    3.  Dust (sem previsão de lançamento no Brasil)

    Silo é uma ficção-cientifica que apresenta o mundo em um quadro pós-apocalíptico, onde os sobreviventes se alojaram em um enorme silo subterrâneo, com 144 subníveis. Fora desse refugio, a paisagem da Terra era mortal: o ar fora contaminado e  se tornara impossível de se conviver, além da natureza estar devastada e rigorosa demais para ser habitada.
     É dentro desse monumento grandioso que a história se desenrola. Nessa nova sociedade, cada nível, assim como cada pessoa, tem sua função. Toda ação é meticulosamente controlada,  inclusive a natalidade. A partir da morte de algum integrante dessa comunidade, casais são sorteados em uma espécie de loteria e então têm a permissão de se reproduzirem. Falar, idealizar e ansiar o mundo lá fora é inteiramente proibido, e os xerifes — ou prefeitos — têm o papel de orientar os transgressores à Limpeza
     Allison, a mulher do xerife Holston, pediu para sair do Silo, e, por infringir às regras, foi designada a Limpeza, onde ela precisará sair do Silo a fim de limpar os sensores externos. É claro que as pessoas condenadas à esse ato simplesmente morre rapidamente pelo ambiente hostil. Pelo trágico desfecho que Allison teve, o xerife Holston, arrasado por sua perda, decide seguir seus passos e também sucumbi. 
     Diante a essa perda, a prefeita teria que nomear um novo xerife e foi com essa ideia em mente que esta decide ir até Juliette — do setor da Mecânica —, a pessoa mais indicada a esse cargo. 
     Juliette acaba aceitando essa promoção, mas conforme realizava sua nova função, decide investigar uma série de mortes, e acaba condenando a si mesma à Limpeza. Mas sua ida ao exterior do Silo será, sem dúvidas, diferente.

 

Silo foi inicialmente escrito para ser um conto, mas conforme a história se desenrolava, tornou-se uma trilogia bem completa. Foi composto pelo escritor Hugh Howey e foi publicado pela editora Intrínseca no primeiro semestre de 2014. O tradutor mais que competente que nos proporcionou essa leitura foi Edmundo Barreiros. Confira a resenha a seguir. 

     Somos, no começo da obra, aos poucos familiarizados com a atmosfera e o funcionamento do silo, e a sagacidade do autor é admirável. Fiquei maravilhada com a inteligência presente na obra, e posso afirmar que Howey criou uma estória viciante, com personagens cativantes e muito bem definidos.
     A obra demorou para me conquistar em pela falta de explicações e pelos acontecimentos descartáveis à construção geral da história. Contudo, aos poucos fui apreciando esse mistério necessário e os detalhes minuciosos. Percebi também que que Silo nada mais era que um livro adulto, do gênero ficção-científica e não uma distopia produzida para o público YA — Young Adult. Esse diferencial contribuiu bastante para que essa experiencia de leitura fosse inovadoramente especial.
    A narrativa é feita em terceira pessoa, e em cada capítulo da obra é intercalado entre diferentes personagens, mesmo que a principal protagonista seja Juliette. Vi que muitos leitores tiverem problemas com a descrição extremamente detalhada do autor — eu, pelo contrário, a adorei. Achei incrível o modo como cada coisa é detalhadamente descrita, e como isso pode fazer uma enorme diferença depois que alguns dos mistérios são revelados.
     A construção de tais personagens foi o que mais me surpreendeu. Cada um deles possui características únicas, e tão marcantes que algumas vezes dá para imaginar se não seriam pessoas reais. O autor demonstra que não há um extremo entre o bem e mal, já que até mesmo os ditos "vilões" de Silo tem justificativas extremamente plausíveis para terem cometido certos atos.
     A protagonista, Juliette, por sua vez, consegue ser uma heroína louvável. Ela é decidida, justa e possui uma humanidade tão grande que — juntamente com sua tocante história de vida  — conseguiu me emocionar em certas passagens.     
     Por se tratar de um livro adulto, com um teor profundo e sério, a obra conta com muitas informações e muito conteúdo. Informações que podem simplesmente serem modificadas ao decorrer da história, onde algumas são simplesmente mentiras, e outras são encobertas a qualquer custo. É um livro de alto nível, que testa o leitor de seu começo ao seu fim e exige uma atenção redobrada para a assimilação correta do enredo.
     Silo foi dividido em cinco partes e somente as ultimas duas me conquistaram por completo, por serem cheias de emoção e por dar um caminho diferente e inovador à obra. Todos os pontos antes pecados por Hugh Howey foram desprezíveis diante o desfecho da obra. Este ficou em aberto, dando-nos um gosto de "quero mais", e espero ter contato com a continuação dessa obra em breve.
     A Editora Intrínseca arrasou na diagramação, e até a capa, que era extremamente simples, foi valorizada pelo seu material aveludado. A tradução foi bem empregada e a fonte da letra e o tipo de papel utilizado contribuirão para a leitura.  Não houve erro ortográfico perceptível. 
     É um livro que nos conecta com o futuro incerto da humanidade, que nos faz refletir sobre o destino que teremos, sobre o amanhã do planeta Terra. Silo é, sem dúvidas, uma boa aposta do que poderia, sim, vir a acontecer — talvez de forma diferente, mas com a mesma essência. E essa ideia é simplesmente assustadora!
    Outra coisa interessante sobre Silo é que, o livro é tão bem construído, que quando pensamos que sabemos o que irá acontecer, somos pegos de surpresa novamente. Nos é mostrado, no decorrer da estória, o valor das ideias, como uma informação pode conter poder. Além disso, depois da leitura, me peguei refletindo sobre as escolhas que a humanidade toma, e como, na maioria das vezes, não pensamos nas consequências de nossos atos — e o que aconteceria se tais consequências pudessem nos destruir.

Primeiro parágrafo do livro:
"As crianças brincam enquanto Holson subia os degraus a caminho da morte. Ele as ouvia gritar como só crianças felizes conseguem. (...)"
Melhor quote:
"— Toda a nossa esperança, as conquistas anteriores a nós, como o mundo pode ser, este é nosso Legado. (...) E as coisas ruins que não podem ser remediadas, os erros que nos fizeram chegar a este ponto, isso é o passado. (...) Significa que não podemos mudar o que já aconteceu, mas podemos desempenhar nosso papel no que vier a acontecer."

  



A editora Suma de Letras divulgou a capa do romance new adult A Aposta, primeiro volume da saga The Bet, de Rachel van Dyken, sendo que a previsão de lançamento é junho. Bora conferir a capa e a sinopse abaixo?


Sinopse: Eu tenho uma proposta para você.” Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. O amigo de infância que Kacey não via há anos é hoje um dos homens mais poderosos e cobiçados de Seattle. E ele precisa de um favor dela: que ela finja ser sua noiva em uma viagem para visitar a avó Nadine, que está muito doente. Kacey aceita sem hesitar, afinal, o que poderia acontecer em apenas quatro dias? Mas o que ela não esperava era reencontrar Travis, o irmão mais velho de Jake.
Quando mais novo, ele adorava perturbar Kacey: já incendiou uma boneca, colocou uma cobra em seu saco de dormir. Por isso, recebeu dela o apelido de “Satã”. Mas depois de tantos anos, Kacey se vê diante de um homem lindo, por quem se apaixona no momento em que vê o seu sorriso. O que ela não sabe, no entanto, é que os dois irmãos haviam feito uma aposta quando eram meninos: quem se casasse com Kacey receberia um milhão de dólares. Em “A Aposta”, da autora best-seller do New York Times Rachel Van Dyken, Kacey terá que descobrir qual dos irmãos é o cara certo e fazer sua escolha. Essa é a única certeza que lhe resta.

O que acharam da novidade, pessoal? Quem aí gosta desse estilo de livro? Provei pouco do gênero New Adult, mas gostei de tudo que li. Apostarei nessa série!



Oi, gente! Como vão vocês? Já estamos no finalzinho do mês de maio, e é hora de mostrarmos para vocês aquilo que recebemos dos parceiros ou compramos durante o mês. Vamos lá? 

Silo, de Hugh Howey foi uma cortesia da Editora Instrínseca. A capa é realmente linda, e o livro é a leitura atual da Letícia. 

Também chegou por aqui A Neta da Maharani, cortesia da Primevera Editorial. Estou finalizando a leitura, e já adianto que o livro é incrível. 

Recebemos também os lançamentos do mês de junho da Editora Novo Conceito: O nacional Enquanto a Chuva Caía e O Diamante, de J. Courtney Sullivan. Caçadores de Tesouros do James Patterson, que é lindo e vem com uma capa dura, e, finalmente, Incendeia-me, a conclusão da série Estilhaça-me. A editora (finalmente!) resolveu relançar os livros com as capas americanas. Mas, se você possui as versões anteriores, pode vir aqui e pedir que a NC te enviará jackets para os livros gratuitamente.

O Códex dos Caçadores de Sombras foi um achado por um preço muito bacana na loja virtual do Extra. O livro é simplesmente maravilhoso, e não resisti a tirar uma foto dele ao lado das séries shadowhunters

Por fim, Para Sempre estava em promoção no Submarino, e não resisti. Também comprei A Escolha pelo Ponto Frio, e mesmo que tenha me incomodado com a demora na entrega, o devorei quando chegou aqui. Ah, já temos a resenha dele aqui!

LOMBADAS!

E é isso, leitores! Contem-nos aqui em baixo, nos comentários: Já possui algum dos livros citados? E qual deles já está na sua listinha? 


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